
Um homem de 44 anos foi condenado, no Tribunal de Aveiro, esta quarta-feira, a quatro anos de prisão, em cúmulo jurídico, por crimes de burla qualificada e furto em anos de prisão, pena que ficou suspensa com obrigações, nomeadamente tratamento psiquiátrico dirigido para problemas aditivos e pagar aos lesados.
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Os factos foram dados como integralmente provados, em grande medida por força da confissão, explicou a juíza presidente na leitura do acórdão.
O arguido, residente na Grande Lisboa, analista informático numa empresa de construção civil familiar, assumiu uma dezena de pagamentos através de serviços Payshop ou Pagaqui em estabelecimentos comerciais de vários concelhos da região, de onde fugiu sem entregar as respetivas quantias, e um furto de combustível em gasolineira (abasteceu cerca de 70 euros e também fugiu sem pagar).
Os factos remontam a 2021, entre março e novembro, quando vivia pela zona de Aveiro, estando identificados no processo prejuízos de cerca de 800 euros, em pagamentos que variavam entre 50 e 100 euros de cada vez.
O arguido invocou problemas familiares e financeiros que colocaram fim “à vida super estável que tinha”, além da “dependência do jogo online”.
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