
Adelino Nunes (União de Sindicatos de Aveiro (CGTP) e Eduardo Conde (UGT/Aveiro) perspetivam, lado a lado, a greve geral convocada pelas duas centrais sindicais que arranca à meia noite desta quinta-feira.
Na primeira paralisação juntas desde junho de 2013, altura em que Portugal estava sob intervenção da ‘troika’ é esperada uma forte adesão para responder à proposta de reforma da legislação laboral apresentada pelo Governo.
“O Governo não tem outra alternativa se não retirar o pacote laboral”, caso contrário, a CGTP promete continuar ‘a lutar’, avisa Adelino Nunes.
“A lei de 2003 já pendia para o lado dos patrões, nesta altura o que está a acontecer é só ter um lado”, acrescenta Eduardo Conde para quem a proposta governamental tão má que não havia alternativa senão estarmos juntos”.
As duas centrais sindicais promovem, durante a tarde, uma concentração no centro da cidade de Aveiro. No norte do distrito, o ponto de concentração é na cidade de Santa Maria da Feira (ver declarações completas abaixo).
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