Indignação com o abate das árvores do tribunal de Aveiro

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Foto de Maria Manuel Candal (Facebook).
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A Comarca de Aveiro desconhecia que as árvores junto do Palácio de Justiça da cidade iriam ser abatidas.

Os três exemplares começaram a ser cortados ela manhã, numa operação de limpeza a cargo de uma firma especializada que está a motivar desagrado.

A Comarca de Aveiro garantiu que o abate não foi comunicado previamente.

“Desconhecia e fomos surpreendidos”, assumiu o juiz presidente Paulo Brandão, adiantando que “o que tinha sido pedido há muito tempo era que se aparasse a árvore maior, ao lado do ‘totem’, para evitar a queda de galhos, apenas isso”.

Nas redes sociais sucedem-se as reações de desagrado de cidadãos, incluindo profissionais ligados à Justiça que frequentam mais regularmente a praça Marquês de Pombal, onde está localizado o tribunal.

Trabalho de “renovação do parque arbóreo” e reforço da segurança das pessoas – Ribau Esteves

O presidente da Câmara assegurou, entretanto, que a “intervenção programada” de abate decorreu no âmbito do trabalho de “renovação do parque arbóreo” da cidade, que prevê intervenções em vários locais com a plantação de mais de 150 exemplares “mais adequados”.

No caso da praça Marquês de Pombal, o corte das árvores estava “cadastrado” atendendo a que se tratavam de exemplares de “copa alta” com riscos de cair por força do vento. Depois da limpeza do local, será reconstruído o espaço ajardinado e plantadas novas árvores “mais adequadas”.

O autarca adiantou que nos últimos dias foi necessário remover duas árvores do parque Infante D. Pedro que estavam em mau estado. Uma caiu em cima de um poste de iluminação sem danos pessoais “antes do corte” que estava já programado, abrangendo outro exemplar igualmente em situação de risco.

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