Aveiro / Pateira: Construção de passadiços no Requeixo / Carregal parada

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Pateira do Carregal, Aveiro.
Magneton 728

A Polis Ria de Aveiro enfrenta dificuldades na empreitada da rede de passadiços que está a criar nas localidades ribeirinhas da pateira de Fermentelos, confirmou o presidente da Câmara de Aveiro na reunião pública do executivo realizada ontem em Requeixo.

O percurso pedestre que abrange a freguesia de Requeixo, Nossa Senhora de Fátima e Nariz, no concelho de Aveiro, está atrasado devido aos problemas com a empresa que venceu o concurso.

A situação da obra da Polis na zona do Carregal motivou um pedido de esclarecimento no período antes da ordem do dia pelo vereador do PS Manuel Oliveira de Sousa, questionando se os trabalhos estavam parados e os motivos.

O presidente da Câmara, na resposta, confirmou que não há avanços no terreno, pedindo compreensão por não adiantar pormenores, atendendo a que ‘a dona da obra’ tem um litígio com o empreiteiro.

“O problema” em causa resulta da “incapacidade de executar a obra” por parte da empresa a quem os trabalhos foram adjudicados que já vão no terceiro subempreiteiro.

“Neste momento, está a proteger-se no plano legal para não ter sanções”, limitou-se a referiu Ribau Esteves.

PS insiste em apoios à agricultura

O vereador Manuel Oliveira de Sousa aproveitou a presença em Requeixo, localidade com forte atividade rural, para “relembrar uma das propostas” do partido apresentadas no programa eleitoral de 2018 para “desenvolvimento da agricultura e que valeria a pena reequacionar, atendendo ao momento que atravessamos” com reflexos no aumento da procura de produtos locais.

“O que está a ser feito, no conjunto do território do concelho, o que está pensado para os que produzem, as produções familiares e outras de maior extensão”, questionou, dirigindo-se à presidência da Câmara.

Ribau Esteves garantiu que a Câmara procura promover “dinâmicas comerciais” criando condições para “facilitar ao acesso” dos pequenos produtores aos mercados municipais, considerando que o Mercado Manuel Firmino “funciona muito bem a esse nível”, apesar dos poucos lugares já disponíveis.

Já o mercado de Santiago, assumiu o edil, “tem problemas” na sua estrutura física, que só serão resolvidos com o projeto “de requalificação profunda”, na reta final, num investimento “à volta de 1,5 milhões de euros”.

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