Alberto Souto, à direita.

Ao 22º episódio dominical, Alberto Souto conclui a apresentação de propostas tendo em vista a elaboração do programa eleitoral autárquico, incluindo uma série de ideias relacionadas com o tema geral ‘Ambiente e alterações climáticas’.

O candidato socialista garante que também tem acolhido propostas de cidadãos. “Ao contrário do que alguns afirmam, tentando deslustrar, elas não foram apenas o resultado da minha reflexão, mas, também, dos contributos enviados por muitas pessoas que nos fizeram chegar dezenas e dezenas de ideias e das reflexões ocorridas nos Encontros Temáticos”, explica numa nota partilhada pelas redes sociais, mantendo-se recetivo “a boas ideias”.

“Foi uma reflexão aberta, muito participada, com a muita qualidade de diversos palestrantes e voluntários. E com resultados de que nos orgulhamos”, refere em jeito de balanço sem deixar de responder ao irmão Luís para quem se trata de um programa de autor único de alguém que promete “desfazer tudo que foi sendo feito”.

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Alberto Souto reafirma, em resposta, que é “um exercício transparente e responsável” e “ao contrário dos maledicentes” diz não apresentar “nenhuma proposta megalómana”, nem “nenhuma utópica ou ilusória”. “Queremos o futuro, mas com realismo e contas certas”.

O trabalho seguinte será de fazer “uma síntese e uma depuração” das quais resultará o programa eleitoral “com as medidas prioritárias definidas”.

Sobre as propostas deste domingo, Alberto Souto refere que deve ser tido em conta que estamos numa “região especialmente sensível e vulnerável” quando se fala de ‘Ambiente e alterações climáticas’.

Criar o conselho municipal para a sustentabilidade e resiliência

Entre outros estudos e planos, considera necessário rever o Plano de Acção Climática de Aveiro, “actualizando as medidas e métricas”, elaborar um Plano de Gestão Arbórea “construindo os parques já constantes da primeira proposta e replantando árvores (Rossio, Avenida, etc.)”.

Um Plano de Mobilidade Sustentável, um Plano Local de Biodiversidade, “que identifique hotspots de biodiversidade, defina ações de conservação e renaturalização e promova a sensibilização” e um ‘Plano de Preservação da Reserva Natural de S. Jacinto’ são outras das propostas.

Noutro âmbito, Alberto Souto diz que é preciso “melhorar a recolha selectiva dos resíduos e selar o aterro de Eirol”, proceder à “monitorização avançada” da qualidade do ar, o reforço da mobilidade elétrica, avançar com a eliminação de amianto e criar um conselho municipal para a sustentabilidade e resiliência.

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