
Evaristo Silva, presidente da associação de artesãos A Barrica, estava, naturalmente, satisfeito com o regresso da FARAV, que vinha sendo reclamado desde o interregno da feira. Estava prometido desde a campanha eleitoral, nomeadamente pelo atual presidente da Câmara. Promessa agora cumprida.
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O jardim praça do Rossio, enquanto uma “porta da cidade”, é considerado como o local ideal para a feira, espaço comercial mas, também onde é possível ver os artesãos a trabalhar entre as seis dezenas de presenças da Região e todo o país.
“Acabou com muita pena nossa. Era das feiras mais antigas e a segunda maior do País. Agora vamos ter de palmilhar aos poucos para fazermos uma FARAV maior. Este recomeço, até para a Câmara, é uma aprendizagem e esperamos melhorar”, referiu o presidente de A Barrica que lamentou a falta de tempo para mobilizar ainda mais artesãos.
Nas boas-vindas, o presidente da Câmara colocou já um objetivo para 2027, que é incluir, também, artesãos estrangeiros, internacionalizando a feira agora reativada e melhorias nas condições do recinto.
“Uma marca que ficou na memória dos aveirenses”, quando alcançou “prestígio nacional”, lembrou Luís Souto, para quem o artesanato precisa de “um apoio especial das instituições públicas”. Aveiro contribui com uma feira “numa praça de eventos que mais uma vez justifca o investimento feito”, ajudando, também, “a capitalizar o turismo” da cidade, num investimento de “alguns milhares de euros”, mas que é considerado bem justificado (mais declarações partilhadas abaixo).
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