
O PS viu ser ‘chumbada’ uma proposta “clara de redução de impostos” municipais cobrados pela Câmara da Murtosa com os votos contra da maioria PSD e do vereador independente.
“Como consequência direta desta decisão política, os murtoseiros continuarão a pagar mais impostos”, lamenta a concelhia socialista.
O vereador do PS, Augusto Vidal Leite “apresentou alternativas concretas, responsáveis e financeiramente sustentáveis”, tendo defendido a redução da taxa urbana de IMI para 0,31%, a redução da taxa de participação variável no IRS para 3%, “com a intenção de a baixar progressivamente nos anos seguintes”, e a isenção de
derrama para microempresas e pequenos comerciantes com volume de negócios inferior a 150 mil euros.
“No total, estas medidas representariam uma redução de receita de cerca de 130 mil euros, num orçamento municipal de aproximadamente 14 milhões de euros, plenamente comportável face ao saldo de gerência que ultrapassará os 5 milhões de euros”, justificou o PS.
A Câmara aprovou a manutenção do IMI urbano em 0,32%, taxa de participação variável no IRS em 4% e uma derrama de 1%, incluindo a aplicação de uma taxa de 0,01% às empresas com volume de negócios inferior a 150 mil euros.
“Esta ausência de mudança confirma uma governação acomodada, sem ambição reformista e distante das reais dificuldades das famílias e da economia local”, lamenta o PS.
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