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	<title>Arquivo de Faina Maior - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<description>Notícias da Região de Aveiro atualizadas em permanência</description>
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	<title>Arquivo de Faina Maior - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<item>
		<title>Rui Dias não descarta que o Argus venha a ser uma unidade museológica</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/rui-dias-nao-descarta-que-o-argus-venha-a-ser-uma-unidade-museologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 12:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da Câmara, Rui Dias, teve a oportunidade de acompanhar a última etapa dos mais recentes procedimentos de manutenção à embarcação, na Nalvaria. Nas redes sociais, o autarca não põe de parte que o Argus venha a ser «uma unidade museológica. Continuar para ler artigo de O Ilhavense. Artigo relacionado Ílhavo: Argus ainda com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Presidente da Câmara, Rui Dias, teve a oportunidade de acompanhar a última etapa dos mais recentes procedimentos de manutenção à embarcação, na Nalvaria.</strong></p>
<p>Nas redes sociais, o autarca não põe de parte que o Argus venha a ser «uma unidade museológica.</p>
<p><a href="https://oilhavense.com/2026/10/30/rui-dias-nao-descarta-que-o-argus-venha-a-ser-uma-unidade-museologica/?fbclid=IwY2xjawVT-fJleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR8xNztrwJiWBEI0kerz4aBvvSgszrd_rjb7LWvpWpxRH35k5DZeiekq-ahwjw_aem__bnR6l436fiOuRurVtLO2w" target="_blank" rel="noopener">Continuar para ler artigo de O Ilhavense.</a></p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fnavalria.shipyard%2Fposts%2Fpfbid0F8q6znBasJRMUkEYnQQhRfVZvcP6xqTeABv2NioZshqZhwMUJqufCUPkPMyfW7cul&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="753" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Artigo relacionado</strong></p>
<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-argus-ainda-com-futuro-incerto/" target="_blank" rel="noopener">Ílhavo: Argus ainda com futuro incerto</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/rui-dias-nao-descarta-que-o-argus-venha-a-ser-uma-unidade-museologica/">Rui Dias não descarta que o Argus venha a ser uma unidade museológica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ílhavo: Faleceu Senos da Fonseca, estudioso da cultura marítima e do barco Moliceiro</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-faleceu-senos-da-fonseca-estudioso-da-cultura-maritima-e-do-barco-moliceiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ílhavo de luto pelo falecimento de João Senos da Fonseca, aos 86 anos, vítima de doença prolongada. O engenheiro mecânico viria a transformar-se num dos principais estudiosos da cultura marítima, lembra a Rádio Terra Nova. Continuar para ler artigo. Artigos relacionados “Bamos Intão Lá Cum Deus …” , um historial do “Barco Moliceiro Lagunar” Mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ílhavo de luto pelo falecimento de João Senos da Fonseca, aos 86 anos, vítima de doença prolongada.</strong></p>
<p>O engenheiro mecânico viria a transformar-se num dos principais estudiosos da cultura marítima, lembra a Rádio Terra Nova.</p>
<p><a href="https://terranova.pt/noticias/sociedade/ilhavo-de-luto-pelo-falecimento-de-joao-senos-da-fonseca" target="_blank" rel="noopener">Continuar para ler artigo.</a></p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fcamaramunicipalilhavo%2Fposts%2Fpfbid0XMgb7uX9XEdtysYToKJfjAR2qXZE1eiPsKBLkzvZzpbyCxu7arRZybUPMkzBdS8cl&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="780" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Artigos relacionados</strong></p>
<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/bamos-intao-la-cum-deus-um-historial-do-barco-moliceiro-lagunar/" target="_blank" rel="noopener">“Bamos Intão Lá Cum Deus …” , um historial do “Barco Moliceiro Lagunar”</a></p>
<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/?s=senos+da+fonseca" target="_blank" rel="noopener">Mais artigos sobre Senos da Fonseca</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-faleceu-senos-da-fonseca-estudioso-da-cultura-maritima-e-do-barco-moliceiro/">Ílhavo: Faleceu Senos da Fonseca, estudioso da cultura marítima e do barco Moliceiro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<item>
		<title>SOS ARGUS: As nossas intenções &#8211; Uma carta aberta</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/sos-argus-as-nossas-intencoes-uma-carta-aberta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 23:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Bacalhau]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Navios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascemos de uma forma espontânea e genuína com um único objetivo : AJUDAR a salvar o lugre-motor ARGUS, agora denominado de POLYNESIA. Pela comissão ARGUS * A partir de um pequeníssimo núcleo de amigos que adoram o mar, os grandes veleiros e, em especial, o património da designada “Frota Branca” da pesca do bacalhau à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nascemos de uma forma espontânea e genuína com um único objetivo : AJUDAR a salvar o lugre-motor ARGUS, agora denominado de POLYNESIA.</strong></p>
<p><strong>Pela comissão ARGUS *</strong></p>
<p>A partir de um pequeníssimo núcleo de amigos que adoram o mar, os grandes veleiros e, em especial, o património da designada “Frota Branca” da pesca do bacalhau à linha, crescemos e continuamos a multiplicarmo-nos de tal forma que no espaço de duas semanas agregámos cinco mil membros no nosso grupo.</p>
<p>É intenção destes amantes de causas apenas e só, e sem qualquer espécie de protagonismo, em colaboração com o proprietário do navio, a Pascoal &amp; Filhos S.A., encontrar formas de colaboração e linhas de possíveis apoios para auxiliar a empresa a preservar este navio emblemático.</p>
<p>Sabemos que a tarefa é titânica, mas isso não nos impede de prosseguirmos a nossa missão de querermos ser um elemento agregador de boas vontades e prestáveis, de forma a que um dia vejamos novamente este ícone do nosso património, navegando por águas mais serenas.</p>
<p>É público que o proprietário não tem ainda condição de concretizar um projeto financeiro que permita a normal recuperação do ARGUS. Mas também sabemos que no passado outros símbolos da nossa frota bacalhoeira foram salvos de um fim anunciado, através do desvelo de pequeníssimos grupos de amigos, que deram corpo a uma impressionante missão de empreendedorismo e patriotismo e ajudaram mesmo a salvar um património único. É o caso do navio-hospital GIL EANNES e do lugre-motor SANTA MARIA MANUELA.</p>
<p>No nosso círculo de amigos temos valores que vão do simples amante da fotografia, que esta temática proporciona, ao mais velho lobo do mar que vê com tristeza o vetusto navio a degradar-se,cada dia que passa e sem uma recuperação à vista.</p>
<p>Assim, apresentamo-nos ao proprietário do navio, desta forma simples e clara, reforçando a nossa disponibilidade em sermos um parceiro válido e profícuo nessa missão que é a recuperação do ARGUS.</p>
<p>Esperamos por uma resposta no sentido de concretizarmos uma reunião onde os elementos da comissão ARGUS, criada para o efeito, poderão ostentar e transmitir melhor as ideias construtivas deste grupo de amigos.</p>
<p>“SOS ARGUS”, porque sentimos que temos ao nosso alcance a capacidade de erigir e ajudar a acontecer!</p>
<p>Adriaan Van der Pol &#8211; Holanda<br />
Guilermo Chamochín &#8211; Espanha<br />
Ivone Magalhães &#8211; Portugal<br />
Richard Slater &#8211; Inglaterra<br />
Rui Bela &#8211; Portugal<br />
Senos da Fonseca &#8211; Portugal</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/groups/2533909086847531/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">27 de fevereiro de 2020, grupo SOS ARGUS</a></p>
<p><strong>Artigo relacionado</strong></p>
<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/grupo-no-facebook-lanca-campanha-para-salvar-o-lugre-motor-argus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Grupo no Facebook lança campanha para salvar o lugre-motor Argus</a></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="HTfmVUc7SN"><p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/publicidade/">Publicidade, Serviços &#038; Donativos</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Publicidade, Serviços &#038; Donativos&#8221; &#8212; Notícias de Aveiro" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/publicidade/embed/#?secret=HTfmVUc7SN" data-secret="HTfmVUc7SN" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Bacalhoeiros rumam à capital da pesca longínqua</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/bacalhoeiros-rumam-a-capital-da-pesca-longinqua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 15:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antigos pescadores do bacalhau, vindos de várias localidades do país, são esperados em Ílhavo este sábado. A capital da pesca longínqua acolhe pelo segundo ano a &#8216;Festa do Bacalhoeiros&#8217;. Um convívio para reviver memórias e vivências, muitas ainda na primeira pessoa, da última grande aventura no mar de Portugal. A edição deste ano &#8220;tem já [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antigos pescadores do bacalhau, vindos de várias localidades do país, são esperados em Ílhavo este sábado.</strong></p>
<p>A capital da pesca longínqua acolhe pelo segundo ano a &#8216;Festa do Bacalhoeiros&#8217;. Um convívio para reviver memórias e vivências, muitas ainda na primeira pessoa, da última grande aventura no mar de Portugal.</p>
<p>A edição deste ano &#8220;tem já uma referência muito positiva: há uma semana que o limite de inscrições foi atingido&#8221;, refere a Câmara de Ílhavo, da organização.</p>
<p>Mais de duas centenas de participantes, oriundos dos mais diversos pontos do país, são esperados para &#8220;um encontro singular entre gerações de homens que andaram na pesca do bacalhau nos mares gelados do Atlântico Norte, recordando e partilhando vivências e experiências de uma &#8216;arte&#8217; que é marca identitária da história e cultura de Ílhavo.&#8221;</p>
<p>O evento divide-se pelo Museu Marítimo de Ílhavo (10:00), o Jardim Oudinot (13:00, almoço com chora e feijoada de samos) e o Museu-Navio Santo André (visita e performance musical).</p>
<p>Já não se pesca à linha nos pequenos dóris, arriscando a vida nos mares gelados do Atlântico Norte, como aconteceu até aos anos 60. Mas nem tudo mudou na pesca longínqua feita pela atual geração de marítimos, onde a região de Aveiro, especialmente a Torreira (Murtosa) tem grande peso. Juntam-se aos mais antigos vindos de Viana do Castelo e Figueira da Foz, entre outras localidades que deram milhares de pescadores à frota nacional que remou à Terra Nova.</p>
<p>O ponto de encontro é no Museu Marítimo, onde o historiador Álvaro Garrido montou o maior arquivo da pesca do bacalhau, com milhares de registos de pescadores que andaram na &#8216;faina maior&#8217; desde os tempos da &#8216;frota branca&#8217;, estando organizados e acessíveis para consulta através de um &#8216;clique&#8217;.</p>
<p>Para além do convívio, os bacalhoeiros portugueses vão assistir à apresentação do documentário espanhol “Arte al Água”, que retrata a pesca longínqua do país vizinho, em tudo muito semelhante.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/AIlYLLZ_jjA" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Ílhavo: Visita especial / Recriação artística do Dóri</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-visita-especial-recriacao-artistica-do-dori/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 10:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Faina Maior]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Marítimo de Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca do bacalhau]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o mês de setembro, o escultor Miguel Neves Oliveira está “fundeado” em Ílhavo para uma residência artística em que foi incumbido de “levar a bom porto” a recriação artística do Dóri. A 15 de setembro o MMI faz o ponto de situação, com uma visita especial. Numa primeira parte, de contextualização, recorda-se, no Museu, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Durante o mês de setembro, o escultor Miguel Neves Oliveira está “fundeado” em Ílhavo para uma residência artística em que foi incumbido de “levar a bom porto” a recriação artística do Dóri.</strong></p>
<p>A 15 de setembro o MMI faz o ponto de situação, com uma visita especial. Numa primeira parte, de contextualização, recorda-se, no Museu, a história e o papel desta embarcação; de seguida, já nos Armazéns Gerais da Câmara Municipal de Ílhavo, o artista explica o processo criativo da nova escultura e os materiais utilizados.</p>
<p><strong>Mais informações em <a href="http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/frontoffice/pages/41?event_id=519" target="_blank" rel="noopener">http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/frontoffice/pages/41?event_id=519</a></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-visita-especial-recriacao-artistica-do-dori/">Ílhavo: Visita especial / Recriação artística do Dóri</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O segredo das pataniscas de bacalhau ´negras´</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-segredo-das-pataniscas-de-bacalhau-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 11:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Bacalhau]]></category>
		<category><![CDATA[Faina Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À vista, as pataniscas de bacalhau escurecidas não deixa de surpreender aqueles que não conhecem, mas no paladar, quem se atreve na prova, não diz mal do ingrediente ´secreto´. Pelo contrário, é capaz de convencer os mais tradicionalistas. Este é um dos aperitivos da ementa experimental que tem vindo a ser criada no âmbito da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-segredo-das-pataniscas-de-bacalhau-negras/">O segredo das pataniscas de bacalhau ´negras´</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ContentPlaceHolder1_div_texto_noticia" class="t12 preto">
<div id="mtexto">
<div>
<p><strong>À vista, as pataniscas de bacalhau escurecidas não deixa de surpreender aqueles que não conhecem, mas no paladar, quem se atreve na prova, não diz mal do ingrediente ´secreto´. Pelo contrário, é capaz de convencer os mais tradicionalistas.</strong></p>
<p>Este é um dos aperitivos da ementa experimental que tem vindo a ser criada no âmbito da rede &#8220;Territórios com História: o Mar, as Pescas e as Comunidades&#8221;, financiado pelo Portugal 2020, de que fazem parte os municípios de Ílhavo, Murtosa e Peniche, na região Centro do País, onde existe forte cultura marítima.</p>
<p>Um esforço que não só serve para ajudar a preservar receitas típicas de zonas piscatórias, que o tempo ameaça apagar, como também dar novas ´roupagens´ a pratos tradicionais, como sucedeu com a ´invenção´ da chamada ´patanisca negra´.</p>
<p>Chef´s e candidatos ao ofício envolvidos no projeto ´Gastronomia de Bordo´ pesquisaram registos bibliográficos e andaram pelas comunidades piscatórias para conhecer as espécies mais comuns, os ingredientes que fazem a diferença nas receitas e, o que é indispensável, memórias e ´saber fazer´ ancestral de homens e mulheres.</p>
<p>Um périplo em busca do bacalhau dos mares do Norte que é transformado em Ílhavo, da sardinha, do carapau e do quelme de Peniche e dos sabores da enguia e dos bivalves apanhados na Ria de Aveiro pelas mãos da comunidade de pescadores da Torreira, na Murtosa. Um trabalho académico a que restaurantes daquelas localidades vincadamente piscatórias aderiram para ´rechear´ as suas ementas dentro de mais alguns meses.</p>
<p>&#8220;Queremos continuar as receitas e produtos tradicionais, mas procuramos acrescentar algo diferenciador, um cunho inovador, que seja uma mais valia&#8221;, adiantou Patrícia Borges, chef e professora na Escola Superior de Tecnologia do Mar e do Instituto Politécnico de Leiria, que é a curadora do projeto.</p>
<p>Na capital da pesca longínqua, de onde partem os últimos bacalhoeiros portugueses, reina o fiel amigo e os seus derivados reinventados para acrescentar mais algumas às suas ´mil e uma receitas´ já conhecidas.</p>
<p>Um antigo cozinheiro das campanhas da ´faina maior´ ensinou como se confecionava a bordo a ´chora´ (sopa de cabeças e/ou caras de bacalhau), os samos e as línguas de bacalhau. Mas também deixou ficar receitas do ´pão da panca´ e do ´queque dos domingos´ que era dado aos pescadores como sobremesa.</p>
<p><strong>Aperitivos com bases tradicionais que permitem &#8220;novas experiências&#8221; </strong></p>
<p>Partindo da &#8220;base&#8221; tradicional, arriscam-se agora entradas que permitem &#8220;novas experiências&#8221;: a patanisca de bacalhau tornada ´negra´ pela tinta de choco; o bacalhau fresco fumado, junto com bacalhau assadado; escabeche com bacalhau fitado; ceviche de bacalhau com salicórnia ou pasta de azeitona e bacalhau com fitado são alguns dos exemplos já ensaiados.</p>
<p>&#8220;Provei e gostei muito, está lá o bacalhau&#8221;, sentenciou João Madalena, Grão Mestre da Confraria Gastronómica do Bacalhau, assumindo-se como liberal na maneira de confecionar o bacalhau &#8220;sem nunca adulterar o sabor, que sagrado&#8221;.</p>
<p>A mostra de ´tapas´ irá ser submetida aos paladares mais exigentes que passam pelo concorrido Festival do Bacalhau, na Gafanha da Nazaré, de 8 a 12 de Agosto.</p>
<p><strong>Festival de ´Gastronomia de Bordo´ em Novembro</strong></p>
<p>Conferidas as reações e feitos eventuais acertos nos condimentos, o resultado final será apresentado aquando do primeiro Festival de ´Gastronomia de Bordo´, de 14 a 18 de Novembro, em Ílhavo.</p>
<p>&#8220;Queremos valorizar a gastronomia tradicional com os restaurante locais. Pegar nos nossos produtos, no bacalhau e seus derivados, como os samos, as línguas, as caras, e dar uma roupagem nova, criar receitas e inovar&#8221;, explicou Fátima Teles, vereadora da autarquia ilhavense que acompanha a rede intermunicipal dinamizada pelo projeto &#8220;Territórios com História: o Mar, as Pescas e as Comunidades&#8221;.</p>
<p>Até ao Festival ´Gastronomia de Bordo´, os parceiros envolvidos vão &#8220;experimentar as iguarias&#8221;, algumas das quais eram as refeições dos pescadores nas &#8220;longas campanhas&#8221; da pesca do bacalhau. &#8220;Estamos a recolher essas receitas e a tentar dar uma identidade única, para valorizar e preservar&#8221;, explicou a autarca.</p>
<p><strong>Vinhos ´Faina Maior´ com cardápio alargado a Bairradas DOC tinto e branco</strong></p>
<p>A Associação Rota da Bairrada reforçou a sua ligação ao bacalhau com a marca &#8220;Faina Maior&#8221;, que presta homenagem à pesca longínqua. Depois do espumante (Caves São João, 100% Baga) lançado em 2017, este ano o cardápio inclui dois vinhos ´gastronómicos´ de produtores Bairrada DOC selecionados em ´provas cegas´ para melhor acompanhar o prato mais apreciado pelos portugueses: um branco de 2016 da Casa do Canto (Arinto, Sauvignon Blanc, Bical) e um tinto de 2014 da Adega Rama (Touriga Nacional, Baga, Syrah, Merlot). Novidades em estreia absoluta durante o Festival do Bacalhau.</p>
<p>&#8220;São vinhos que pedem comida: o branco para pratos mais ligeiros, com menos temperos; o tinto tem mais volume e estrutura de boca, portanto pede um prato mais exigente de bacalhau, prato mais gordo, porque é regado por azeite e precisa de equilibrado pelo vinho&#8221;, explicou Luciana Sardo, técnica na Rota da Bairrada.</p>

<a href='https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/07/reportagem_ementas_zonas_piscatorias.mp3'>Reportagem áudio "Gastronomia de Bordo"</a>

<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/festival-do-bacalhau-alcanca-estatuto-de-maior-do-pais/">Festival do Bacalhau alcança estatuto de &#8220;maior do país&#8221;</a></p>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-segredo-das-pataniscas-de-bacalhau-negras/">O segredo das pataniscas de bacalhau ´negras´</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<title>&#8220;Tenho duas mil fotografias inéditas para novos projetos&#8221;</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/tenho-duas-mil-fotografias-ineditas-para-novos-projetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 11:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Faina Maior]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca do bacalhau]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O realizador ilhavense Rui Bela fala sobre o documentário premiado  &#8220;Nos mares da memória, estórias de uma Faina maior&#8221; que assina com o seu conterrâneo Senos da Fonseca, guionista. De onde vem o interesse pela pesca do bacalhau ? Bem, o mar está-me no sangue, o que acontece pela ligação familiar. O mau pai andou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O realizador ilhavense Rui Bela fala sobre o documentário premiado  &#8220;Nos mares da memória, estórias de uma Faina maior&#8221; que assina com o seu conterrâneo Senos da Fonseca, guionista.</strong></p>
<p><strong>De onde vem o interesse pela pesca do bacalhau ?</strong><br />
Bem, o mar está-me no sangue, o que acontece pela ligação familiar. O mau pai andou mais de 30 anos na pesca à linha e do arrasto, o meu avô, primos, toda a família esteve ligada ao mar. Daí nasceu o interesse em preservar artigos, preservar a memória, conhecer melhor as aventuras que tiveram por aqueles mares. Desde muito cedo, aos 10, 12 anos, comecei juntar coisas sobre a pesca do bacalhau.</p>
<p><strong>Por exemplo ?</strong><br />
O meu primeiro trabalho destes foi um documentário, em 1989, com meios muito rudimentares, com cerca de uma hora, que se chama &#8220;A glória desta Faina&#8221;. Pensei que não fosse ter impacto nenhum, mas na realidade foi o grande impulsionar para que no ano seguinte nascesse um sector sobre a pesca à linha de bacalhau num museu que nada tinha relacionado com isso. Foi desde muito cedo que o mar entrou no sangue.</p>
<p><strong>Estamos a falar de preservar imagens que são raridades?</strong><br />
Sim, trabalho com imagem há 40 anos a preservar a memória audiovisual. Falamos de tempos em que não existiam os meios tecnológicos atuais. Encontramos fotografias excepcionais do tempo da pesca à linha do bacalhau, ficamos pasmados. Hoje têm um impacto monumental. Um veleiro, um lugre bacalhoeiro, tem uma beleza própria. Foi uma das frotas bacalhoeiras maiores do mundo, é das mais bonitas sem dúvida. De centenas de barcos, restam-nos o Creoula, o Santa Maria Manuela e o arrastão Santo André, hoje navio museu. O Gazela I está nos EUA, preservado e a navegar.</p>
<p><strong>Como começou a fazer o arquivo?</strong><br />
A preservação das imagens é algo de fundamental. Nos primeiros tempos tive de andar a pedir a colaboração de quem andou no mar, das suas famílias, espólio do meu pai. Isso tudo ajudou muito a fazer &#8220;Nos mares da memória, histórias de uma Faina Maior&#8221;são 30 anos de trabalho para fazer este documentário.<br />
Exigiu um trabalho de criação de arquivo muito grande, não tem preço, tem mesmo de ser por amor à arte.<br />
A imagem é algo que devemos preservar e ao fazer um trabalho destes surgem imagens novas. Neste momento já tenho um espólio fotográfico que não tinha antes do documentário, existe um espólio completamente novo.</p>
<p><strong>Recorreu a memórias vivas, testemunhos de quem andou na pesca do bacalhau nas épocas retratadas mais recentes?</strong><br />
Os trabalhos conhecidos não eram rigorosos do ponto de vista técnico, transmitindo o que se passou na pesca do bacalhau. Temos testemunhas que colaboraram com o nosso trabalho, nomeadamente o capitão Valdemar Aveiro, o capitão Vitorino Ramalheira, o capitão Marques da Silva, o capitão David Marques, pessoas que colaboraram com muitos detalhes técnicos. Só mesmo quem andou lá. Lembro ainda o falecido capitão Francisco Marques, que foi diretor do Museu Marítimo de Ílhavo.<br />
É um motivo de muito orgulho. Fiz o trabalho e depois submeti-o a olhares muito críticos, fiquei surpreendido com a reação muito boa.<br />
São cinco séculos de história, é sempre complicado quando recuámos a matérias que eram reservadas, segredo de Estado, ou não foram à data bem documentadas. Dos poucos heróis que estão vivos tivemos a felicidade de os ouvir para não ter erros.</p>
<p><strong>Os prémios são uma surpresa para si ?</strong><br />
O que me está a surpreender é a reação fora de portas. Nós não damos valor à nossa história, nem soubemos preservar a frota bacalhoeira. Os estrangeiros têm uma receptividade enorme, porque, no fundo, o documentário retrata uma história pouco conhecida, um grande feito, provavelmente um dos maiores feitos antes dos Descobrimentos. É inacreditável como os pescadores portugueses chegaram aos mares da Terra Nova e da Gronelândia. Não sabemos vender esta imagem, os feitos dos portugueses. Apesar de não estar a contar com isso, este documentário de uma hora venceu festivais em Bracelona, no Alasca e no Porto, estando selecionado para mais uma dezena.<br />
Não deixa de ser interessante, participei anteriormente apenas uma vez num festival, há cerca de 30 anos, em Castelo de Vide. Ganhei e nunca mais participei. Foi quando os festivais de vídeo começavam a nascer em Portugal, aliás também dei o meu contributo no primeiro, com o Ilhavídeo, no Museu Marítimo.<br />
Agora convenceram-me a participar nos festivais, temos levado a conhecer os feitos de Portugal, de todo o litoral retratado pelas suas comunidades piscatórias, tem sido um veículo de promoção histórica e do turismo pelo mundo inteiro onde está a ser exibido.<br />
Se não houver a preocupação de preservar as memórias perdemos, por exemplo o que é contado na primeira pessoa. Outra consequência boa, é que graças ao documentário, aos contactos estabelecimentos, tem sido angariar peças originais para o espólio do Gil Eanes, o navio hospital que está preservado em Viana do Castelo.</p>
<p><strong>Ainda é possível encontrar documentos não conhecidos, imagens inéditas ?</strong><br />
Existe muito material absolutamente fantástico, tenho descoberto materiais em casa de pessoas que vou conhecendo de ficarmos admirados, fotografias de riqueza impressionante, por exemplo. Colaboro com colecionadores mundiais. Tenho duas mil fotografias inéditas para novos projetos, um trabalho por amor à arte, com muita dedicação grande para não estragar o que chegou até aos nossos dias. Até películas de cinema que estamos a recuperar. Tenho conseguido centenas de documentos depois da exbição do filme.</p>
<p><strong>Para quando a exibição nas televisões portuguesas ?</strong><br />
Este tipo de documentários tem receptividade muito boa nas televisões estrangeiras, nas portuguesas não. Já fiz abordagens,  inclusivamente junto da RTP, não há interesse por este trabalho inédito e reconhecido no estrangeiro. Mas os canais portugueses não demonstram interesse, também não tenho tempo e paciência de andar atrás deles. Do estrangeiro surge interesse. Portugal deveria dar mais valor a estas produções.</p>
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