
As dúvidas deixadas aquando da campanha eleitoral na ‘pele’ de candidato à Câmara estão agora dissipadas em definitivo. Como presidente da Câmara, e como tudo fazia crer, Luís Souto não se oporá à demolição da antiga vivenda da Cerciav, que tinha o futuro traçado já pela anterior maioria PSD-CDS.
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“A decisão está tomada, nada mais a comentar”. Foi a única reação transmitida pelo edil, que respondeu a partir do Brasil, onde se encontra em visita de trabalho.
A tomada de posição rejeita liminarmente o apelo lançado por Alberto Souto, vereador do PS com o mandato suspenso, para que o irmão recuasse na pretensão de demolir a casa de arquitetura típica da Casa Portuguesa, da ‘escola do arquiteto’ Raul Lino, localizada junto à rotunda do hospital.
O terreno a desocupar está destinado a um novo edifício a construir no âmbito da obra de requalificação do Conservatório.
A ação judicial que Alberto Souto interpôs ainda durante a campanha para salvaguardar a casa desocupada há duas décadas foi sucessivamente indeferida nas várias instâncias de recurso.
Em reação, a Câmara já tinha dito num comunicado que “mantém-se o enquadramento que permitirá avançar com o projeto de intervenção no local, que prevê a demolição de construções existentes e a ampliação do edifício do Conservatório de Música de Aveiro.”
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