
Um homem de 35 anos atribuiu a um momento de “pânico” a resistência que ofereceu quando militares da GNR irromperam pela sua habitação em Águeda a cumprir um mandado de detenção para ser conduzido a estabelecimento prisional para cumprir pena de cadeia. “Estou muito arrependido, não tinha arma nenhuma”, declarou no início do julgamento, no Tribunal de Aveiro, por crimes de evasão, resistência e coação e ameaças na forma agravada.
Na altura da abordagem, o indivíduo, que era cozinheiro antes de estar na cadeia, pediu para ir à casa de banho antes de acompanhar os militares e acabou por tentar fugir.
Após perseguição, seria intercetado, oferecendo resistência, desferindo agressões (murros e pontapés), e no transporte para o posto da GNR fez ameaças de morte aos Guardas, que conhecia, dando conta que os iria confrontar, quando saísse da prisão, garantindo que tinha “uma arma enterrada”.
Em resposta à Procuradora do Ministério Público, o recluso, que já cumpriu cerca de 10 anos de prisão em vários processos a que foi condenado, garantiu que “nesta altura está com a cabeça limpa para ter uma vida melhor” quando acabar a pena que cumpre, dentro de um ano, dando conta que está a estudar. Além disso, aceitou pagar, desde já, o pedido de indemnização apresentado por um dos guardas, cerca de 50 euros, pelas custas com tratamento hospitalar.
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