S. Jacinto: “No parque de campismo, tanto é culpado o prevaricador como quem não fiscalizou” – Ricardo Lemos (CHEGA)

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Ricardo Lemos (Chega).

Ricardo Lemos é o candidato do CHEGA nas eleições intercalares de São Jacinto, agendadas para 13 de novembro. O partido não obteve qualquer mandato nas últimas autárquicas, em 2021.

Razões e objetivos da candidatura?

O Partido CHEGA é terceira força política nacional, um partido em franco crescimento, seria injusto para a população de São Jacinto não ter a possibilidade de votar no nosso partido e nesse sentido, mesmo sabendo que existem vozes que defendem que não devíamos apresentar candidatura, como fez por exemplo o Bloco de Esquerda, encetamos esforços, fomos em frente e apresentamos a nossa candidatura.
Nas últimas eleições autárquicas o CHEGA apresentou uma lista candidata na Assembleia de Freguesia de São Jacinto e embora o resultado não tenha sido o esperado, acreditamos que nesta eleição intercalar, fruto da desastrosa governação socialista, da insatisfação da população de São Jacinto e do crescimento do nosso partido, o resultado seja francamente melhor.
Nesta eleição, o CHEGA pode ser a força de desempate entre a esquerda do PS e da CDU e a direita da coligação PSD-CDS-PP-PPM.

O que entende que está em causa neste ato eleitoral, para além da necessidade de normalizar o funcionamento dos órgãos locais?

Nestas eleições não está em causa apenas a normalização do funcionamento dos órgãos locais, está em causa aquilo que consideramos ter sido uma gestão ruinosa do Partido Socialista que colocou em causa a confiança que lhe foi depositada por todos aqueles que votaram PS nas últimas eleições.
O CHEGA quer escrutínio das contas, quer fiscalização de todas as actividades da Junta de Freguesia, quer pessoas em que realmente se possa confiar à frente deste órgão.

Principais compromissos eleitorais / carências locais que devem merecer atenção especial?

É compromisso do CHEGA a transparência, a fiscalização, o diálogo, a resiliência e a vontade de trabalhar em prol dos habitantes de São Jacinto.
Em traços gerais, na nossa opinião, as áreas que carecem de maior atenção em São Jacinto são a Saúde, Educação, Segurança e Transportes, com especial atenção ao apoio necessário à população mais envelhecida, aos serviços de emergência e à dinamização da economia local.

Em relação especificamente aos temas que estiveram na origem das renúncias (situação financeira da Junta, parque de campismo), quais devem ser as ações a tomar pela Junta e como deve a Câmara colaborar?

Pensamos para São Jacinto o mesmo que pensamos para o país. São Jacinto e as suas estruturas locais têm que ser alvo de escrutínio, de vigilância, de fiscalização. Quando acontecem fenómenos como o que aconteceu ao parque de campismo de São Jacinto, a culpa não pode morrer solteira. No parque de campismo, tanto é culpado o prevaricador como quem não fiscalizou.
A Câmara Municipal assume um importante papel para qualquer freguesia, têm que ser criadas plataformas de entendimento entre estruturas e o CHEGA defende o diálogo e o respeito entre todos os órgãos de soberania.

Resuma por que acha que os cidadãos devem votar na lista que encabeça ?

O Partido CHEGA é neste preciso momento a terceira força política nacional. Nas eleições Autárquicas votaram no nosso partido mais de 208.000 eleitores e nas Legislativas imediatamente a seguir tivemos cerca de 400.000 votos. Este é um sinal de crescimento, de mudança de paradigma, de mudança de política.
Todas as sondagens indicam o CHEGA como terceira força política cada vez mais inequívoca e distanciada das restantes.
Este crescimento só pode significar uma coisa, mudança e fé.
Portugal deu voz ao CHEGA e o CHEGA está a corresponder.
São Jacinto pode seguir a mesma tendência, cabe aos seus eleitores confiar o seu voto ao CHEGA e se assim o entenderem, fazerem parte da mudança.

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