‘Aveiro Steam City 2’ vai chegar à CIRA

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Balanço do programa Aveiro Steam City.
Comercio 780

“Este não é um processo que se fecha, é um processo que apenas muda de etapa”. O presidente da Câmara de Aveiro deu conta do empenho de dar seguimento ao programa ‘Aveiro Steam City’, concluída que está a execução do investimento de 6,1 milhões de euros (4,9 milhões de euros a fundo perdido, através do Urban Innovative Actions).

“O balanço tem uma nota de conclusão principal: este projeto foi, é e vai seguramente continuar a ser uma aposta claramente ganha”, disse Ribau Esteves ao intervir esta quarta-feira na apresentação dos resultados, que decorreu com a presença dos parceiros no Teatro Aveirense, onde está patente uma exposição dos ações levadas a cabo para “estimular a transformação digital da cidade”.

O edil sublinhou a “excelência deste processo” lançado há três anos que se pretende continuar. Por isso, “os objetivos” estão colocados em lançar um ‘Aveiro Steam City 2 com outras operações a “agarrar” através de programas de investimento junto da União Europeia.

Espera-se, assim, “apresentar novas candidaturas para preparar o jovens para o mercado qualificado, aumentar a competitivdade das empresas e, ainda, facilitar aos cidadãos o acesso a mais e melhores serviços”.

O balanço do ‘Aveiro Steam City’ ficou assinalado pela assinatura de um novo protocolo de colaboração com 14 entidades, incluindo vários projetos da primeira versão, para dar seguimento ao trabalho, que irá passar a ter “mais dimensão e expressão” no quadro da região de Aveiro.

Na partilha “das conclusões”, a primeira referência foi a área da educação (educação steam), “a mais importante” e uma das “notas distintivas” do programa, que teve “presença muito forte nas escolas”, com os ‘tech labs’ e envolvimento dos professores. Aveiro prepara-se para dinamizar uma “rede europeia” de municípios “pioneiros nesta sensibilidade”.

Nas ações de “formação específica”, que tiveram vários projetos, foi destacado o “aprofundamento de competências steam” com envolvimento da Universidade de Aveiro.

A criação do ‘Living Lab’, com parcerias para aproveitar a rede em fibra e 5G experimental, permitiu que várias empresas e instituições fazerem Investigação & Desenvolvimento (I&D), nomeadamente na construção das chamadas ‘cidades inteligentes’.

A finalizar, Ribau Esteves referiu o “contributo muito importante” que o Aveiro Steam City “teve e vai contar a ter para a candidatura a Capital Europeia da Cultural, na soma da arte, criatividade e tecnologia, que vamos praticando tirando proveito do ecossistema único e especial que existe em Aveiro”.

“Aveiro teve uma oportunidade que aproveitou, na educação, no desenvolvimento económico, na cultura, na mobilidade e ambiente”, concluiu o edil.

Discurso direto

“Felicito terem transposto para a realidade a candidatura. É muito fácil fazer uma boa candidatura, assumir compromissos mas na prática não. Conseguiram um verdadeiro trabalho de rede de parceiros, porque é visível no trabalho. Foi uma das forças desta candidatura. Este projeto deve inspirar outras cidades de procurar fontes de investimento nestas iniciativas fora dos programas comunitários. Os recursos atribuídas diretamente pela Comissão Europeia têm vindo a aumentar. É um campeonato mais competitivo mas depois de entrarmos é muito mais fácil” – Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial.

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