
Alberto Souto irá suspender o mandato de vereador na Câmara de Aveiro após tomar posse, como já tinha anunciado.
O cabeça de lista do PS derrotado na ‘corrida’ para a liderança do executivo invoca “a condição familiar”, dado que é irmão do presidente eleito.
“A interpelação e confrontação permanente com o novo Presidente inerentes ao cargo de vereador da oposição teria riscos para a salvaguarda daquela relação, que é mais importante preservar”, explica numa nota partilhada pelas redes sociais.
Alberto Souto antecipa que o novo ciclo autárquico “será muito diferente”, atendendo a que “a maioria dos aveirenses não votou no presidente eleito”, que está em minoria (quatro eleitos em nove).
“Esperamos que mostre abertura para fazer entendimentos, sob pena de paralisar, ele próprio, o seu executivo. O mandato que os aveirenses conferiram a todos exige consensos e não permite decisões unilaterais impositivas”, lembra.
Para Alberto Souto, mandato que os quatro vereadores do PS receberam “foi o de serem críticos e construtivos”, lembrando os compromissos de propor “a revogação/anulação dos erros graves que ainda possam ser evitados”, acrescentando que os eleitos do partido devem votar contra “sempre que o demérito de novas propostas o justifique”, serem “construtivos, apresentado propostas em consonância com o programa” por que foram eleitos e “votando a favor de todas as propostas de terceiros em que se revejam.”
“Espero, por isso, que seja um ciclo autárquico de diálogo e de negociação, que os aveirenses mostraram querer e não um exercício de prepotência e arrogância institucional, que os aveirenses não legitimaram a ninguém”, finaliza.
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