Beira-Mar.

O líder da direção do SC Beira-Mar concorda com o treinador Fábio Barros sobre a necessidade de proceder a ‘ajustes’ no grupo de jogadores ao dispor, mas não esquece as cautelas orçamentais numa fase em que se procura ‘fechar’ o dossiê Sociedade Desportiva com a entrada de investidores interessados no futebol sénior.

Sobre o ‘andamento’ da época, Nuno Quintaneiro começa por deixar nota positiva ao fim de 11 jornadas (quatro vitórias, três empates e quatro derrotas), atendendo à realidade atual do clube aveirense.  15 pontos amealhados até agora colocam a equipa em quinto lugar, a dois da ‘linha de água’ e a cinco do quarto classificado, que é o Alpendurada, com quem os aveirenses empataram este domingo em casa (1-1). “Apesar de alguma intermitência dos resultados, a equipa está dentro dos objetivos assumidos para a presente época desportiva”, sublinha Nuno Quintaneiro numa declaração remetida a NotíciasdeAveiro.pt na sequência das declarações do ‘mister’ Fabeta.

No final da última partida, o treinador pediu ‘mais poder de fogo’ para aproveitar melhor as oportunidades que vão sendo criadas para ‘alvejar’ as balizas adversárias.

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Nuno Quintaneiro, presidente do SC Beira-Mar.

O presidente concorda que existem carências que importa satisfazer, mas refere a necessidade de fazer ‘contas à vida’ que envolva, assumir novos compromissos. Condicionantes que também continuam a refrear expetativas de outras ambições.  “Face às restrições financeiras que temos e às imensas contrariedades que o plantel tem sofrido (vários cenários de lesão e de doença de atletas, com especial incidência nos atletas das posições ofensivas), temos de nos conformar com a classificação atual”, diz, deixando um voto de confiança ao grupo que enverga o emblema aurinegro: “acreditamos que, mesmo num eventual cenário sem reforços, a equipa ainda pode melhorar bastante a sua performance se puder contar com a disponibilidade dos seus elementos, o que não tem acontecido desde o início da época até agora”.

Será feita uma tentativa para reunir as condições que permitam responder ao pedido do treinador. “Naturalmente, estamos sensíveis para as carências mais notórias do plantel, nomeadamente, no plano ofensivo, e tentaremos fazer os ajustes que nos sejam possíveis nas próximas semanas, na certeza de que o princípio de respeito pelo rigor orçamental definido pela direção é inegociável”, conclui.

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