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	<title>Arquivo de Marinhas - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<description>Notícias da Região de Aveiro atualizadas em permanência</description>
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	<title>Arquivo de Marinhas - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<item>
		<title>As marinhas, o parque das “janelas do céu”</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/as-marinhas-o-parque-das-janelas-do-ceu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 22:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
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		<category><![CDATA[Salinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez esteja na altura de começarmos a pensar de forma planeada e coletiva este território e a integrá-lo de forma plena como um parque natural e urbano único de Aveiro, com tamanho equivalente a cinco vezes a dimensão da cidade. Por José C. Mota * Aveiro é um lugar mágico. Não há muitas cidades que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Talvez esteja na altura de começarmos a pensar de forma planeada e coletiva este território e a integrá-lo de forma plena como um parque natural e urbano único de Aveiro, com tamanho equivalente a cinco vezes a dimensão da cidade.</strong></p>
<p><strong>Por José C. Mota *</strong></p>
<p>Aveiro é um lugar mágico. Não há muitas cidades que dispõem de um parque natural a dois passos do centro.</p>
<p>Na verdade, não é bem um parque natural porque parte dele foi construído pelo homem, num equilíbrio raro e delicado com a natureza. Uma das obras arte produzidas são as marinhas de sal, um dos engenhos mais belos do mundo, merecedor de distinção equivalente.</p>
<p>Hoje em dia, nem todas as marinhas produzem sal, algumas estão adaptadas a novas funções.</p>
<p>Assim de memória existem uma praia urbana e casas lacustres para turismo (Marinha da Noeirinha), spa’s salinos (Cale do Oiro – Salinário), produção de ostras (Ostraveiro – Aquacultura e Turismo), piscicultura, produção de salicórnia e percursos de natureza (Ilha dos Puxadoiros).</p>
<p>As margens destas marinhas acolhem equipamentos importantes como o Centro Municipal de Interpretação Ambiental e vários centros náuticos e de canoagem, assim como os Passadiços da Ria, que trazem públicos importantes e diversificados a esta área.</p>
<p>Temos, infelizmente, vários edifícios devolutos (antiga lota, antigo TIR TIF) e muitos terrenos de terra batida que transmitem uma imagem desqualificada não compatível com a beleza natural da envolvente.</p>
<p>Quase sem darmos conta, foi-se desenvolvendo uma espécie de “cidade lacustre” um pouco desorganizada, em algumas zonas de acesso excessivamente motorizado, mas com enorme potencial.</p>
<p>Talvez esteja na altura de começarmos a pensar de forma planeada e coletiva este território e a integrá-lo de forma plena como um parque natural e urbano único de Aveiro, com tamanho equivalente a cinco vezes a dimensão da cidade.</p>
<p>O Parque das Marinhas podia transformar-se num desígnio comum, num objetivo que nos una e mobilize pelo futuro de Aveiro.</p>
<figure id="attachment_30174" aria-describedby="caption-attachment-30174" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-30174" src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2020/04/80858905_10156945444580098_1307221352926674944_n-300x300-1.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2020/04/80858905_10156945444580098_1307221352926674944_n-300x300-1.jpg 300w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2020/04/80858905_10156945444580098_1307221352926674944_n-300x300-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-30174" class="wp-caption-text">José Carlos Mota.</figcaption></figure>
<p><strong>* Docente universitário.</strong></p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjosecarlosmota%2Fposts%2F10157679674915098&amp;width=500" width="500" height="786" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Quase que é um sacrilégio pisar estes torreões</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/quase-que-e-um-sacrilegio-pisar-estes-torreoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 10:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Percursos pedestres]]></category>
		<category><![CDATA[Ria de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os trilhos que tinha improvisado pelo passado, sofreram alguns cortes que me obrigaram, de novo, a inventar novos. Mas continua a ser um espaço maravilhoso, tão perto e tão longe da cidade. Por António Garcia Há dias assim. Regresso às marinhas de sal, abandonadas à décadas, mas que guardam o seu charme envolvendo a cidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os trilhos que tinha improvisado pelo passado, sofreram alguns cortes que me obrigaram, de novo, a inventar novos. Mas continua a ser um espaço maravilhoso, tão perto e tão longe da cidade. </strong></p>
<p><strong> Por António Garcia </strong></p>
<p>Há dias assim.</p>
<p>Regresso às marinhas de sal, abandonadas à décadas, mas que guardam o seu charme envolvendo a cidade de Aveiro de mistério e de muita história.</p>
<p>Quase dois anos depois da minha última passagem, as defesas deste território vão perdendo a sua consistência, particularmente aqueles muros de terra (torreões) que protegem e separam as marinhas quando elas se vestiam de branco em verões de forte brisa. </p>
<p>E os trilhos que tinha improvisado pelo passado, sofreram alguns cortes que me obrigaram, de novo, a inventar novos. Mas continua a ser um espaço maravilhoso, tão perto e tão longe da cidade. </p>
<p>Quase que é um sacrilégio pisar estes torreões que ganharam consistência ao fim de tantas décadas, brotando uma vegetação cerrada que, em período de nidificação, torna-se o paraíso de patos e outros pernas-longas.</p>
<p>Um sol que me irradia de vitamina D, uma brisa que atenua a falta de sombra e eis-me na (re)descoberta deste espaço virgem (quasi) de raça humana. </p>
<p>Entre caminhos difíceis de sulcar, lá encontro uma ou outra cabana que se transformou em espaço de casa de férias e cujos donos se apropriaram indevidamente de domínio público.</p>
<p>A brisa, o sol, o som das numerosos espécies de aves que habitam este universo, enchem-me de paz, abrem-me acesso a um silêncio onde só a transcendência habita. </p>
<p>Num domingo de tarde em que as praias pululam de gente ávida de liberdade, eu encontrei aqui, sozinho, todas as boas sensações que peregrinam o meu espírito. </p>
<p>E foi num desses espaços ditos privados, que pude observar, sentado, em pleno delírio espiritual, as particularidades desta paisagem, ao mesmo tempo que esvazia a minha mochila de um lanche de caminheiro.</p>
<p>Prometi regressar para continuar na minha pesquisa espiritual e territorial.</p>
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		<title>&#8220;Rostos e Histórias de Vida&#8221;: O antigo pescador que reconstruiu a Noerinha</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/rostos-e-historias-de-vida-o-antigo-pescador-que-reconstruiu-a-noerinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2019 20:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Tradições]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida do antigo pescador mudou quando resolveu dedicar-se aos passeios de barco moliceiro e a recuperar a Noerinha, uma antiga marinha de sal há muito abandonada. Os visitantes são levados a conhecer a marinha da Noerinha a produzir sal, onde existe também uma praia fluvial. Rostos que conhecemos do dia a dia e das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A vida do antigo pescador mudou quando resolveu dedicar-se aos passeios de barco moliceiro e a recuperar a Noerinha, uma antiga marinha de sal há muito abandonada.</strong></p>
<p>Os visitantes são levados a conhecer a marinha da Noerinha a produzir sal, onde existe também uma praia fluvial.</p>
<p>Rostos que conhecemos do dia a dia e das vivências locais revelam as suas histórias de vida. A <a href="https://www.facebook.com/radiosoberania99.3/" rel="noopener" target="_blank">Rádio Soberania</a> leva à antena as pessoas que fazem a comunidade pulsar (link abaixo para ouvir).</p>
<p>José Soares  divide o tempo entre os passeios de barcos moliceiros e a marinha da Noerinha, junto à antiga lota, ajudando a retomar a produção de sal que ainda continua em risco de extinção.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fradiosoberania99.3%2Fposts%2F1812484508856586&#038;width=500" width="500" height="463" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" allow="encrypted-media"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Recriação do torrão da Ria de Aveiro – uma tradição ancestral</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/recriacao-do-torrao-da-ria-de-aveiro-uma-tradicao-ancestral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 10:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ria de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queremos chamar a atenção para esta técnica, e para o seu valor, histórico, patrimonial, mas também ambiental e estético. A Associação Centro da Terra, em colaboração com a Explore-Aveiro, promovem de uma visita guiada ao tema injustamente esquecido do &#8216;torrão&#8217;. O &#8216;torrão&#8217; foi o material que durante séculos construiu os muros das marinhas da Ria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Queremos chamar a atenção para esta técnica, e para o seu valor, histórico, patrimonial, mas também ambiental e estético.</strong></p>
<p>A Associação Centro da Terra, em colaboração com a Explore-Aveiro, promovem de uma visita guiada ao tema injustamente esquecido do &#8216;torrão&#8217;.</p>
<p>O &#8216;torrão&#8217; foi o material que durante séculos construiu os muros das marinhas da Ria de Aveiro!</p>
<p>O &#8216;torrão&#8217; é um paralelepípedo de terra argilosa, com uma face quadrada de aproximadamente 25 cm, com a profundidade igual às medidas da lâmina da enxada usada para os retirar do chão das praias de junco onde eram produzidos.</p>
<p>Os blocos extraídos eram transportados de barco até à marinha e colocados deitados, por camadas, na mesma sequência em que eram extraídos.</p>
<p>Com a escassez de outro tipo de material nas proximidades, e com as dificuldades de acesso a estas ilhas da Ria de Aveiro, as motas eram construídas por duas paredes paralelas de &#8216;torrão&#8217; que delimitam as marinhas e evitam a inundação durante as marés.</p>
<p>A zona interior era toda preenchida com lamas provenientes do interior da marinha e que, por serem materiais muito argilosos, lhe conferiam a necessária impermeabilidade.<br />
Era uma tarefa que exigia grande esforço físico, tempo, conhecimento e mão-de-obra.</p>
<p>Como os torrões eram retirados das Ilhas de Junco, transportam estas plantas e suas raízes. As raízes ajudavam a estabilizar o conjunto, e as plantas, cresciam de novo e davam beleza a estes muros verdes – autênticos “jardins verticais”, que ladeavam os canais entre as Marinhas da Ria de Aveiro.</p>
<p>Estamos portanto perante um material biodegradável, ecológico e de efeito estético muito interessante. A mecanização da construção e a vulgarização de materiais de mais fácil utilização e maneio, veio promover o crescente abandono desta técnica, que com tempo tem sido até esquecida.</p>
<p>Com esta ação, queremos chamar a atenção para esta técnica, e para o seu valor, histórico, patrimonial, mas também ambiental e estético. Faz parte integrante da identidade e da imagem da nossa laguna. Devemos portanto conhecer, estudar e divulgar.</p>
<p>Assim, propomo-nos  recriar esta tradição, com o apoio de um marnoto que generosamente connosco partilha o seu saber, nesta técnica que desde criança aprendeu todos os segredos: o senhor João Instrumento. Mas também com o conhecimento científico da Universidade de Aveiro, na pessoa do investigador António Figueiredo e a engenheira Maria Carlos, que também há vários anos se interessaram e estudaram o material e o processo construtivo e que aceitaram o nosso desafio de acompanhar a visita.</p>
<p>O Sandro Sousa, da Marinha da Passagem, aceitou receber-nos e deixou-nos trabalhar num dos muros da sua marinha. Durante a visita teremos a oportunidade de realizar uma visita guiada a esta magnífica marinha com um momento de degustação de Ostras e vinho.</p>
<p>Será também apresentada uma pequena brochura sobre o material e a sua história e está prevista uma visita à ilha e uma pequena degustação (<a href="https://www.facebook.com/events/208244186524596/" target="_blank" rel="noopener">mais informações</a>).</p>
<p><strong><em>* Arquiteta Maria Emília Lima, investigador António Figueiredo e engenheira Maria Carlo.</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/recriacao-do-torrao-da-ria-de-aveiro-uma-tradicao-ancestral/">Recriação do torrão da Ria de Aveiro – uma tradição ancestral</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Sal de Aveiro&#8217; organiza segundo workshop</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-organiza-segundo-workshop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 15:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ria de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Salinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Comercial de Aveiro (ACA) continua a desenvolver o seu projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;, cujo objetivo central passa por encontrar empreendedores capazes de dar vida à cidade, através do investimento nas suas marinhas. Para sensibilizar os potenciais empreendedores e com vista a ir ao encontro das suas necessidades, o projeto decidiu avançar com um [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-organiza-segundo-workshop/">&#8216;Sal de Aveiro&#8217; organiza segundo workshop</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Associação Comercial de Aveiro (ACA) continua a desenvolver o seu projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;, cujo objetivo central passa por encontrar empreendedores capazes de dar vida à cidade, através do investimento nas suas marinhas.</strong></p>
<p>Para sensibilizar os potenciais empreendedores e com vista a ir ao encontro das suas necessidades, o projeto decidiu avançar com um segundo workshop, que surge, desta forma, como um guia de boas práticas de licenciamento de marinhas.</p>
<p>O Workshop &#8220;Sal de Aveiro – Boas Práticas para Licenciar a sua Marinha&#8221; vai ser realizado no dia 26 de setembro, pelas 14:30, na Marinha Passagem.</p>
<p>A organização assegura o transporte de barco desde o cais até à Marinha e ainda oferece um temático coffee break. Todos aqueles que pretendam participar neste evento devem fazer a sua inscrição gratuita no link <a href="https://goo.gl/forms/1gctjOLSNFZiovOA3" target="_blank" rel="noopener">https://goo.gl/forms/1gctjOLSNFZiovOA3</a>, disponível na página de Facebook do projeto.</p>
<p>O programa do workshop está prestes a ser revelado, mas a organização do evento atesta que as entidades presentes serão da maior relevância para o projeto e tema do workshop, sendo que, segundo a mesma, a presença no evento é essencial a todos aqueles que pretendem iniciar um negócio nas marinhas de Aveiro.</p>
<p>O &#8216;Sal de Aveiro&#8217; é um projeto da Associação Comercial de Aveiro apoiado pelo Portugal 2020, no âmbito do Norte 2020 &#8211; Sistema de Apoio a Ações Coletivas &#8211; Promoção do Espírito Empresarial, e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-organiza-segundo-workshop/">&#8216;Sal de Aveiro&#8217; organiza segundo workshop</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;O objetivo é criar uma marca, que seja diferenciadora e não se perca&#8221;</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-objetivo-e-criar-uma-marca-que-seja-diferenciadora-e-nao-se-perca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 16:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Sal de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Salinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Comercial de Aveiro (ACA), entidade promotora do projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;, começa a ver os primeiros frutos de vários anos a trabalhar para inverter o declínio da produção de sal artesanal. Entrevista com o presidente, Jorge Silva, para fazer o ponto de situação e antecipar mais um worshop sobre a atividade. Qual é [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-objetivo-e-criar-uma-marca-que-seja-diferenciadora-e-nao-se-perca/">&#8220;O objetivo é criar uma marca, que seja diferenciadora e não se perca&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Associação Comercial de Aveiro (ACA), entidade promotora do projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;, começa a ver os primeiros frutos de vários anos a trabalhar para inverter o declínio da produção de sal artesanal. Entrevista com o presidente, Jorge Silva, para fazer o ponto de situação e antecipar mais um worshop sobre a atividade.</strong></p>
<p><strong>Qual é a vossa pretensão com este projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217; ?</strong><br />
Estamos a tentar potenciar algo que é a marca da cidade. Se há algo que marca a cidade são as salinas&#8230;</p>
<p><strong>O que tem sido mais difícil ?</strong><br />
O levantamento é a parte mais complicada. Aí o papel da Universidade de Aveiro foi preponderante.</p>
<p><strong>É quase como redescobrir as marinhas ?</strong><br />
Sem dúvida. Sem ter as marinhas devidamente cadastradas não conseguimos ter a certeza do que estamos a tratar. É o ponto de arranque do projeto. Depois queremos potenciar a marca, que temos registada. Para que todas as pessoas que produzem, comercializam, fazem deste sal algo identitário da nossa região, se sintam defendidos.</p>
<figure id="attachment_1001" aria-describedby="caption-attachment-1001" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1001" src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" srcset="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-300x205.jpg 300w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-1024x698.jpg 1024w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-768x524.jpg 768w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-1536x1047.jpg 1536w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-218x150.jpg 218w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca-1068x728.jpg 1068w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/jorge_silva_aca.jpg 1839w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1001" class="wp-caption-text">Jorge Silva, presidente da Associação Comercial de Aveiro.</figcaption></figure>
<p><strong>A pressão turística trouxe oportunidades.</strong><br />
Sim, mas andamos a trabalhar neste projeto há sete anos. Agora veio à tona. Temos acompanhado este retorno dos privados às marinhas, olhando-as não apenas para a produção de sal, embora seja indispensável claro.<br />
A Universidade deu um leque muito interessante de diferenciação, desde o uso ligado à higiene ou à beleza, passando pela saúde. Mas também à observação de aves, pesca de recreio, à mera visitação&#8230;existe muito que fazer.<br />
E com uma particularidade muito interessante, que destacámos na apresentação à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC): as marinhas da cidade de Aveiro ficam do outro lado da estrada. Basta atravessar. Não há outra cidade, tirando eventualmente Tavira, com este potencial à mão. Além disso, se nos afastarmos mais alguns metros, ficamos no meio de uma zona lagunar.</p>
<p><em><strong>&#8220;Existem privados a gastar muito dinheiro mesmo em melhorar as marinhas&#8221;</strong></em></p>
<p><strong>Vão surgindo atividades a acompanhar este trabalho do projeto ?</strong><br />
Existem privados a gastar muito dinheiro mesmo em melhorar as marinhas.<br />
É muito importante destacar o trabalho de benchmarking que fizemos, para conhecer o que sucede lá fora, em zonas com produção de sal, por exemplo, na Bretanha, onde é muito forte. Vendem sal a quase um euro, o nosso anda pelos sete cêntimos.<br />
Temos um caminho ainda longo a percorrer, trabalhar isso muito bem, para valorizar o nosso sal marinho, dar valor ao que temos, que não pode competir em prateleiras de supermercado. É diferente, pelo teor de humidade muito bom, por exemplo. Temos de posicionar o nosso sal de forma distinta no mercado.</p>
<p><strong>Os proprietários acordaram para as marinhas ?</strong><br />
Sim. Aparece muita gente interessada. Nem sempre é fácil de fazer algo, porque existem dificuldades, muitas estão nas famílias, há muitos herdeiros. Vão falar com os primos&#8230; Há gente a vende e a comprar.<br />
Mas isto vai demorar. Queremos estar mais presentes, temos mais certezas do que vamos fazer.<br />
Surgem ideias muito engraçadas, é louvável. Mas não podemos esquecer o que nos distingue, que é o sal. Sem risco de descaracterização de algo que é histórico. Sem parques temáticos. É preciso bom senso. Criámos duas plataformas na internet. Convidamos quem tem marinhas e queira arrendar, vender, concessionar ou algo para fazer com o sal a publicitar. O objetivo é criar uma marca, que seja diferenciadora e não se perca.<br />
Achamos fantástico o que já está a ser feito, sem deixar de ter alguns cuidados. Não existe turismo vinícola sem produção de vinho&#8230;<br />
O projeto tem vindo a promover outras oportunidades, gente que se interessa pela produção de salicórnia outros que propõem máquinas para a apanha, enfim&#8230;é curioso.</p>
<figure id="attachment_992" aria-describedby="caption-attachment-992" style="width: 223px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-992" src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro3-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" srcset="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro3-223x300.jpg 223w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro3.jpg 714w" sizes="auto, (max-width: 223px) 100vw, 223px" /><figcaption id="caption-attachment-992" class="wp-caption-text">Workshop organizado pelo projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;.</figcaption></figure>
<p><em><strong>&#8220;A problemática maior aqui é saber quem manda em quê&#8221;</strong></em></p>
<p><strong> Existem obstáculos difíceis de ultrapassar quando se lida com este tipo de território, de jurisdições distintas, proteções? </strong><br />
A problemática maior aqui é saber quem manda em quê, onde e quando. É a parte complicada. Vamos fazer um novo workshop a 26 de setembro, com a presença do presidente da Câmara. A pedido de vários interessados, queremos ter agora também representadas as entidades que licenciam. Já falámos dos investimentos, agora a grande dificuldade é burocrática, dos<br />
domínios públicos, etc. Precisamos de quem nos possa elucidar, para evitar as dificuldades.</p>
<p><strong>Estão a surgir negócios novos ?</strong><br />
Sim, estão a aparecer. Marcas que são criadas para comercializar sal. Procuramos que usem a marca &#8216;Sal de Aveiro&#8217; como denominador comum.</p>
<p><strong>Qual o rumo do projeto ?</strong><br />
Queremos o máximo de marinhas em atividade, empresas e empregos, investimento e postos de trabalho, atrair clientes. Posicionar o sal de Aveiro no mercado de forma diferenciada, na área gourmet, por exemplo, mas também na vertente da saúde. Poderemos ter aí oportunidades de negócio interessantes. Perceber que é sal de Aveiro, sem dúvidas. Podem pagar mais, mas é pelo valor acrescentado que tem. Vamos trabalhar isto calmamente para chegar a resultados.</p>
<p><em><strong>&#8220;Queremos que haja algo que perdure e a especulação, por vezes, não ajuda&#8221;</strong></em></p>
<p><strong>As marinhas podem ser alvo de especulação imobiliária ?</strong><br />
É uma pergunta difícil. Existe muita oferta, muitas abandonadas e alagadas. Queremos que haja algo que perdure e a especulação, por vezes, não ajuda. Não queremos que se volte a constatar o declínio.<br />
Produzir sal apenas não é lucrativo. Tem de haver uma série de produtos. A marinha agora trabalha-se mais meses durante o ano, tem várias atividades. Os produtos, a flor de sal e a salicórnia, e outros, como a aquacultura, sem esquecer as visitas ou os banhos. Pode sustentabilizar o negócio. É uma atividade também muito ligada aos valores históricos e culturais.<br />
Os operadores que surgiram têm boas perspetivas e os negócios parecem interessantes.<br />
O sal de Aveiro tem de ser identificado, à distância, pela sua identidade e história, um espaço conquistado ao mar pelo homem marnoto. Mil anos de história. Uma imagem que pode ser um pouco romântica, mas é importante para transmitir o que se pretende.</p>
<figure id="attachment_993" aria-describedby="caption-attachment-993" style="width: 175px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-993" src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro4-175x300.jpg" alt="" width="175" height="300" srcset="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro4-175x300.jpg 175w, https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2018/08/sal_aveiro4.jpg 559w" sizes="auto, (max-width: 175px) 100vw, 175px" /><figcaption id="caption-attachment-993" class="wp-caption-text">Projeto &#8216;Sal de Aveiro&#8217;.</figcaption></figure>
<p><strong>Projeto pode acompanhar 12 ideias de negócio</strong></p>
<p>O projeto tinha, em julho, 16 marinhas disponíveis para arrendamento que cobrem uma área total de 974.988 m2. A equipa técnica iniciou o acompanhamento especializado aos empreendedores, sendo que tem disponibilidade para o fazer a 12 interessados em iniciar um negócio relacionado com as marinhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações:</strong><br />
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/SaldeAveiro" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/SaldeAveiro</a><br />
Site: <a href="https://saldeaveiro.pt" target="_blank" rel="noopener">https://saldeaveiro.pt</a><br />
Booking Marinhas:<a href="http://bookingmarinhas.pt" target="_blank" rel="noopener"> http://bookingmarinhas.pt</a></p>
<p><strong>Texto relacionado:</strong><br />
<a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-procura-ideias-para-dar-vida-a-antigas-marinhas/">“Sal de Aveiro” procura ideias para dar vida a antigas marinhas</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/o-objetivo-e-criar-uma-marca-que-seja-diferenciadora-e-nao-se-perca/">&#8220;O objetivo é criar uma marca, que seja diferenciadora e não se perca&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<title>&#8220;Sal de Aveiro&#8221; procura ideias para dar vida a antigas marinhas</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-procura-ideias-para-dar-vida-a-antigas-marinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 16:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Sal de Aveiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Salinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Comercial de Aveiro (ACA) está a lançar um programa de empreendedorismo como forma de dinamizar as marinhas de sal da cidade, ajudando a contrariar o declínio. O projeto &#8220;Sal de Aveiro&#8221; tem como &#8220;principal objetivo incentivar&#8221; a criação de novas empresas que estejam relacionadas com a produção e comercialização de sal, bem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Associação Comercial de Aveiro (ACA) está a lançar um programa de empreendedorismo como forma de dinamizar as marinhas de sal da cidade, ajudando a contrariar o declínio.</strong></p>
<p>O projeto &#8220;Sal de Aveiro&#8221; tem como &#8220;principal objetivo incentivar&#8221; a criação de novas empresas que estejam relacionadas com a produção e comercialização de sal, bem como de produtos ou serviços associados.</p>
<p>Estão disponíveis estudos de mercado e benchmarking &#8220;para determinar a viabilidade das 70 marinhas&#8221; localizadas nos grupos &#8220;São Roque e do Mar”, que vão constar de uma bolsa de arrendamento &#8220;com elevado potencial de desenvolvimento económico e passíveis de serem exploradas.&#8221;</p>
<p>Nos últimos anos, o impulso turístico tem conseguido ´estancar´ o desaparecimento de salinas em Aveiro, com a manutenção e até recuperação de algumas marinhas.</p>
<p>O programa de empreendedorismo é coofinanciado pelo programa Centro 2020, no âmbito dos fundos europeus Portugal 2020.</p>
<p>&#8220;Este produto inspira-o&#8221; é o desafio colocado pela ACA que anuncia para breve um site institucional sob o domínio saldeaveiro.pt.</p>
<p>A associação mais representativa do comércio e serviços de proximidade de Aveiro tem vindo a trabalhar com a Universidade de Aveiro neste projeto para &#8220;ressuscitar&#8221; um sector milenar, que atualmente não é só a produção de sal, pois explora flor de sal e salicórnia, entre outros produtos</p>
<p>&#8220;Nesta jornada pretendemos dar-vos a conhecer um pouco melhor o projeto e as potencialidades das marinhas aveirenses. Tentaremos encarar este desafio da forma mais descontraída possível pedindo sempre a vossa participação, para juntos descobrirmos a beleza da região de Aveiro, das suas marinhas e as especificidades deste projeto Sal de Aveiro&#8221;, escreve a ACA em apelo partilhado nas redes sociais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/sal-de-aveiro-procura-ideias-para-dar-vida-a-antigas-marinhas/">&#8220;Sal de Aveiro&#8221; procura ideias para dar vida a antigas marinhas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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