
A Câmara de Águeda vai apoiar 56 agregados familiares do concelho com uma verba global de 94 mil euros que se destina a comparticipar encargos com habitação.
Uma medida prevista no ‘Programa de Subsídio ao Arrendamento’ destinado “a famílias em situação de vulnerabilidade”, garantindo , assimn, “o acesso a habitação permanente.”
A edilidade analisou 101 candidaturas apresentadas, das quais 56 foram consideradas elegíveiscom base nos critérios definidos, nomeadamente o limite de rendimento mensal per capita fixado em 30% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS) de 2025.
A segunda fase do programa municipal está, atualmente, em processo de avaliação de candidaturas.
O valor do subsídio atribuído, que contou com parecer favorável do Núcleo Executivo da Rede Social, varia de acordo com cada agregado familiar, sendo calculado com base na taxa de esforço mensal, em função do rendimento do agregado, que resulta da soma dos rendimentos, deduzidas as despesas fixas e variáveis.
Citado no comunicado, o edil Jorge Almeida destacou “o impacto da medida na coesão social, defendendo um modelo que privilegia a integração das famílias no tecido urbano” com “habitações dignas, distribuídas pelo concelho”.
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