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	<title>Arquivo de Formação - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<description>Notícias da Região de Aveiro atualizadas em permanência</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 11:42:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Formação - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<item>
		<title>IA muda o mercado de trabalho. Estarão os estudantes de Aveiro preparados?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ia-muda-o-mercado-de-trabalho-estarao-os-estudantes-de-aveiro-preparados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pergunta que começa a pesar na escolha de um curso A Inteligência Artificial já entrou em várias profissões, ainda que muitas vezes de forma discreta. Está nos sistemas que organizam informação, nas ferramentas que apoiam decisões, nos programas que automatizam tarefas e até nos métodos usados para estudar ou preparar trabalhos académicos. Para estudantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>A pergunta que começa a pesar na escolha de um curso</b></h2>
<p>A Inteligência Artificial já entrou em várias profissões, ainda que muitas vezes de forma discreta. Está nos sistemas que organizam informação, nas ferramentas que apoiam decisões, nos programas que automatizam tarefas e até nos métodos usados para estudar ou preparar trabalhos académicos.</p>
<p>Para estudantes e famílias, isto levanta uma questão muito concreta: a formação escolhida hoje será suficiente para responder às exigências do mercado de trabalho dos próximos anos?</p>
<p>Em Aveiro, a pergunta tem particular interesse. A cidade vive há décadas em contacto próximo com a universidade, a investigação e empresas ligadas à indústria, à tecnologia e aos serviços. Essa relação torna a região um bom ponto de observação para perceber como a formação superior se está a ajustar a novas exigências profissionais.</p>
<h2><b>Uma universidade com impacto na cidade</b></h2>
<p>A Universidade de Aveiro reúne cerca de 17 mil estudantes e tem hoje uma presença visível na cidade, também através da sua comunidade internacional. Os dados divulgados pela própria<a href="https://www.ua.pt/pt/factos-numeros" target="_blank" rel="noopener"> Universidade de Aveiro</a> ajudam a perceber a dimensão da instituição e o seu papel na formação, na investigação e na relação com empresas da região.</p>
<p>Este peso sente-se no quotidiano da cidade. Afeta o comércio, o mercado de habitação, os serviços, a vida cultural e a capacidade de Aveiro atrair talento jovem. A universidade não funciona isolada do território; participa na forma como a região se posiciona em áreas ligadas ao conhecimento, à inovação e ao emprego qualificado.</p>
<h2><b>O diploma já não responde a tudo</b></h2>
<p>Durante muito tempo, escolher um curso era sobretudo uma decisão vocacional. Hoje, continua a sê-lo, mas a pergunta tornou-se mais ampla. Interessa saber que saídas profissionais existem, que competências podem ser desenvolvidas e de que forma o percurso académico prepara os jovens para trabalhar com novas tecnologias.</p>
<p>Ferramentas digitais, análise de dados e soluções de automação já aparecem em setores muito diferentes: engenharia, gestão, comunicação, saúde, turismo, educação ou serviços administrativos. Mesmo quem não pretende seguir uma carreira tecnológica dificilmente ficará totalmente afastado destas ferramentas.</p>
<p>Por isso, a escolha de um curso passou a envolver uma segunda pergunta: além do diploma, que competências serão realmente úteis quando chegar o momento de entrar no mercado de trabalho?</p>
<h2><b>IA na universidade: apoio, não atalho</b></h2>
<p>No contexto académico, a IA já é usada para pesquisar, organizar informação, preparar apresentações ou rever conteúdos. Para muitos jovens, uma <a href="https://www.studytexter.com/pt" target="_blank" rel="noopener">plataforma de IA para estudantes</a> pode servir como apoio na fase inicial de um trabalho académico, ajudando a ordenar ideias e a rever a coerência do texto. O ponto essencial está no uso que se faz destas ferramentas: apoio ao estudo, sim; substituição da autoria, não.</p>
<p>Mas a utilidade não elimina a responsabilidade. No ensino superior, a IA não substitui o pensamento crítico, a verificação de fontes nem o rigor científico. Pelo contrário: obriga a que essas competências sejam levadas ainda mais a sério.</p>
<p>O mesmo se aplica a projetos de investigação, dissertações e trabalhos de conclusão de curso. A tecnologia pode facilitar algumas etapas do processo, mas continua a ser responsabilidade do estudante interpretar dados, validar informações e construir uma análise própria.</p>
<h2><b>Formação curta ganha espaço</b></h2>
<p>Uma resposta a esta mudança passa pela formação complementar. A Universidade de Aveiro disponibiliza microcredenciais, formações curtas orientadas para necessidades específicas de qualificação e atualização profissional.</p>
<p>A lógica é simples: a formação superior já não se esgota no diploma inicial. Estudantes e profissionais precisam de atualizar conhecimentos ao longo da vida, sobretudo em áreas ligadas à tecnologia, aos dados e à inovação.</p>
<p>Mais do que dominar uma ferramenta específica, interessa desenvolver capacidade de aprendizagem contínua. Num mercado instável, essa pode ser uma das competências mais úteis.</p>
<h2><b>Empresas procuram perfis mais flexíveis</b></h2>
<p>A região de Aveiro tem uma base económica diversificada, com presença de indústria, tecnologia, engenharia, serviços, comunicação e investigação aplicada. Esta variedade cria oportunidades para jovens qualificados, sobretudo quando existe contacto entre universidade e empresas.</p>
<p>Estágios, projetos de investigação, colaboração com centros tecnológicos e experiências em contexto empresarial ajudam muitos estudantes a aproximar-se do mercado de trabalho antes de terminarem o curso.</p>
<p>Nesta ligação entre formação e economia regional, Aveiro pode ganhar relevância. As empresas precisam de pessoas capazes de aprender depressa, interpretar informação, resolver problemas e trabalhar com ferramentas digitais sem perder sentido crítico.</p>
<h2><b>Habitação e qualidade de vida continuam a contar</b></h2>
<p>A discussão sobre o futuro do ensino superior não se faz apenas com tecnologia. Habitação, mobilidade, custos de vida e qualidade dos serviços continuam a pesar na escolha de uma cidade universitária.</p>
<p>Em Aveiro, o alojamento estudantil tem sido um tema recorrente. Entre reabilitações e novas construções, estão previstos investimentos em residências universitárias, incluindo intervenções com centenas de camas adicionais.</p>
<p>Estas medidas têm importância prática. A experiência académica depende das aulas, mas também da possibilidade de viver na cidade, deslocar-se com facilidade, estudar em boas condições e participar na vida local.</p>
<h2><b>O que muda no emprego qualificado</b></h2>
<p>A IA pode automatizar tarefas, mas também abre espaço para novas funções. Análise de dados, gestão de informação, automação, cibersegurança e comunicação digital são áreas onde a procura por novas competências se tornou mais evidente.</p>
<p>Para os estudantes, isto coloca a empregabilidade num terreno mais exigente: já não basta dominar uma área técnica, é preciso saber interpretar informação, adaptar-se e aprender ao longo do percurso profissional. A<a href="https://digital-skills-jobs.europa.eu/" target="_blank" rel="noopener"> Digital Skills and Jobs Platform da Comissão Europeia</a> tem sublinhado precisamente essa necessidade de reforçar competências digitais na população ativa.</p>
<p>As chamadas competências humanas não perdem valor neste cenário. Criatividade, comunicação, colaboração e capacidade de resolver problemas complexos continuam a ser decisivas, sobretudo quando combinadas com literacia digital.</p>
<h2><b>Aveiro tem condições, mas o desafio é permanente</b></h2>
<p>Aveiro reúne vários elementos favoráveis: uma universidade com projeção nacional e internacional, uma economia regional diversificada, investimento em alojamento estudantil e atenção crescente às competências digitais.</p>
<p>Isso não significa que a resposta esteja garantida. A velocidade da mudança tecnológica obriga universidades, empresas e estudantes a ajustarem expectativas e métodos de trabalho.</p>
<p>Para muitos jovens, estudar em Aveiro pode ser uma forma de começar esse percurso com uma base académica sólida, contacto com novas tecnologias e maior proximidade ao mercado de trabalho. A preparação para esse futuro começa muito antes do primeiro emprego.</p>
<p><em><strong>O Notícias de Aveiro tem canais próprios para informação não jornalística como é o caso deste artigo »»</strong> <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/estatuto-editorial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ler estatuto editorial</a></em>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Port2Rail: para o ano há mais, certo?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/port2rail-para-o-ano-ha-mais-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 23:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Associativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Portos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2026 do Port2Rail aconteceu entre 19 e 21 de maio e foi organizada como uma experiência imersiva sobre intermodalidade ferroviária: a viagem de comboio passou pelos principais portos, terminais e centros logísticos — Lisboa, Setúbal, Sines, Aveiro, Leixões e Entroncamento —, combinando formação, visitas técnicas e exercícios práticos. António Nabo Martins * [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A edição de 2026 do Port2Rail aconteceu entre 19 e 21 de maio e foi organizada como uma experiência imersiva sobre intermodalidade ferroviária: a viagem de comboio passou pelos principais portos, terminais e centros logísticos — Lisboa, Setúbal, Sines, Aveiro, Leixões e Entroncamento —, combinando formação, visitas técnicas e exercícios práticos.</strong></p>
<p><strong>António Nabo Martins *</strong></p>
<p>A primeira nota é que o comboio não consegue entrar nos Portos, por meras questões regulamentares, dando assim ainda mais razão à necessidade destas formações. A acessibilidade aos Portos foi realizada em autocarro, provando-se assim a eterna dependência dos modos terrestres, um do outro. Intermodalidade pura.Apoios à ferrovia</p>
<p>As entidades organizadoras, IPS (Academia Nexus), APAT, CLF, Intermodal Portugal e Escola Europeia, ressuscitaram a Port2Rail, 15 anos depois da última edição nacional. Para tal contámos ainda com o apoio imprescindível da APS, APSS, APL, APA e APDL, da Delta Cafés, da Yilport, da Medway, da Emel e, por fim, um dos parceiros mais relevantes, a CP – Comboios de Portugal. Sem eles não teria sido possível e mesmo assim foi muito difícil.</p>
<p>O conceito manteve-se: na prática, é transformar o comboio numa “sala de aula móvel”, onde se pode analisar as cadeias logísticas em tempo real, simular operações intermodais, debater a sustentabilidade, digitalização e disrupções globais, complementando com visitas a terminais rodo-ferroviários e portuários.</p>
<p>Ficou demasiado evidente a necessidade imperiosa de uma maior aposta na Intermodalidade, promovendo mais carga, menos acidentes, maior mobilidade, menor factura energética, maior sustentabilidade e menor impacte ambiental, maior desenvolvimento social.</p>
<p>O evento foi muito “hands-on” e pretendeu aproximar operadores, portos, ferrovia e academia e mostrar operações reais em vez de apenas apresentações teóricas.Portos portugueses</p>
<p>Para além das tendências do momento, foi igualmente abordado tema da cibersegurança, cada vez mais importante no controlo das cadeias logísticas.</p>
<p>Ficou muito evidente que desde a última edição, há 15 anos, pouca coisa evoluiu, ou mesmo nada, no panorama ferroviário nacional. Mas também nos foi transmitido, pelo secretário de Estado Hugo Espírito Santo, que as questões intermodais terão uma importância acrescida com a execução do plano Portos 5+.</p>
<p>Ficou demasiado evidente a necessidade imperiosa de uma maior aposta na Intermodalidade, promovendo mais carga, menos acidentes, maior mobilidade, menor factura energética, maior sustentabilidade e menor impacte ambiental, maior desenvolvimento social. Ou ou seja, a ferrovia, quando executada eficazmente, de forma capacitada e competente, é irreversivelmente mais eficiente, menos poluente e mais sustentável.</p>
<p>Tivemos a sorte de terem embarcado no comboio CEO, transitários, operadores ferroviários, agentes de navegação, técnicos das administrações portuárias, alunos e investigadores e profissionais da área informática, que, basicamente, concluíram que Portugal sempre apostou em operadores especializados por modo de transporte, cadeias pouco integradas e integradores com baixa partilha e parcerias de planeamento logístico. Ora a intermodalidade exige precisamente o contrário, ou seja, cooperação, planeamento conjunto e integração operacional entre concorrentes e parceiros.</p>
<p>No final, foi muito interessante perceber que todos, sem exceção, adoraram o conceito, apesar de cansativo e exigente, e reconheceram a mais-valia de uma formação nestes moldes, congratulando a organização e questionando: – Para o ano há mais, certo?</p>
<p><strong>* Presidente executivo na APAT &#8211; Associação dos Transitários de Portugal. <a href="https://www.transportesenegocios.pt/port2rail-para-o-ano-ha-mais-certo/" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado no site Transportes &amp; Negócios.</a></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/port2rail-para-o-ano-ha-mais-certo/">Port2Rail: para o ano há mais, certo?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Podcast FFMS: Em Portugal, ter estudos superiores compensa?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/podcast-ffms-em-portugal-ter-estudos-superiores-compensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 23:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação. Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/podcast-ffms-em-portugal-ter-estudos-superiores-compensa/">Podcast FFMS: Em Portugal, ter estudos superiores compensa?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação.</strong></p>
<p>Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.</p>
<p><a href="https://ffms.pt/pt-pt/ffms-play/da-capa-contracapa-podcast/em-portugal-ter-estudos-superiores-compensa" target="_blank" rel="noopener">Continuar para podcast.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/podcast-ffms-em-portugal-ter-estudos-superiores-compensa/">Podcast FFMS: Em Portugal, ter estudos superiores compensa?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ovar: Ciclo de formação em finanças pessoais dirigido à comunidade jovem</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/ovar-ciclo-de-formacao-em-financas-pessoais-dirigido-a-comunidade-jovem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 23:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Ovar]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Finnaças]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Ovar vai promover uma nova edição do ciclo «Enriquece-te», um conjunto de sessões formativas dedicadas às finanças pessoais, com o objetivo de capacitar os jovens para uma gestão mais consciente e informada do seu dinheiro. A iniciativa contará com a participação de especialistas conceituados, abordando temas essenciais do dia a dia, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/ovar-ciclo-de-formacao-em-financas-pessoais-dirigido-a-comunidade-jovem/">Ovar: Ciclo de formação em finanças pessoais dirigido à comunidade jovem</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Câmara Municipal de Ovar vai promover uma nova edição do ciclo «Enriquece-te», um conjunto de sessões formativas dedicadas às finanças pessoais, com o objetivo de capacitar os jovens para uma gestão mais consciente e informada do seu dinheiro.</strong></p>
<p>A iniciativa contará com a participação de especialistas conceituados, abordando temas essenciais do dia a dia, como a gestão do orçamento pessoal e familiar, o sistema fiscal, o crédito à habitação, o investimento e o planeamento financeiro a longo prazo.</p>
<p>“Continuamos a apostar na capacitação dos nossos jovens”, explica Domingos Silva, Presidente da Câmara Municipal de Ovar, realçando que a temática “é das que mais impacto pode ter na vida de um jovem” e insere-se na “estratégia municipal da autarquia para capacitar os jovens em áreas decisivas para o seu futuro”.</p>
<p>Com um formato prático e acessível, o ciclo pretende responder a uma lacuna frequentemente identificada pelos jovens, proporcionando conhecimentos que não são habitualmente abordados no percurso escolar, mas que assumem um papel determinante na autonomia e estabilidade financeira.</p>
<p>O programa é composto por seis sessões presenciais, a decorrer entre maio e novembro, no Polo de Capacitação e Inovação Social, em S. João de Ovar, sempre das 14h30 às 17h45.</p>
<p>Calendário das Sessões:</p>
<ul>
<li>16 de maio (sáb) &#8211; Guia Prático de IRS + Ler e interpretar os Recibos de Vencimentos</li>
<li>6 de junho (sáb) &#8211; Conhecimentos Gerais de Finanças Pessoais: O meu orçamento pessoal ou familiar</li>
<li>4 de julho (sáb) &#8211; Descomplicar o Crédito (Crédito ao Consumo e Crédito Habitação)</li>
<li>5 de setembro (sáb) &#8211; Mais Valias Imobiliárias e Dicas de Poupança</li>
<li>3 de outubro (sáb) &#8211; Psicologia do dinheiro + Planear a minha segunda vida ativa</li>
<li>7 de novembro (sáb) &#8211; Investir com Sucesso: Primeiros Passos</li>
</ul>
<p>As inscrições são gratuitas e sujeitas aos lugares disponíveis. Podem ser realizadas através de um formulário online e permitem a escolha entre uma ou mais sessões, ou mesmo a inscrição em todo o ciclo de formação.</p>
<p>Toda a informação também em <a href="http://www.facebook.com/ovarjovem" target="_blank" rel="noopener">www.facebook.com/ovarjovem</a>.</p>
<p><strong>Câmara de Ovar</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/ovar-ciclo-de-formacao-em-financas-pessoais-dirigido-a-comunidade-jovem/">Ovar: Ciclo de formação em finanças pessoais dirigido à comunidade jovem</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As gerações, o Turismo e os desafios da formação</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/as-geracoes-o-turismo-e-os-desafios-da-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.noticiasdeaveiro.pt/?p=143300</guid>

					<description><![CDATA[<p>A educação tem sido, historicamente, um dos pilares fundamentais do desenvolvimento humano, social e económico. Contudo, num contexto de transformação acelerada, ao nível da tecnologia, social e cultural, o seu papel tornou-se simultaneamente mais central e mais exigente. Por Sofia Almeida * Em 2025, o número de estudantes inscritos no ensino superior a nível global [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/as-geracoes-o-turismo-e-os-desafios-da-formacao/">As gerações, o Turismo e os desafios da formação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A educação tem sido, historicamente, um dos pilares fundamentais do desenvolvimento humano, social e económico. Contudo, num contexto de transformação acelerada, ao nível da tecnologia, social e cultural, o seu papel tornou-se simultaneamente mais central e mais exigente. </strong></p>
<p><strong>Por Sofia Almeida *</strong></p>
<p>Em 2025, o número de estudantes inscritos no ensino superior a nível global atingiu cerca de 264 milhões, mais do dobro do registado no início do século, refletindo uma expansão significativa do acesso à educação terciária (UNESCO, 2025). Apesar destes avanços, persistem desigualdades estruturais relevantes: aproximadamente 739 milhões de adultos continuam sem competências básicas de literacia, dois terços dos quais mulheres, revelando assimetrias profundas no acesso e na qualidade da educação. Paralelamente, a participação dos adultos na aprendizagem ao longo da vida tem estagnado ou diminuído em várias economias, levantando sérias questões sobre a capacidade dos sistemas educativos de responder a um mundo em constante mudança (OCDE, Education Policy Outlook 2025).</p>
<p>Mais do que um problema de acesso, o grande desafio contemporâneo da educação reside na sua relevância. A educação continua a ser essencial para reduzir desigualdades, promover a inclusão, estimular o pensamento crítico e preparar cidadãos para uma participação ativa em sociedades democráticas e sustentáveis. No entanto, estas funções clássicas coexistem hoje com novas exigências: preparar pessoas para trabalhar com tecnologias emergentes, lidar com a Inteligência Artificial, adaptar-se a carreiras não lineares e tomar decisões éticas num ambiente de crescente complexidade. No setor do turismo e da hospitalidade, intensivo em pessoas, experiências e territórios, estas tensões tornam-se particularmente visíveis.</p>
<p>Um dos fenómenos mais debatidos no mercado de trabalho atual é a mudança geracional. As novas gerações que entram no mundo profissional, frequentemente associadas à Geração Z, apresentam expectativas, valores e motivações distintas das gerações anteriores. Revelam menor tolerância a estruturas rígidas, menor predisposição para carreiras “para a vida” e uma maior valorização do propósito, do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, da flexibilidade e do impacto social do trabalho. Em contrapartida, deparam-se ainda com ambientes organizacionais marcados por modelos tradicionais, horários extensos e progressões de carreira lentas, características particularmente evidentes no setor do turismo.</p>
<p>Surge, assim, uma clivagem evidente entre o que o mercado de trabalho oferece e aquilo que muitos jovens procuram. Esta distância não deve ser interpretada como falta de compromisso ou resiliência por parte das novas gerações, mas antes como um sinal claro de mudança nas motivações associadas ao trabalho. A centralidade do emprego como elemento identitário exclusivo está a ser progressivamente substituída por uma visão mais plural da vida profissional, onde a aprendizagem contínua, a mobilidade, os projetos temporários e o significado assumem um papel central.</p>
<p>Perante este cenário, importa questionar: estará a educação a acompanhar esta mudança? Em muitos contextos, a resposta continua a ser insuficiente. Persistem modelos de ensino excessivamente transmissivos, currícula pouco flexíveis e uma fraca articulação entre a teoria, a investigação e a prática. No ensino superior, e particularmente na formação em turismo, torna-se urgente reforçar a ligação entre o conhecimento académico e a realidade do setor, preparando profissionais capazes de lidar com a complexidade, a incerteza e a diversidade de contextos territoriais e organizacionais.</p>
<p>A educação no turismo deve, por isso, assumir-se como um espaço de formação integral, indo além da mera aquisição de competências técnicas. É fundamental desenvolver capacidades analíticas, pensamento crítico, sensibilidade ética, competências interculturais e softskills. Num setor fortemente dependente de territórios e das comunidades, formar profissionais conscientes do impacto das suas decisões é tão importante quanto ensinar modelos de gestão, estratégias de marketing ou ferramentas digitais.</p>
<p>Num mundo marcado por transições digitais, ecológicas e demográficas, formar pessoas capazes de aprender continuamente, de colaborar, de questionar e de agir com responsabilidade é talvez o maior contributo que o ensino pode oferecer. No turismo, onde a experiência humana está no centro da atividade, o futuro do setor dependerá, em grande medida, da qualidade da educação que hoje proporcionamos às gerações que irão liderar, transformar e cuidar dos destinos de amanhã.</p>
<p>Neste contexto, a adaptação torna-se inevitável.</p>
<p><strong>* Coordenadora Científica da Área de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia e Investigadora do CETRAD-Europeia. <a href="https://www.publituris.pt/opiniao/educar-para-um-mundo-que-ja-nao-existe-as-geracoes-o-turismo-e-os-desafios-da-formacao" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado originalmente no site Publituris.pt</a>.</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/as-geracoes-o-turismo-e-os-desafios-da-formacao/">As gerações, o Turismo e os desafios da formação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jobra estreia &#8216;Curso Profissional de Técnico(a) de Luz e Som&#8217; em 26/27</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/jobra-estreia-curso-profissional-de-tecnicoa-de-luz-e-som-em-26-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Albergaria-a-Velha]]></category>
		<category><![CDATA[Edução]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Art’J – Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra Educação abriu inscrições para o novo &#8216;Curso Profissional de Técnico(a) de Luz e Som&#8217; que será leccionado a partir do próximo ano letivo. A direção refere que se trata de &#8220;uma oferta formativa inovadora&#8221; dirigida a alunos do 10.º ao 12.º ano (nível IV) &#8220;que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Art’J – Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra Educação abriu inscrições para o novo &#8216;Curso Profissional de Técnico(a) de Luz e Som&#8217; que será leccionado a partir do próximo ano letivo.</strong></p>
<p>A direção refere que se trata de &#8220;uma oferta formativa inovadora&#8221; dirigida a alunos do 10.º ao 12.º ano (nível IV) &#8220;que reforça a aposta da escola na área das artes performativas e na formação de jovens preparados para criar, desenvolver e produzir espetáculos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Uma grande novidade no panorama do ensino artístico e profissional, ao colocar o foco não apenas na componente técnica, mas também na dimensão criativa e no desenvolvimento de projetos artísticos, desde a ideia inicial até à concretização em palco&#8221;, destaca a nota de imprensa.</p>
<p>A formação abrange áreas como iluminação, som, efeitos cénicos, vídeo mapping, entre outras, em &#8220;trabalho colaborativo e contacto direto com práticas reais do setor das artes performativas&#8221;.</p>
<p>A Art’J reafirma, assim, o seu &#8220;compromisso com uma educação artística exigente, contemporânea e alinhada com a realidade cultural, formando jovens capazes de pensar o espetáculo como um todo e de participar ativamente na sua criação e produção.&#8221;</p>
<p>A Jobra Educação congrega quatro escolas e seis secções, incluindo o Conservatório de Música da Jobra e a Academia de Desporto.</p>
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		<item>
		<title>Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/jovem-empresario-rural-nao-agricola-precisam-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 23:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabaçho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala-se muitas vezes de juventude e mundo rural quase exclusivamente a partir da figura do jovem agricultor. Porém, essa visão, embora importante, é incompleta. Os territórios rurais, na minha opinião, deveriam ser classificados os concelhos e freguesias que na lei portuguesa constituem as regiões de Baixa Densidade, vivem hoje de uma realidade económica e social [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fala-se muitas vezes de juventude e mundo rural quase exclusivamente a partir da figura do jovem agricultor. Porém, essa visão, embora importante, é incompleta. Os territórios rurais, na minha opinião, deveriam ser classificados os concelhos e freguesias que na lei portuguesa constituem as regiões de Baixa Densidade, vivem hoje de uma realidade económica e social muito mais diversa, onde coexistem atividades agrícolas e não agrícolas, todas elas essenciais para garantir vitalidade económica, emprego e coesão territorial. É neste contexto que importa clarificar um conceito que ganha cada vez mais relevância: o do Jovem Empresário Rural (JER).</strong></p>
<p><strong>Por José Martino *</strong></p>
<p>O JER não se define apenas pelo setor onde atua, mas sobretudo pela sua condição empreendedora e pelo contexto territorial. Em termos gerais, trata-se de um empresário que desenvolve atividade em meio rural e que se encontra numa faixa etária jovem — entre os 18 anos e os 40 anos completos. A ruralidade, neste caso, não se confunde com agricultura. O território rural acolhe empresas de múltiplas naturezas, e é precisamente essa diversidade que sustenta o seu desenvolvimento.</p>
<p>Assim, o JER pode ser agrícola ou não agrícola. Pode ser um jovem agricultor que inicia uma exploração agrícola, mas pode igualmente ser um carpinteiro, um mecânico, um serralheiro, um eletricista, um empresário turístico ou da cultura, ou outro profissional que cria e desenvolve uma atividade económica em contexto rural no que é classificado como micro ou pequena empresa/negócio. O elemento comum é o empreendedorismo e a capacidade de gerar valor local, criando emprego e serviços que contribuem para a sustentabilidade dos territórios.</p>
<p>Outra distinção importante é a fase em que o empresário se encontra. O JER pode estar em primeira instalação, quando inicia a atividade, mas pode também já estar instalado e a desenvolver o seu negócio. Esta distinção é relevante porque as necessidades e os instrumentos de apoio diferem significativamente. Quem inicia enfrenta desafios de investimento inicial, capacitação e estruturação empresarial; quem já está instalado enfrenta, muitas vezes, os desafios da consolidação, da inovação e do crescimento.</p>
<p>No caso do Jovem Empresário Rural Agrícola, frequentemente designado também por jovem empresário agrícola ou jovem agricultor, existe um enquadramento específico de políticas públicas da PAC que reconhece a importância da renovação geracional no setor primário. A 1.ª instalação destes jovens tem sido apoiada por instrumentos financeiros próprios, que incluem prémios de primeira instalação e incentivos não reembolsáveis majorados para apoio ao investimento. Estes mecanismos procuram reduzir o risco inicial associado ao início de atividade agrícola, tornando mais viável o acesso à terra, à modernização das explorações e à adoção de práticas mais sustentáveis e competitivas.</p>
<p>Depois da fase de instalação, o apoio não termina. O jovem empresário agrícola pode continuar a beneficiar de ajudas financeiras relacionadas com o rendimento e com outros instrumentos de política agrícola que visam garantir estabilidade económica, incentivar práticas ambientais e apoiar a adaptação às exigências dos mercados e das políticas públicas. Esta continuidade é essencial, pois a sustentabilidade da atividade agrícola não depende apenas do momento inicial, mas de uma trajetória de médio e longo prazo.</p>
<p>Contudo, importa sublinhar que o dinamismo rural não pode ser visto apenas através da lente da agricultura. O território precisa igualmente de empresários não agrícolas que assegurem serviços, inovação e diversificação económica. Sem oficinas, pequenas empresas de serviços, turismo, comércio, cultura e atividades técnicas especializadas, os espaços rurais definham socialmente, perdem capacidade de atrair e manter população jovem e investimento. O jovem empresário rural não agrícola desempenha, por isso, um papel complementar e absolutamente estratégico. O rural do século XXI não é um espaço de atividade única; é um ecossistema económico diversificado, onde diferentes setores se reforçam mutuamente.</p>
<p>O principal desafio conceptual e político dos próximos anos: encontrar apoios financeiros fora da PAC para apoiar a 1.ª instalação de JER não agrícolas, reconhecer desta forma, que o futuro do rural passa por uma visão integrada do empreendedorismo. Os JER’s não agrícolas são fundamentais para a vitalidade dos territórios.</p>
<p>Valorizar o conceito de Jovem Empresário Rural significa, portanto, alargar o olhar sobre o desenvolvimento promovendo efetivamente a coesão territorial. Expressa reconhecer que empreender em meio rural — seja na agricultura, nos serviços ou na pequena indústria — exige coragem, visão e capacidade de inovação. E significa, acima de tudo, perceber que a renovação geracional do mundo rural não se faz apenas com agricultores, mas com empresários jovens capazes de construir projetos sustentáveis e duradouros no território que os chama e os deveriam motivar com as ajudas financeiras e serviços de proximidade, para viver e investir.</p>
<p><strong>* Consultor em Desenvolvimento Territorial. <a href="https://www.agroportal.pt/jovem-empresario-rural-nao-agricola-precisam-se/" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado no site Agroportal.pt</a>.</strong></p>
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		<title>Podcast UA (Des)Complica: A formação em Medicina</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/podcast-ua-descomplica-a-formacao-em-medicina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 00:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo mestrado integrado em Medicina da Universidade de Aveiro (UA) e a doação do corpo à ciência são os temas da emissão de Podcast UA (Des)Complica. Como convidados, intervêm o Vice-reitor Artur Silva que também é presidente do Centro Académico Clínico Egas Moniz Health Alliance e Firmino Machado, diretor do curso de Medicina da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O novo mestrado integrado em Medicina da Universidade de Aveiro (UA) e a doação do corpo à ciência são os temas da emissão de Podcast UA (Des)Complica.</strong></p>
<p>Como convidados, intervêm o Vice-reitor Artur Silva que também é presidente do Centro Académico Clínico Egas Moniz Health Alliance e Firmino Machado, diretor do curso de Medicina da UA.</p>
<p><a href="https://creators.spotify.com/pod/profile/universidade-de-aveiro/episodes/Medicina-do-futuro-Inovao-pedaggica-e-doao-cadavrica-e3g5el6/a-ach3mqm" target="_blank" rel="noopener">Continuar para ouvir podcast.</a></p>
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		<item>
		<title>Universidade de Aveiro dá formação na instituição prisional de Aveiro</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/universidade-de-aveiro-da-formacao-na-instituicao-prisional-de-aveiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 13:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade de Aveiro (UA), no âmbito do projeto Europeu TourX, deu formação durante duas tardes inteiras na instituição prisional de Aveiro. Isto aconteceu para cumprir o objetivo da formação chegar também a públicos vulneráveis, objetivo do TourX. A formação no formato de Hospitality Labs &#8211; ou Laboratórios de Hospitalidade – foi desenhada no âmbito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Universidade de Aveiro (UA), no âmbito do projeto Europeu TourX, deu formação durante duas tardes inteiras na instituição prisional de Aveiro. Isto aconteceu para cumprir o objetivo da formação chegar também a públicos vulneráveis, objetivo do TourX.</strong></p>
<p>A formação no formato de Hospitality Labs &#8211; ou Laboratórios de Hospitalidade – foi desenhada no âmbito do TourX, com um investimento total de cerca de 4 milhões de euros. Pretende-se com esta formação aumentar as perspetivas de empregabilidade dos envolvidos &#8211; na área do turismo.</p>
<p><a href="https://www.ua.pt/pt/noticias/8/96019" target="_blank">Continuar para ler artigo do site UA:pt.</a></p>
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		<item>
		<title>Quem disse que aprender Geologia não pode ser divertido?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/quem-disse-que-aprender-geologia-nao-pode-ser-divertido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se, numa aula de ciências, os alunos estivessem envolvidos, a debater ideias, a colaborar com os colegas e a aprender geologia de forma lúdica? Rochas, sismos, vulcões, placas tectónicas … à primeira vista, a geologia pode parecer complicada ou até aborrecida! Para alguns, esta ciência está associada a conceitos difíceis, nomes estranhos e conteúdos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E se, numa aula de ciências, os alunos estivessem envolvidos, a debater ideias, a colaborar com os colegas e a aprender geologia de forma lúdica? Rochas, sismos, vulcões, placas tectónicas … à primeira vista, a geologia pode parecer complicada ou até aborrecida! Para alguns, esta ciência está associada a conceitos difíceis, nomes estranhos e conteúdos distantes da realidade. Mas a geologia não tem de ser assim. Pode ser próxima e desafiante. E, sim, pode ser divertido!</strong></p>
<p><strong>Por Isabel Teixeira 1), J.C.Paiva 1)2), António Guerner Dias 1),3) e Cecília Guerra 2),4) *</strong></p>
<p>Levar o lúdico para a sala de aula é uma forma natural de aproximar a aprendizagem do dia a dia dos alunos. Quando a geologia entra no formato de jogo, deixa de ser apenas um conjunto de conceitos a memorizar e passa a ser algo a explorar, discutir e compreender. Os alunos participam ativamente, fazem perguntas, explicam conceitos aos colegas e ganham confiança. Além disso, desenvolvem competências, como o pensamento crítico, a comunicação, a criatividade e o trabalho colaborativo, enquanto aprendem conceitos de geologia. Por exemplo, ao resolver enigmas, cumprir missões, ultrapassar desafios ou completar tarefas em grupo, os alunos desenvolvem competências essenciais, como a capacidade de resolução de problemas, enquanto se divertem.</p>
<p>Os jogos fazem parte do quotidiano dos alunos e acompanham-nos desde cedo como uma forma natural de explorar, experimentar e descobrir. Por isso, aprender sobre rochas, fósseis ou a dinâmica interna da Terra pode ser tão estimulante quanto jogar.</p>
<p>Para os professores, a aprendizagem baseada em jogos representa uma oportunidade de diversificar os recursos didáticos e adequar as atividades letivas a turmas cada vez mais heterogéneas e, muitas vezes, desmotivadas para com as atividades escolares. Não substituem outras metodologias de ensino, mas complementam-nas, criando momentos de aprendizagem significativos e envolventes.</p>
<p>Os jogos ajudam a tornar visível o que é abstrato e a dar sentido ao que, muitas vezes, parece distante e difícil de compreender pelos alunos. A geologia, à semelhança de outras ciências, beneficia deste tipo de recursos didáticos. Estudar a Terra, as suas transformações e a sua história ganha outro sentido quando os alunos são desafiados a tomar decisões, resolver problemas e aplicar conceitos em contextos do seu quotidiano durante a exploração de jogos didáticos.</p>
<p>Ensinar e aprender geologia pode ser tudo isto. Pode ser fundamentado e, ao mesmo tempo, entusiasmante. Quando a aprendizagem faz sentido e é envolvente, deixa de ser uma obrigação e converte-se num momento de descoberta.</p>
<p>Integrar o lúdico no ensino de geologia é, portanto, uma forma eficaz de aproximar a aprendizagem do quotidiano dos alunos. Ao explorar, experimentar e jogar, eles percebem que estudar a Terra não é apenas fundamental, mas também interessante! Na verdade, aprender geologia pode ser tão estimulante quanto jogar.</p>
<p>Afinal, aprender geologia pode ser (e é) divertido!</p>
<p>1) Centro de Investigação em Química da Universidade do Porto (CIQUP), Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Portugal;</p>
<p>2) Unidade de Ensino das Ciências (UEC), Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), Portugal;</p>
<p>3) Departamento de Geociências, Ambiente e Ordenamento do território (DGAOT), Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), Portugal;</p>
<p>4) Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores (CIDTFF) da Universidade de Aveiro, Portugal.</p>
<p>* <a href="https://www.ua.pt/pt/noticias/13/95926" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado originalmente no site UA.pt</a>.</p>
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