
Arrancou hoje de manhã no Tribunal de Aveiro, sem a presença de público e jornalistas, o julgamento do rapaz de 14 anos acusado de matar a mãe, em Vagos.
No período da manhã, “após exposição das questões consideradas relevantes para a solução do caso, precisando as que são controvertidas, a juíza titular “indicou os meios de prova a produzir”, deu palavra ao Ministério Público e à defensa, informa um comunicado divulgado pelo Juiz Presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Aveiro.
As advogadas do arguido solicitaram “a prestação de esclarecimentos por parte do médico pedopsiquiatra e do psicólogo que elaboraram os relatórios de pedopsiquiatra e de psicologia”, o que foi deferido pelo coletivo.
Depois, “deu-se início à produção de prova, com a prestação de declarações pelo menor, que o quis fazer, prolongando-se durante toda a manhã”.
Estavam arroladas para hoje testemunhas convocadas para o período matinal, que, em parte, devem ser ouvidas durante a tarde e as restantes na quinta-feira.
“A sessão decorreu com normalidade, não se tendo suscitado qualquer incidente”, finaliza o comunicado.
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