Futebol / CdP: Beira-Mar não subscreve ‘arranjo administrativo’ para resolver suspensão competitiva

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Imagem partilhada pelo Facebook do Beira-Mar.
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O Beira-Mar não está de acordo com uma proposta de ‘arranjo administrativo’ proposto à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) por um grupo de clubes do Campeonato de Portugal (CdP) para resolver o problema criado pela suspensão das competições devido à pandemia do Covid-19.

Uma dezena de clubes terá pedido à FPF o alargamento da I Liga para 20 clubes, uma II Liga dividida em duas séries de 14 emblemas, um CdP com dois agrupamentos de 12 participantes e a criação de uma prova interassociações composta por 56 clubes em 2020/21.

“O Beira-Mar está em sintonia com a posição do Espinho, assinamos por baixo”, disse o presidente adjunto Afonso Miranda, subscrevendo a ideia de terminar a época ’em campo’ ou, em caso de manifesta impossibilidade por motivos de saúde pública, cancelar a prova.

“Já transmitimos esta posição na FPF. A tal comissão dos clubes nunca foi legitimada e era uma fantochada inicialmente bem intencionada, mas que não deu em nada. O Beira-Mar acompanhou as reuniões todas, mas nunca se vinculou a nenhuma, porque preferimos trabalhar nos gabinetes e, honestamente, já vimos associações de estudantes mais organizadas e assertivas”, ironizou o dirigente aurinegro.

Aguardam-se, nos próximos dias, novidades da parte do organismo máximo do futebol português sobre o encerramento deste campeonato.

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