
A “intenção de revogação de licença” de atividade marítimo-turística nos canais citadinos da Ria, em Aveiro, não chegou a motivar deliberação camarária. Pode estar em perspetiva um novo prazo para a adesão ao sistema de carregamento que eliminará os motores a combustível.
O ponto incluído na ordem de trabalhos da reunião do executivo acabou por ficar adiado para discutir na próxima reunião. Uma decisão por unanimidade. Até lá, deverá ser apresentado um ‘ponto de situação’ para fundamentar melhor uma eventual deliberação.
A possibilidade de revogação decorre de alegados incumprimentos da esmagadora maioria das empresas licenciadas na eletrificação dos motores das embarcações.
O sistema de carregamento custou ao município cerca de 350 mil euros, tendo sido instalado em 2021, com apoios comunitários, mas mantém-se praticamente sem uso.
Estava fixada pela Câmara anterior como “obrigação” que todos os 10 operadores marítimo-turísticos procedessem “à substituição integral” dos motores de combustão por motores elétricos até 31 de dezembro de 2025. Apenas dois estariam em condições de cumprir aquando do arranque de 2026.
A última hasta pública para concessão dos circuitos marítimo-turísticos nos canais urbanos da cidade, em fins de 2024, atribuiu todos os 10 cais pelos quais os concorrentes pagaram cerca de 9,6 milhões de euros a liquidar faseadamente ao longo da concessão, que deve prolongar-se até 2029.
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(em atualização)
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