Foto do Facebook do Museu Marítimo de Ílhavo.

O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) fecha o ano de 2025 com cerca de 80 mil visitantes e prepara-se para chegar a 1 milhão e 500 mil visitantes no ano em que assinala os 25 anos de temática marítima. O número de visitantes tem sido contabilizado desde que o MMI abriu portas em outubro de 2001, com um projeto de ampliação e remodelação.

Inaugurado em 1937, o MMI começou por assumir uma vocação etnográfica e regional, como lugar de memória dos ilhavenses. Em 2001, foi renovado e ampliado pela Câmara de Ílhavo com o projeto do Gabinete ARX Portugal, que contribuiu para impulsionar a renovação e a redefinição do seu discurso expositivo, que, entretanto, se passou a focar na pesca do bacalhau.

Nesse mesmo ano foi também inaugurado o Navio-Museu Santo André (NMSA), um antigo arrastão bacalhoeiro recuperado e convertido em polo do Museu.

Mais recentemente, em 2013, o MMI foi de novo expandido, tendo-lhe sido incorporado um Aquário de Bacalhaus, que conta com cerca de 20 bacalhaus, com um peso médio de cinco quilogramas cada um. Atualmente, as principais referências expositivas do Museu são a pesca do bacalhau no Atlântico Norte, as fainas da Ria e a diáspora dos Ílhavos.

Em 2021, foi inaugurado o Centro de Religiosidade Marítima (CRM), o primeiro centro de religiosidade de temática marítima em Portugal.

Entre 2001 e 2025, o Museu Marítimo de Ílhavo passou dos seis mil visitantes anuais, para mais de setenta mil, tendo registado em 2019 o maior número de público, com 88 903 visitantes. Desde então, o público do MMI tem rondado os cerca de 80 mil visitantes por ano.

Câmara de Ílhavo

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