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	<title>Arquivo de Idosos - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<description>Notícias da Região de Aveiro atualizadas em permanência</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 08:56:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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	<title>Arquivo de Idosos - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<item>
		<title>A dignidade suspensa dos cuidados continuados</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/a-dignidade-suspensa-dos-cuidados-continuados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 23:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[IPSS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há problemas no sistema de saúde que se tornam tão frequentes que correm o risco de desaparecer diante dos nossos olhos, não porque deixem de existir, mas porque a repetição os transforma em paisagem, a crise dos cuidados continuados é um desses problemas. Por Abel García Abejas * Fala-se recorrentemente de listas de espera, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há problemas no sistema de saúde que se tornam tão frequentes que correm o risco de desaparecer diante dos nossos olhos, não porque deixem de existir, mas porque a repetição os transforma em paisagem, a crise dos cuidados continuados é um desses problemas.</strong></p>
<p><strong>Por Abel García Abejas *</strong></p>
<p>Fala-se recorrentemente de listas de espera, de camas bloqueadas, de internamentos prolongados, de doentes clinicamente estáveis que permanecem semanas — por vezes meses — em serviços hospitalares sem necessidade de cuidados agudos, fala-se de famílias desesperadas, de profissionais exaustos, de urgências saturadas, mas talvez o mais inquietante seja precisamente a normalização coletiva desta realidade, como se o sofrimento deixasse de incomodar apenas porque se tornou estrutural.</p>
<p>Contudo, aquilo que hoje se vive em muitos hospitais portugueses não é apenas uma crise de gestão ou de organização, é, acima de tudo, uma crise ética. Porque quando uma pessoa clinicamente estabilizada permanece internada por ausência de resposta social, de reabilitação ou de continuidade assistencial, aquilo que fica suspenso não é apenas a alta médica, é a própria ideia de dignidade.</p>
<p>A medicina contemporânea tornou-se extraordinariamente eficaz no tratamento da doença aguda, salvamos mais vidas, prolongamos sobrevivências, controlamos patologias outrora fatais, mas existe uma fragilidade silenciosa que cresce paralelamente a esse progresso: o aumento da dependência, da multimorbilidade, da fragilidade funcional e da solidão clínica, e é, precisamente aí, que os sistemas de saúde revelam muitas vezes as suas maiores insuficiências.</p>
<p>Os cuidados continuados deveriam representar uma ponte ética entre a cura e o cuidado prolongado, um espaço intermédio de reabilitação, recuperação funcional, acompanhamento ou suporte paliativo, onde o doente pudesse continuar a ser visto como pessoa inteira e não apenas como um “caso resolvido” do ponto de vista hospitalar.</p>
<p>Mas, na prática, transformaram-se frequentemente num território escasso, inacessível e insuficiente para a dimensão real das necessidades existentes.</p>
<p>O resultado está à vista de todos, serviços hospitalares convertidos em zonas de permanência involuntária, urgências ocupadas por pessoas sem destino clínico possível, famílias emocional e financeiramente exaustas, profissionais confrontados diariamente com uma forma particularmente dolorosa de impotência moral: saber exatamente aquilo de que o doente necessita e não conseguir oferecer resposta.</p>
<p>Existe um sofrimento ético silencioso nos corredores hospitalares, um sofrimento que raramente aparece nas estatísticas, mas que acompanha muitos profissionais de saúde. Porque uma coisa é lidar com os limites inevitáveis da medicina, outra muito diferente é assistir diariamente ao prolongamento evitável da vulnerabilidade por falhas estruturais do sistema.</p>
<p>Discutimos frequentemente a sustentabilidade do SNS em termos financeiros, tecnológicos ou organizacionais, debatemos inteligência artificial, digitalização, algoritmos clínicos, medicina preditiva e automação hospitalar, mas talvez a verdadeira pergunta seja mais profunda: que lugar ocupa a vulnerabilidade numa sociedade que valoriza sobretudo a produtividade, a autonomia e a velocidade?</p>
<p>A dependência continua a ser vivida quase como um fracasso silencioso da modernidade, e isso reflete-se inevitavelmente nas prioridades políticas e estruturais dos sistemas de saúde.</p>
<p>Existe hoje uma contradição particularmente inquietante, nunca tivemos tanta sofisticação tecnológica na medicina, nunca fomos tão capazes de prever risco, monitorizar parâmetros à distância ou personalizar tratamentos, e, no entanto, continuamos incapazes de garantir algo profundamente básico: um lugar digno onde uma pessoa fragilizada possa recuperar, ser cuidada ou simplesmente existir com segurança e humanidade.</p>
<p>Talvez porque o problema dos cuidados continuados não possa ser resolvido apenas com mais camas, evidentemente que são necessárias mais respostas, mais financiamento e maior capacidade instalada. Mas existe uma questão mais profunda, a cultura contemporânea do cuidado.</p>
<p>Cuidar não é apenas tratar doença, cuidar é acompanhar vulnerabilidade, é reconhecer que existem fases da vida em que a autonomia diminui sem que a dignidade desapareça. E talvez uma sociedade verdadeiramente desenvolvida não se deva medir apenas pela capacidade de prolongar a vida, mas sobretudo pela forma como acompanha aqueles cuja fragilidade aumentou.</p>
<p>Há uma expressão frequentemente utilizada na prática clínica que sempre me inquietou profundamente: “doente social”, nenhuma pessoa é apenas um “problema social”. Existe sempre uma biografia, uma história familiar, medos, memórias, perdas, dependências e afetos. O risco das grandes crises estruturais é precisamente este, transformar pessoas concretas em categorias administrativas, reduzir vidas humanas a fluxos de gestão hospitalar.</p>
<p>E essa despersonalização começa subtilmente, quase sem darmos conta, primeiro surge a linguagem técnica, depois os indicadores de ocupação, depois os “casos bloqueados”, e, lentamente, o sofrimento individual perde rosto.</p>
<p>No fundo, a crise dos cuidados continuados obriga-nos a confrontar uma pergunta profundamente incómoda: o que fazemos coletivamente com aqueles que já não conseguem acompanhar o ritmo da sociedade da performance?</p>
<p>A resposta a essa pergunta dirá muito mais sobre o grau de civilização de um país do que muitos relatórios económicos ou indicadores de eficiência.</p>
<p>Porque a dignidade humana não desaparece quando a autonomia diminui, e nenhuma pessoa deveria permanecer esquecida entre corredores, burocracias e listas de espera apenas porque se tornou dependente do cuidado dos outros.</p>
<p>Talvez a verdadeira maturidade ética de uma sociedade comece precisamente aí, na forma como cuida daqueles que já não conseguem cuidar de si próprios.</p>
<p><strong>* Médico MGF Cuidados Paliativos; Doutorando em Medicina, Docente de Bioética na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior. <a href="https://healthnews.pt/2026/05/14/entre-corredores-e-listas-de-espera-a-dignidade-suspensa-dos-cuidados-continuados/" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado originalmente no site Healtnews.pt.</a></strong></p>
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		<title>&#8216;Maiores Sobre Rodas&#8217; em Ílhavo</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/maiores-sobre-rodas-em-ilhavo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 23:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Idade maior]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Seniores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Ílhavo promove, durante o mês de junho, uma nova edição da iniciativa &#8216;Maiores Sobre Rodas&#8217;, dirigida à população residente no concelho com 65 ou mais anos. O programa volta a apostar na promoção do convívio, do bem-estar e da participação ativa da população sénior, através de passeios culturais e momentos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Câmara Municipal de Ílhavo promove, durante o mês de junho, uma nova edição da iniciativa &#8216;Maiores Sobre Rodas&#8217;, dirigida à população residente no concelho com 65 ou mais anos.</strong></p>
<p>O programa volta a apostar na promoção do convívio, do bem-estar e da participação ativa da população sénior, através de passeios culturais e momentos de lazer e partilha.</p>
<p>As inscrições decorrem entre os dias 18 e 22 de maio, na Câmara Municipal de Ílhavo e nas Juntas de Freguesia de São Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo.</p>
<p>Na Praia da Barra, os bilhetes poderão ser adquiridos no Edifício de Serviços Públicos, entre as 14h00 e as 16h00. Já na Costa Nova, a venda decorrerá na Loja de Turismo, entre 19 e 23 de maio, das 10h00 às 18h00. Cada participante poderá adquirir até dois bilhetes.</p>
<p>O programa inicia no dia 23 de junho, com uma visita a Ponte de Lima e Caminha. No dia 24 de junho realiza-se a visita à Nazaré, que inclui almoço e animação musical. A 25 de junho, os participantes visitam Viseu e São Pedro do Sul.</p>
<p>A iniciativa encerra a 26 de junho, com um passeio a Mira dirigido aos utentes das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas do Município de Ílhavo.</p>
<p>A participação implica uma comparticipação simbólica de 20 euros para a viagem a Ponte de Lima e Caminha e de 15 euros para as visitas à Nazaré, Viseu e São Pedro do Sul.</p>
<p>Mais informações através do telefone 234 329 636.</p>
<p><strong>Câmara de Ílhavo</strong></p>
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		<item>
		<title>Internamentos sociais: um problema contínuo</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/internamentos-sociais-um-problema-continuo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 23:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Fernandes Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[IPSS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os internamentos sociais continuam a ser um dos problemas persistentes do Serviço Nacional de Saúde e os dados mais recentes confirmam que a situação está a piorar. Em março de 2026, havia 2807 doentes internados sem necessidade clínica, ocupando 13,9% das camas hospitalares e criando um custo anual superior a 350 milhões de euros. Mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os internamentos sociais continuam a ser um dos problemas persistentes do Serviço Nacional de Saúde e os dados mais recentes confirmam que a situação está a piorar. Em março de 2026, havia 2807 doentes internados sem necessidade clínica, ocupando 13,9% das camas hospitalares e criando um custo anual superior a 350 milhões de euros. Mais preocupante do que os próprios números, é a tendência de crescimento que se tem vindo a acentuar.</strong></p>
<p><strong>Por Diogo Fernandes Sousa *</strong></p>
<p>Tal como já era evidente há três anos, quando abordei o tema pela primeira vez, o hospital não é a resposta adequada para estes casos. A permanência de utentes após alta clínica representa uma utilização desajustada de recursos e contribui para a sobrecarga dos serviços, dificultando o acesso de quem necessita de cuidados hospitalares.</p>
<p>Nos últimos anos, foram ensaiadas algumas soluções, nomeadamente o recurso a lares residenciais privados, com comparticipação do estado. A medida parecia fazer sentido pois iria libertar camas hospitalares transferindo estes utentes para respostas mais adequadas, no entanto, os resultados mostram que esta estratégia, por si só, ficou aquém do necessário.</p>
<p>Desde logo, mantém-se um problema de base assente na escassez de vagas, quer na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, quer nas estruturas residenciais para idosos. A isto junta-se a fragilidade do apoio domiciliário e, em muitos casos, a ausência de retaguarda familiar. Perante este cenário, o hospital continua a funcionar como solução de último recurso.</p>
<p>Por outro lado, persistem incoerências nas políticas adotadas. Num contexto em que é necessário aumentar rapidamente a oferta, faria mais sentido garantir condições semelhantes para todos os operadores, públicos, do setor social ou privados, incentivando uma resposta mais alargada.</p>
<p>Acresce ainda um aspeto, que se torna evidente, de que este não é um problema temporário. A insistência em soluções transitórias contrasta com a natureza estrutural do tema. Enquanto não houver um investimento consistente e articulado nas respostas sociais e nos cuidados continuados, o ciclo repetir-se-á, com custos e impacto no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Concluindo, o recurso a lares privados continua a ser uma parte da solução, mas está longe de ser suficiente porque o problema dos internamentos sociais não se resolve com medidas pontuais. Exige continuidade, coordenação e uma visão mais ampla sobre o papel de cada resposta no sistema, caso contrário, os hospitais continuarão a suportar um peso que não lhes compete.</p>
<p><strong>* Escritor do Livro “Rumo da Nação: Reflexões sobre a Portugalidade”.</strong></p>
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		<item>
		<title>Ílhavo:  Programa &#8216;Maior Idade&#8217; com atividades agendadas até julho</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ilhavo-programa-maior-idade-com-atividades-agendadas-ate-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 23:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Idade maior]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Seniores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Maior Idade, projeto de envelhecimento e longevidade do Município de Ílhavo apresenta a programação para o período de abril a julho de 2026, dirigida à comunidade, com foco na população mais velha. Este plano integra mais de uma centena de atividades, distribuídas pelos três equipamentos municipais dedicados ao envelhecimento ativo — Laboratório do Envelhecimento, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Maior Idade, projeto de envelhecimento e longevidade do Município de Ílhavo apresenta a programação para o período de abril a julho de 2026, dirigida à comunidade, com foco na população mais velha. </strong></p>
<p>Este plano integra mais de uma centena de atividades, distribuídas pelos três equipamentos municipais dedicados ao envelhecimento ativo — Laboratório do Envelhecimento, Fórum Maior Idade e Sala Estar — reforçando o compromisso do Município na promoção do bem-estar, da autonomia, da participação social e da aprendizagem ao longo da vida.</p>
<p><a href="https://www.cm-ilhavo.pt/municipio/comunicacao/noticias/noticia-96/programacao-da-maior-idade-apresenta-oficina-com-nel-monteiro-pilates-com-caes-e-visitas-maiores-sobre-rodas" target="_blank">Continuar para mais informações.</a></p>
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		<item>
		<title>Sever do Vouga dinamiza criação de &#8216;Bolsa de Acompanhantes de Maior Acompanhado&#8217;</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/sever-do-vouga-dinamiza-criacao-de-bolsa-de-acompanhantes-de-maior-acompanhado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sever do Vouga]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara de Sever do Vouga está a promover um levantamento de &#8220;possíveis interessados&#8221; em integrar a futura &#8216;Bolsa de Acompanhantes de Maior Acompanhado&#8217;. Uma iniciativa articulada com a Procuradoria da República da Comarca de Aveiro para &#8220;identificar pessoas idóneas para o exercício do cargo de acompanhante de cidadãos em situação de vulnerabilidade que não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Câmara de Sever do Vouga está a promover um levantamento de &#8220;possíveis interessados&#8221; em integrar a futura &#8216;Bolsa de Acompanhantes de Maior Acompanhado&#8217;.</strong></p>
<p>Uma iniciativa articulada com a Procuradoria da República da Comarca de Aveiro para &#8220;identificar pessoas idóneas para o exercício do cargo de acompanhante de cidadãos em situação de vulnerabilidade que não possuam retaguarda familiar.&#8221;</p>
<p>O exercício das funções é voluntário e de caráter gratuito, devendo os candidatos com idoneidade para zelar pelo bem-estar e direitos do acompanhado proceder à respetiva inscrição e manifestação de vontade em <a href="https://forms.office.com/e/XNpDtYFiPr" target="_blank" rel="noopener">https://forms.office.com/e/XNpDtYFiPr</a></p>
<p>O enquadramento legal e estatuto do acompanhante está disponível no <a href="https://justica.gov.pt/Guias/guia-do-maior-acompanhado" target="_blank" rel="noopener">guia oficial do Ministério da Justiça</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/sever-do-vouga-dinamiza-criacao-de-bolsa-de-acompanhantes-de-maior-acompanhado/">Sever do Vouga dinamiza criação de &#8216;Bolsa de Acompanhantes de Maior Acompanhado&#8217;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aveiro: GNR resgatou casal de idosos vítima de maus tratos / Cuidadora familiar identificada</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/aveiro-gnr-deteto-casal-de-idosos-vitimas-de-maus-tratos-cuidadora-familiar-identificada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Maus tratos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A GNR procedeu no passado dia 31 de março à retirada de um casal de idosos, de 84 e 90 anos, que seriam &#8220;vítimas de violência doméstica e maus tratos&#8221; na União de Freguesias Eixo-Eirol, concelho de Aveiro. A suspeita é companheira do filho dos idosos. &#8220;No âmbito de uma denúncia, os militares da Guarda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A GNR procedeu no passado dia 31 de março à retirada de um casal de idosos, de 84 e 90 anos, que seriam &#8220;vítimas de violência doméstica e maus tratos&#8221; na União de Freguesias Eixo-Eirol, concelho de Aveiro. A suspeita é companheira do filho dos idosos.</strong></p>
<p>&#8220;No âmbito de uma denúncia, os militares da Guarda deslocaram-se à residência e verificaram o casal de idosos fechado dentro de um quarto, em condições de higiene e salubridade muito deficitárias, tendo sido possível apurar no decorrer da ação, que o casal era alvo de maus-tratos, negligência e violência física por parte da cuidadora&#8221;, refere uma nota de imprensa.</p>
<p>Segundo a Guarda, o casal foi encaminhado para o hospital de Aveiro, onde ainda permanecia esta quinta-feir a de manhã, a suspeita identificada e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Aveiro.</p>
<p>Segundo fonte da GNR, a cuidadora sobre quem recaem as suspeitas de maus tratos é companheira do filho dos idosos. O homem passa grande parte da semana a trabalhar fora de Aveiro. Vivam todos na mesma residência.</p>
<p>A ação levada a cabo pela Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPCPC) do Destacamento Territorial de Aveiro após uma &#8220;denúncia&#8221; contou com o reforço dos militares do Posto Territorial de Aveiro.</p>
<p>Quando tiverem alta, a Segurança Social deverá tomar a seu encargo os idosos, encaminhando-os para um lar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da fruição artística na terceira idade</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/a-importancia-da-fruicao-artistica-na-terceira-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 00:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Idade maior]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fruição artística, isto é, o acto de apreciar, sentir e vivenciar arte, desempenha um papel fundamental na qualidade de vida dos mais velhos. Por Laurinda Antunes Bonito * Mais do que um simples passatempo, o contacto com manifestações artísticas como a música, pintura, dança, canto, teatro ou literatura, constitui uma experiência enriquecedora que promove, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fruição artística, isto é, o acto de apreciar, sentir e vivenciar arte, desempenha um papel fundamental na qualidade de vida dos mais velhos.</strong></p>
<p><strong>Por Laurinda Antunes Bonito *</strong></p>
<p>Mais do que um simples passatempo, o contacto com manifestações artísticas como a música, pintura, dança, canto, teatro ou literatura, constitui uma experiência enriquecedora que promove, não só o bem-estar emocional, mas também reduz o risco de declínio cognitivo e fortalece vínculos sociais.</p>
<p>Quando, na nossa vida, ocorrem mudanças significativas nas rotinas diárias, há que colmatar as carências que daí advém com atividades que nos dêem alegria e bem-estar.</p>
<p>Aqui, a arte, nas suas várias vertentes, é um importante recurso de conexão com o mundo que nos rodeia. Apreciar uma peça musical, contemplar uma pintura ou assistir a uma representação teatral, activa as nossas memórias afectivas, emoções e percepções.</p>
<p>Também do ponto de vista cognitivo a fruição artística estimula funções, como a memória, a atenção, a imaginação e o pensamento crítico.</p>
<p>Quando interpretamos uma obra de arte, seja ela qual for, exercitamos a nossa capacidade de análise e de construção de significados.</p>
<p>A nível emocional, a arte oferece-nos espaço para o reconhecimento e elaboração de sentimentos. Muitas obras dialogam com temas universais, como o amor, a saudade, a esperança ou a superação, que encontram eco na trajetória das nossas vidas.</p>
<p>Actividades culturais em grupo incentivam a convivência, o diálogo e a troca de experiências. Esses momentos fortalecem laços e actuam como vitaminas de combate ao isolamento, muitas vezes, um dos grandes desafios desta faixa etária.</p>
<p>Em suma, a fruição artística, na terceira idade, não é um luxo nem um simples passatempo; é um direito, uma necessidade e uma poderosa forma de continuar a crescer.</p>
<p>A sensibilidade não envelhece; amadurece como fruto ao sol, tornando-se mais profunda, mais inteira… Enquanto houver olhar que se encante e alma que se comova, haverá sempre arte a iluminar o nosso caminho.</p>
<p><strong>* Artigo publicado no <a href="https://www.apre-associacaocivica.pt/apre-noticias-2-fevereiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">boletim da APRe! Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados</a>.</strong></p>
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		<title>Envelhecimento ativo em Aveiro com o projeto &#8216;Cultura que Cuida&#8217;</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/envelhecimento-ativo-em-aveiro-com-o-projeto-cultura-que-cuida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 00:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Casa Hermes e o ITAU &#8211; Instituto Técnico de Alimentação Humana, desenvolveram em Aveiro o projeto-piloto Cultura que Cuida, implementado junto dos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, entre os meses de novembro e fevereiro. Assente no conceito de prescrição cultural, o projeto promove o envelhecimento ativo através da participação em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Fundação Casa Hermes e o ITAU &#8211; Instituto Técnico de Alimentação Humana, desenvolveram em Aveiro o projeto-piloto Cultura que Cuida, implementado junto dos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, entre os meses de novembro e fevereiro.</strong></p>
<p>Assente no conceito de prescrição cultural, o projeto promove o envelhecimento ativo através da participação em atividades que articulam arte, memória, bem-estar e partilha, reforçando o impacto positivo da cultura na saúde física, emocional e social das pessoas mais velhas.</p>
<p>Ao longo do projeto, foram dinamizadas sessões que estimularam a motricidade, a criatividade e a partilha de experiências, contribuindo para o fortalecimento de laços sociais e para uma vivência mais ativa e participativa de um grupo de seniores da comunidade de Aveiro.</p>
<p>A sessão de encerramento do projeto terá lugar no dia 18 de fevereiro, entre as 15h e as 16h, na sede da Fundação Casa Hermes, em Aveiro.</p>
<p><strong>FCH</strong></p>
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		<title>UA aponta lacunas na prevenção da iatrogenia em idosos em Portugal</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ua-aponta-lacunas-na-prevencao-da-iatrogenia-em-idosos-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 08:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento da população é uma das principais tendências demográficas em Portugal, resultado da diminuição da natalidade e do aumento da esperança média de vida. Este cenário traz novos desafios ao sistema de saúde, sobretudo no cuidado à população mais idosa, frequentemente sujeita a múltiplas intervenções médicas e a um elevado consumo de medicamentos. Continuar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O envelhecimento da população é uma das principais tendências demográficas em Portugal, resultado da diminuição da natalidade e do aumento da esperança média de vida. </strong></p>
<p>Este cenário traz novos desafios ao sistema de saúde, sobretudo no cuidado à população mais idosa, frequentemente sujeita a múltiplas intervenções médicas e a um elevado consumo de medicamentos.</p>
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		<title>A propósito da Fundação das Misericórdias</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/a-proposito-da-fundacao-das-misericordias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 00:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio social]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[IPSS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última Assembleia Geral da União das Misericórdias Portguesas (UMP) foram tomadas decisões que irão ter um grande impacto na vida de todo este nosso movimento. A aprovação da constituição da Fundação das Misericórdias vai permitir repensar e revisitar todo o modelo de desenvolvimento institucional destas instituições que acompanham, há mais de quinhentos anos, Portugal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na última Assembleia Geral da União das Misericórdias Portguesas (UMP) foram tomadas decisões que irão ter um grande impacto na vida de todo este nosso movimento. A aprovação da constituição da Fundação das Misericórdias vai permitir repensar e revisitar todo o modelo de desenvolvimento institucional destas instituições que acompanham, há mais de quinhentos anos, Portugal na construção do Estado social.</strong></p>
<p>Por António Tavares *</p>
<p>Ficou muito claro que a partir de agora teremos duas áreas de intervenção no âmbito da UMP, sempre sob o escrutínio das Misericórdias a quem pertencem as decisões finais.<br />
Uma primeira que vai permitir a gestão das chamadas anexas e uma outra que vai possibilitar à UMP assumir-se como um verdadeiro parceiro social sem conflito de interesses.</p>
<p>Como sempre, as Misericórdias souberam inovar e assumir este novo momento que ficará para a história tal como a decisão da rainha D. Leonor. Desde o início dos anos 90 que<br />
defendi a constituição desta Fundação, ao tempo com a liderança do padre Vítor Melícias, e acabou por ser no ano em que invocamos os 500 anos da morte dessa rainha,<br />
17 de novembro de 1525, que se dá esta curiosa coincidência da instituição da Fundação.</p>
<p>Resta agora, ao Secretariado Nacional, executar a deliberação da Assembleia Geral sem condicionar o futuro do movimento das Misericórdias. Temos agora uma oportunidade de ouro para transformar e liderar, em Portugal, o movimento social.</p>
<p>De um lado deixando à Fundação a gestão de todas as chamadas anexas e integrar as várias áreas de desenvolvimento social na produção de resultados e riqueza para se<br />
distribuir pelos mais necessitados.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a UMP deverá assumir o seu papel no suporte às Misericórdias dando à área da saúde, por exemplo, a expressão necessária para a integração num sistema nacional de saúde que permita resolver os inúmeros problemas que o SNS, por si só, não consegue ultrapassar.</p>
<p>Simultaneamente, torna-se necessário que o apoio às Misericórdias se concretize tendo em atenção as dificuldades de muitas delas por ausência de economias de escala. Deve ser exigido aos Secretariados Regionais um papel mais próximo e de maior capacidade de intervenção nos territórios e no apoio as populações.</p>
<p>Sabemos que a UMP, por forçadas disposições legais, terá de encontrar uma nova liderança para a afirmação destes desafios e aqui quero realçar o papel estrutural que o Dr. Manuel de Lemos desempenhou e desempenha nestes consecutivos mandatos. Sabemos, também, que não será fácil encontrar uma liderança onde o diálogo e a proximidade foram marcas estruturais no sucesso do trabalho da UMP.</p>
<p>O tempo é como é, as coisas são como são, e teremos de partir para um outro ciclo e, por isso, nada como na chegada de um novo ano desejarmos uma nova vida. Uma<br />
vida que continue a assentar na nossa tradição de solidariedade e compreenda a necessária modernidade a que somos obrigados a responder.</p>
<p>Antes de nós outras gerações tiveram esse desafio. Agora compete&#8211;nos sermos dignos das próximas gerações. Aquelas que vão viver o tempo de conjugar a inteligência artificial com a inteligência emocional.</p>
<p>Como dizia Fernando Pessoa, a um outro propósito, o movimento das Misericórdias pode-se estranhar, mas depois entranha-se sem dificuldade.</p>
<p>* <a href="https://cdn.ump.pt//files/files/Jornal%20pdf/2026/01_Janeiro_2026.pdf" target="_blank">Artigo publicado no jornal Voz das Misericórdias.</a>  </p>
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