
Um “êxito retumbante”. O presidente da Câmara de Aveiro estimou que terão assistido aos festejos da ‘passagem de ano’ na ‘cidade da ria’ cerca de 50 mil pessoas.
Luís Souto abordou o assunto no período antes da ordem do dia da reunião pública do executivo camarário, esta sexta-feira, mantendo a convicção que a resposta hoteleira tem ‘mercado’ para aumentar a sua capacidade, numa referência às dúvidas levantadas recentemente pelo Partido Socialista aquando da discussão do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, que prevê uma nova unidade hoteleira. “Para quem diz que não precisamos de mais hotéis…”, ironizou, após dar conta da notícia a referir que os hotéis estiveram “perto de lotação esgotada”.
“Estamos quase como o Algarve, só não temos o clima. Cada vez mais uma cidade no programa de estadia e visita, isso é muito positivo. Vamos tentar acompanhar estas expetativas. Estava tudo bem disposto, em diversão, convívio e família”, registou.
Luís Souto entendeu, também, realçar os concertos de ano novo, que estiveram “esgotados”. “É muito bom, é certo que a preço acessível. Mas é um campo a explorar”, disse, perspetivando maior envolvimento com as instituições de música do concelho, que já acolhe a sede da Orquestra das Beiras.
“Queremos ir mais além, e envolver outras. Aveiro está no bom caminho de eventos e vamos propor novos eventos em 2026 para ficarmos cada vez mais no roteiro ibérico de eventos”, perspetivou, justificando a aposta com a “dinamização económica”.
O autarca deixou, ainda, “elogios” para as várias equipas de logística e proteção civil (a partir de uma nova ‘sala de situação’ ), que estiveram empenhadas nas atividades da ‘passagem de ano’ até altas horas “e não foi a beber champanhe”, disse, destacando ainda a eficácia da limpeza pública. “Tivemos mais produção de resíduos, porque foi mais gente que nos anos anteriores”, confirmou.
Paula Urbano, do PS, deixou a satisfação por a ‘passagem de ano’ ter “corrido da melhor forma”, bem como com a reserva “quase plena” de estadias nos hotéis, mostrando-se mais preocupada com a falta de habitação, o que levou a deixar um voto para 2026. “Gostávamos que a Câmara desse outro impulso”, mostrando a disponibilidade do PS para “trabalharmos em conjunto”.
Na resposta, o presidente da edilidade reafirmou a necessidade de aguardar pela “novas regras” que o Governo estará a preparar para o sector, subscrevendo a aberta “para um consenso alargado” localmente. “Na altura certa, trataremos disso.”
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