Portugal mui desnaturado e desnutrido com farinha do mesmo saco

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Assembleia da República.
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Inquiro-me: que maldição caiu sobre Portugal e o povo português para há séculos nos mantermos sitiados num estádio de analfabetismos crónicos: primário, funcional e cultural, que é imposto pelo grupo dos magníficos/malvados Donos Disto Tudo e pela sua subalterna classe testa-de-ferro.

Por Brasilino Godinho *

Considerando em devidos termos de objectividade e seriedade há percepção generalizada a toda a nação lusíada que, entre os que estão empoleirados na torre cimeira do PODER em Portugal e os que se encontram na calha de a ele ascender, é tudo farinha do mesmo saco; o qual agora está tingido de cor rosa e que depois, alcançada a meta do Palácio de S. Bento, decerto será pintado com as cores laranja e azul.

Uma cinzenta farinha granulada de podridão e de fétido odor conotado com a corrupção.

Por sinal marca identitária dos seus utilizadores, a usual prática de a disseminar por tudo que é sítio pantanoso de que falava o engenheiro António Oliveira Guterres – consagrado Secretário-Geral da ONU – e lugar de albergue de gente oportunista e abusadora das prerrogativas que a si mesma se atribui.

Se a malta de um antigamente/recente poderio governamental é de tristíssima memória, a actual governança não lhe fica atrás e dela iremos ter amargas recordações.

Por isso, desolado, inquiro-me: que maldição caiu sobre Portugal e o povo português para há séculos nos mantermos sitiados num estádio de analfabetismos crónicos: primário, funcional e cultural, que é imposto pelo grupo dos magníficos/malvados Donos Disto Tudo e pela sua subalterna classe testa-de-ferro constituída por dirigentes políticos que, deliberadamente, se manifestam incompetentes, exploradores em proveito próprio e mal-intencionados e que sempre maltratam, desprezam, espezinham e enganam os cidadãos nativos?

Num aparte oportuno digo: entre as alas políticas predominantes na malfadada Partidocracia que vigora na actualidade portuguesa, venha o Diabo e faça a escolha que melhor satisfaça os seus terríveis desígnios.

Eu, por mim, se tivesse poderes mágicos, encaminhava-as para as profundezas do Inferno; embora com tal expediente estivesse, com desagrado e repugnância pela alguma cumplicidade, a facilitar a tarefa ao Mafarrico… que considero extremamente antipático e ser flor que não se cheira…

* Doutorado em Estudos Culturais, autor.
https://www.facebook.com/brasilino.godinho

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