Tribunal de Aveiro.

Um homem residente em Águeda foi condenado a cinco anos de prisão no Tribunal de Aveiro por crimes de furtos (2), burlas informáticas (2) e posse de arma proibida. O arguido estava acusado de três furtos e três burlas informáticas.

A pena ficou suspensa sob regime de prova e o pagamento a lesados de uma quantia que ronda os 20 mil euros.

O processo em causa, que remonta a 2020, diz respeito a furtos de cartões de débito ocorridos em lugares rurais de Cantanhede.

A investigação da GNR seguiu o rasto do dinheiro retirado das contas dos lesados, o que aconteceu em levantamentos ATM e, sobretudo, no pagamento de cartões ‘Paysafecard’ (vouchers que permitem pagar online sem cartão de crédito nem conta bancária), que por sua vez tinham contas associadas ao casal de “cúmplices” que, no entanto, foram absolvidos por falta de provas de envolvimento nos crimes.

Apurou-se que grande parte dos vouchers foram usados em plataformas de jogo online, mas também nos casinos de Espinho e Figueira da Foz.

O arguido principal, que tem cadastro por assalto a veículos (esteve envolvido num processo por furto de cheques e levantamento das respetivas quantias), é pai de indivíduo atualmente a cumprir 25 anos de prisão por ter liderado, a partir de Águeda, uma rede internacional de pedofilia , tendo sido condenado por crimes de abuso sexual de crianças e pornografia de menores.

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