A impressionante apreciação de Olaf Scholz

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Antonio Costa e Olaf Scholz, chanceler da Alemanha, na Hannover Messe © AFP.

O chefe político alemão desconhece ou iludiu a realidade da situação sociopolítica e mesmo económico-financeira de Portugal.

Brasilino Godinho *

Em Hannover, Olaf Scholz, chanceler alemão, inaugurou a respectiva feira industrial que tem como país convidado Portugal. Aproveitou a circunstância para saudar António Costa, chefe do governo português, que se encontrava sentado na plateia.

E entre outras afirmações de circunstância disse: “Portugal tem escrito uma história de sucesso económico impressionante”.

Mais acrescentou: “os executivos liderados pelo primeiro-ministro português têm investido de forma maciça na capacidade inovadora de Portugal, com institutos de investigação de ponta, como por exemplo, o Fraunhofer Institute a ficarem atraídos por Portugal”.

Ficou realçado que o chefe político alemão desconhece ou iludiu a realidade da situação sociopolítica e mesmo económico-financeira de Portugal.

O conhecimento de tais declarações de Olaf Scholz aludindo a um pretenso “sucesso económico impressionante” tiveram o condão de eu ficar impressionado com a sua impressionante apreciação. E induziu-me ao cumprimento da obrigação cívica de lhes associar informações sobre outros quatro sucessos de péssima conformação que atribuo aos governos das últimas décadas e não a Portugal que neles não tem parte activa e deles só tem recolhido consequências desastrosas que, com intensidade, incidem no viver quotidiano dos portugueses (na sua esmagadora maioria).

Com explanação simples e referência concisa direi que, destoando do sucesso económico apontado por Olaf Scholz, devo assinalar os quatro sucessos em que se contemplam os governos portugueses da vigente Partidocracia.

São os seguintes:
– Empobrecimento geral da população;
– Desgoverno persistente e contínuo agravamento das dívidas interna e externa;
– Expansão da pandemia Covid-19 e da que agora surgiu: varíola dos macacos;
– Crescente domínio e consolidação do Estado Maçónico; ele configurado como Dono Disto Tudo.

Quatro sucessos nefastos e vergonhosos, inaceitáveis e repulsivos, que englobam um conjunto de ocorrências, situações e factores conhecidos pelos portugueses e que bem definem os trágicos graus de decadência, corrupção, desagregação social e de abrangentes atrasos em diversas áreas da nação portuguesa.
Mais não é preciso acrescentar…

* Doutorado em Estudos Culturais, autor. https://www.facebook.com/brasilino.godinho

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