Continua o saque ao bolso dos aveirenses para “festas e megalomanias”

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Já ninguém tem paciência para as políticas deste Presidente da Câmara.

Continua a manter os aveirenses presos a impostos e taxas, quer gerir com valores avultados de liquidez para executar as suas politicas megalómanas de investimento (Rossio, Avenida, Academia de 3,2 milhões, etc.), desprezando as obras que podem melhorar o dia-a-dia dos aveirenses do centro e das periferias (espaço urbano, passeios, plano de melhoria da rede viária em todo o município, transportes, lixos, etc.) e mais grave, penaliza desnecessariamente, por clara opção política, os que têm de sacrificar as suas finanças pessoais para engordar os cofres camarários.

A incorporação de um saldo de 48.334.795,17 € no Orçamento da Câmara Municipal de Aveiro para 2019, através da aprovação de um Orçamento Retificativo, só vem dar razão às críticas do PS quanto à forma como a “Coligação” gere as finanças da Autarquia.

Governar com muito dinheiro em bancos, desproporcional ao valor do investimento programado, é um mau hábito desta gestão, que para executar esta estratégia penaliza os aveirenses com a manutenção das taxas e dos impostos em valores máximos.

Aquando da aprovação do Orçamento para 2019 o PS votou contra, por discordar dos pressupostos da sua elaboração. Entendíamos que existiam disponibilidades financeiras para repor os limites legais do endividamento autárquico e com isso adquirir a possibilidade de decidir quais os limites das taxas e impostos a aplicar, desonerando os aveirenses.

Não foi a opção da maioria, e passados três meses a nossa razão confirmou-se.

Ao fechar-se o ano de 2018 com um saldo bancário de 48.334.795,17 €, ao propor-se um Orçamento com uma receita total de 92.116.766,53 € e ao pretender-se a venda de património não estratégico por 8,5 milhões de euros, as razões que levaram ao nosso voto contra do PS no Orçamento estão validadas.

PS concelhio de Aveiro