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	<title>Arquivo de Energias alternativas - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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	<description>Notícias da Região de Aveiro atualizadas em permanência</description>
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	<title>Arquivo de Energias alternativas - NotíciasdeAveiro.pt</title>
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		<title>Aquecimento a pellets ganha força em Portugal e impulsiona a presença da Salamandras A Pellets Italia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto marcado pela volatilidade dos preços da energia e pela crescente atenção às soluções sustentáveis, o aquecimento a biomassa está a consolidar-se como uma das principais alternativas no mercado português. Entre as opções disponíveis, as salamandras a pellets destacam-se pela eficiência, previsibilidade de custos e menor impacto ambiental. É neste cenário que a Salamandras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num contexto marcado pela volatilidade dos preços da energia e pela crescente atenção às soluções sustentáveis, o aquecimento a biomassa está a consolidar-se como uma das principais alternativas no mercado português.</strong></p>
<p>Entre as opções disponíveis, as salamandras a pellets destacam-se pela eficiência, previsibilidade de custos e menor impacto ambiental.</p>
<p>É neste cenário que a<a href="https://www.salamandrasapelletsitalia.pt/" target="_blank" rel="noopener"> Salamandras A Pellets Italia</a>, conhecida em Itália como <i>Stufe A Pellet Italia</i>, tem vindo a reforçar a sua presença em <b>Portugal</b>, acompanhando uma tendência europeia que aponta para a substituição progressiva de sistemas tradicionais por soluções mais eficientes e tecnologicamente evoluídas.</p>
<h2><b>Um mercado em transformação</b></h2>
<p>O setor do <b>aquecimento doméstico</b> em Portugal encontra-se atualmente numa fase de transição. A instabilidade dos custos energéticos e os objetivos europeus de descarbonização estão a influenciar as escolhas dos consumidores, que procuram soluções capazes de garantir eficiência a longo prazo.</p>
<p>As <b>salamandras a pellets</b> respondem diretamente a estas necessidades, <b>oferecendo um equilíbrio entre desempenho térmico</b>, controlo de consumo e sustentabilidade, fatores que explicam o crescimento consistente deste segmento nos últimos anos.</p>
<h2><b>Produção controlada e modelo direto ao consumidor</b></h2>
<p>Um dos elementos distintivos da <b>Salamandras A Pellets Italia</b> é o controlo interno das principais fases do processo produtivo. Desde a engenharia até à montagem final, a produção é realizada em Itália, permitindo à empresa manter padrões qualitativos constantes e uma evolução técnica contínua dos seus equipamentos.</p>
<p>Paralelamente, o <b>modelo de venda direta através do e-commerce oficial elimina intermediários</b> na cadeia de distribuição, permitindo oferecer soluções com uma relação <b>qualidade-preço mais competitiva</b> face aos canais tradicionais. A este modelo juntam-se ainda condições que reforçam a acessibilidade para o consumidor final, como <b>entrega gratuita em todo o país</b>, <b>possibilidade de pagamento em prestações</b> e <b>aconselhamento técnico especializado na escolha do modelo mais adequado</b> às necessidades de cada habitação.</p>
<p>Segundo responsáveis da empresa, esta abordagem permite “<i>reduzir custos estruturais e tornar mais acessíveis soluções de aquecimento tecnologicamente avançadas, mantendo elevados padrões de qualidade</i>”.</p>
<h2><b>Tecnologia e eficiência como pilares de crescimento</b></h2>
<p>A evolução do posicionamento da marca está também associada ao investimento contínuo em inovação técnica. A otimização dos sistemas de combustão, a melhoria dos componentes e a integração de sistemas de controlo mais avançados contribuem para garantir estabilidade de funcionamento e elevados níveis de rendimento energético.</p>
<p>Os equipamentos são desenvolvidos de acordo com as normas europeias mais exigentes, refletindo uma estratégia orientada não apenas para a conformidade regulamentar, mas para a consolidação de um padrão qualitativo consistente ao longo do tempo.</p>
<figure id="attachment_142263" aria-describedby="caption-attachment-142263" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-142263 size-full" src="https://www.noticiasdeaveiro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-1-e1775137806553.jpg" alt="" width="650" height="433" /><figcaption id="caption-attachment-142263" class="wp-caption-text">Salamandras A Pellets Italia.</figcaption></figure>
<h2><b>Uma oferta adaptada ao mercado português</b></h2>
<p>A gama disponível inclui diferentes soluções pensadas para responder às diversas necessidades habitacionais:</p>
<ul>
<li aria-level="1"><a href="https://www.salamandrasapelletsitalia.pt/salamandras-a-pellets/ar-ventilado/" target="_blank" rel="noopener">salamandras a pellets de ar ventilado</a> para aquecimento direto;</li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.salamandrasapelletsitalia.pt/salamandras-a-pellets/ar-ventilado/canalizaveis/" target="_blank" rel="noopener">modelos canalizáveis</a> para distribuição de calor entre divisões;</li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.salamandrasapelletsitalia.pt/salamandras-a-pellets/hidro/" target="_blank" rel="noopener">salamandras a pellets hidro</a> compatíveis com radiadores ou piso radiante;</li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.salamandrasapelletsitalia.pt/caldeiras-a-pellets/" target="_blank" rel="noopener">caldeiras a pellets para aquecimento central</a>.</li>
</ul>
<p>Esta diversidade permite adaptar o sistema a diferentes tipologias de habitação, desde apartamentos a moradias ou edifícios de maior dimensão, mantendo sempre elevados padrões de eficiência e fiabilidade.</p>
<h2><b>Crescimento europeu e reconhecimento internacional</b></h2>
<p>A expansão da Salamandras A Pellets Italia acompanha o crescimento do setor da biomassa a nível europeu. A empresa tem registado uma evolução consistente nos principais mercados onde opera, sustentada por uma capacidade produtiva relevante e por uma estratégia industrial definida.</p>
<p>A empresa, reconhecida entre as<a href="https://gmcs.pt/6-melhores-marcas-italianas-salamandras-pellets/" target="_blank" rel="noopener"> melhores marcas italianas de salamandras a pellets</a>, tem vindo a consolidar o seu posicionamento através de um modelo industrial e comercial que tem impulsionado a sua presença em vários mercados europeus.</p>
<p>Este percurso foi reconhecido internacionalmente com a inclusão, por vários anos consecutivos (incluindo 2026), na classificação<a href="https://www.ft.com/content/afd4a379-6332-47bb-bc65-04bd6eb24a19" target="_blank" rel="noopener"> <b>FT 1000 – Europe’s Fastest Growing Companies</b></a>, elaborada pelo <b>Financial Times</b>, que distingue as <b>empresas com maior crescimento na Europa</b>.</p>
<h2><b>Perspetivas para o mercado português</b></h2>
<p>As perspetivas para o setor em Portugal mantêm-se positivas. A procura por soluções de aquecimento mais estáveis e eficientes deverá continuar a crescer, impulsionada tanto por fatores económicos como ambientais.</p>
<p>Neste contexto, a <i>Salamandras A Pellets Italia</i> pretende consolidar a sua presença no país, apoiando-se num modelo que combina produção europeia, controlo industrial e <b>distribuição direta</b>.</p>
<p>A proposta é complementada por condições comerciais como entrega gratuita e possibilidade de pagamento em prestações, fatores que contribuem para tornar estas soluções mais acessíveis ao consumidor final.</p>
<p>Num mercado em rápida evolução, a capacidade de aliar estrutura industrial, inovação tecnológica e estratégia comercial clara surge como um dos principais fatores de diferenciação — e um dos motores de crescimento de um setor cada vez mais relevante no panorama energético europeu.</p>
<p><em><strong>O Notícias de Aveiro tem canais próprios para informação não jornalística como é o caso deste artigo »»</strong> <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/estatuto-editorial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ler estatuto editorial</a></em>.</p>
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		<title>Arouca desfavorável a nova central fotovoltaica por risco de &#8220;prejuízos relevantes&#8221;</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/arouca-desfavoravel-a-nova-central-fotovoltaica-por-risco-de-prejuizos-relevantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 09:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Serra da Freita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Arouca emitiu parecer negativo à instalação de uma central fotovoltaica que, com 88,5 hectares e 67.900 painéis, poderá resultar no que foi esta sexta-feira descrito como “prejuízos relevantes” para o ordenamento local. Segundo a Agência Lusa, em causa está um projeto com uma área mais alargada de 358,64 hectares, dispostos por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Câmara Municipal de Arouca emitiu parecer negativo à instalação de uma central fotovoltaica que, com 88,5 hectares e 67.900 painéis, poderá resultar no que foi esta sexta-feira descrito como “prejuízos relevantes” para o ordenamento local.</strong></p>
<p>Segundo a Agência Lusa, em causa está um projeto com uma área mais alargada de 358,64 hectares, dispostos por cinco freguesias de Arouca e duas de Santa Maria da Feira – ambos os concelhos no distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto.</p>
<p><a href="https://observador.pt/2026/02/27/arouca-desfavoravel-a-nova-central-fotovoltaica-por-risco-de-prejuizos-relevantes/" target="_blank">Continuar para ler artigo via site do jornal online Observador.</a></p>
<p><strong>Artigo relacionado</strong></p>
<p><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/central-fotovoltaica-de-arouca-ha-alternativas-mais-sensatas-e-justas/" target="_blank">Central Fotovoltaica de Arouca: Há alternativas mais sensatas e justas</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/arouca-desfavoravel-a-nova-central-fotovoltaica-por-risco-de-prejuizos-relevantes/">Arouca desfavorável a nova central fotovoltaica por risco de &#8220;prejuízos relevantes&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt">NotíciasdeAveiro.pt</a>.</p>
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		<item>
		<title>Corticeira M.A.SILVA dinamiza comunidades de energia</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/corticeira-m-a-silva-dinamiza-comunidades-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 00:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria da Feira]]></category>
		<category><![CDATA[Cortiça]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt que se declara líder no desenvolvimento de comunidades de energia em Portugal, estabeleceu um acordo com a M.A.SILVA, considerada uma &#8220;referência nacional e internacional na produção e exportação de rolhas de cortiça&#8221;, para criar duas comunidades de energia, localizadas em Santa Maria da Feira e em Alter do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt que se declara líder no desenvolvimento de comunidades de energia em Portugal, estabeleceu um acordo com a M.A.SILVA, considerada uma &#8220;referência nacional e internacional na produção e exportação de rolhas de cortiça&#8221;, para criar duas comunidades de energia, localizadas em Santa Maria da Feira e em Alter do Chão.</strong></p>
<p>A M.A.SILVA dispõe atualmente de três unidades de produção de autoconsumo solar fotovoltaico, que totalizam mais de 2,1 MWp, instaladas pelo Grupo Greenvolt, através da Greenvolt Next, gerando um excedente energético significativo, que passará a ser valorizado através da sua integração nas comunidades de energia da Greenvolt.</p>
<p>No total, mais de 1,1 GWh de excedente energético será partilhado com outros pontos de consumo. Em Santa Maria da Feira, o excedente partilhável ascende a 142 MWh, aos quais se juntam 342 MWh adicionais provenientes de outro produtor de energia.  Ao abrigo deste acordo, todos os colaboradores da M.A.SILVA passam também a ter acesso, em condições especiais, ao modelo de energia partilhada da Greenvolt, podendo beneficiar de energia renovável produzida em qualquer uma das comunidades de energia que a empresa opera de norte a sul do país.</p>
<p><strong>Discurso direto</strong></p>
<p><em>“A partilha de energia entre as nossas unidades, a comunidade envolvente e os nossos colaboradores reforça o compromisso da M.A.SILVA com a sustentabilidade, a eficiência e a inovação. Trata-se de um passo natural na relação equilibrada que promovemos entre a indústria corticeira e o meio ambiente, e representa uma evolução concreta da nossa responsabilidade ambiental” —<strong> José Duarte Silva, CEO MASilva.</strong></em></p>
<ul>
<li>A adoção de soluções de partilha energética assume hoje uma relevância crescente no contexto empresarial, ao oferecer uma forma eficiente de valorizar excedentes de produção solar e reforçar a gestão sustentável dos consumos;</li>
<li>A Greenvolt Comunidades conta atualmente com mais de 90 comunidades de energia em funcionamento em Portugal, totalizando cerca de 35 MWp de capacidade instalada e com 60 MWp adicionais em desenvolvimento;</li>
<li>A Greenvolt Comunidades, resulta da decisão estratégica do Grupo Greenvolt de apostar na promoção da geração distribuída de energia renovável, promovendo a instalação e partilha de energia pela comunidade envolvente a partir de uma âncora de produção.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Primus Ceramics reforça investimento na descarbonização</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/primus-ceramics-reforca-investimento-na-descarbonizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 00:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primus Ceramics, histórica empresa aveirense do setor da cerâmica, assinou um contrato de fornecimento de biometano para a descarbonização dos seus processos produtivos, dando sequência à uma aposta na sustentabilidade. O acordo celebrado com a empresa de energias renováveis Rega Energy é para os próximos 10 anos, estando previsto que seja assegurado durante aquele [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Primus Ceramics, histórica empresa aveirense do setor da cerâmica, assinou um contrato de fornecimento de biometano para a descarbonização dos seus processos produtivos, dando sequência à uma aposta na sustentabilidade.</strong></p>
<p>O acordo celebrado com a empresa de energias renováveis Rega Energy é para os próximos 10 anos, estando previsto que seja assegurado durante aquele período o fornecimento de 4,75 GW/ano de biometano, o que representa cerca de 25% das necessidades de consumo energético da fábrica localizada na Zona Industrial da Taboeira.</p>
<p>A empresa de produção de azulejos de pequena dimensão &#8220;aposta na inovação e na adoção de tecnologias e processos que reduzam a sua pegada carbónica e as emissões de gases de efeito de estufa, tornando os seus produtos mais sustentáveis e amigos do ambiente&#8221;.</p>
<p>A Primus Ceramics instalou na sua fábrica o primeiro secador cerâmico alimentado a 100% com eletricidade produzida a partir de fontes renováveis.</p>
<p><strong>Discurso direto</strong></p>
<p><em>&#8220;Com mais este acordo, reforçamos a aposta na sustentabilidade e na inovação, que nos tem guiado ao longo de mais de cinco décadas de existência. Esta visão tem-nos permitido crescer e afirmar, pela positiva, a nossa marca de qualidade, no país e além-fronteiras&#8221;<strong> &#8211; Paulo Almeida, assessor da Administração da Primus Ceramics.</strong></em></p>
<ul>
<li>A Primus Ceramics produz anualmente mais de 4 milhões de metros quadrados, sendo 75% da produção destinada a exportação;</li>
<li>Ao encarar os desafios ambientais como oportunidades de negócio, assume &#8220;um posicionamento competitivo num mercado cada vez mais exigente e orientado para a sustentabilidade&#8221;;</li>
<li>A fornecedora Rega Energy apoia &#8220;a transição para uma indústria sustentável&#8221;. A empresa nacional &#8220;desenvolve, constrói, detém e opera unidades de produção de biometano, hidrogénio e oxigénio verdes, fornecendo gases renováveis produzidos em Portugal a indústrias com elevados consumos energéticos&#8221;.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>As centrais fotovoltaicas são uma solução ecológica?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/as-centrais-fotovoltaicas-sao-uma-solucao-ecologica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 00:09:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.noticiasdeaveiro.pt/?p=135590</guid>

					<description><![CDATA[<p>O solo é um bem limitado. Esses espaços ocupados pelas placas fotovoltaicas deixam de ter qualquer utilização agrícola ou florestal. Por Vasco Paiva * De Norte a Sul aparecem projectos, e instalações, de centrais fotovoltaicas. Em cima de telhados, armazéns, fábricas, pedreiras, minas, nos eixos rodoviários ou ferroviários, nos aeroportos, nos estacionamentos, não será problema. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O solo é um bem limitado. Esses espaços ocupados pelas placas fotovoltaicas deixam de ter qualquer utilização agrícola ou florestal.</strong></p>
<p><strong>Por Vasco Paiva *</strong></p>
<p>De Norte a Sul aparecem projectos, e instalações, de centrais fotovoltaicas. Em cima de telhados, armazéns, fábricas, pedreiras, minas, nos eixos rodoviários ou ferroviários, nos aeroportos, nos estacionamentos, não será problema. Estou de acordo e podem ser uma boa alternativa.</p>
<p>O PROBLEMA está nas que ocupam vastos espaços de solos, centenas e centenas de hectares. Admite-se que possam vir a ocupar milhares de hectares!!!<br />
Agora é notícia um megaprojecto de 400 ha, a que dão nome de Sophia, nas zonas da Gardunha e que abrange os concelhos de Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. Mas também são notícia os protestos das populações atingidas.</p>
<p>Claro que as empresas deste negócio preferem sempre solos aplanados e sem pedregosidade&#8230; Sai mais barato para esse negócio.</p>
<p>Para a sua instalação é destruída a flora e a fauna existentes. Aquilo que é a função do solo e da vegetação, também na fixação do Carbono, é eliminada.</p>
<p>O solo é um bem limitado. Esses espaços ocupados pelas placas fotovoltaicas deixam de ter qualquer utilização agrícola ou florestal.</p>
<p>Com frequência, alteram os limites da Reserva Ecológica Nacional (REN) para passarem os licenciamentos. São atribuídos PINs, projectos de interesse nacional, para ultrapassarem as condicionantes da Reserva Agrícola ou da Ecológica…</p>
<p>Destrói a paisagem rural que deixa de ter qualquer atractividade.</p>
<p>Não permite a natural infiltração da água nos solos, o abastecimento dos aquíferos. As águas da chuva deslizando sobre os painéis podem provocar mais arrastamento de solo e eventualmente inundações estranhas e prejudiciais.</p>
<p>Em Antuzede (Coimbra) já houve queixas pelas enxurradas. Os moradores reclamaram que a falta de escoamento das águas se agravou com a construção da central fotovoltaica (Diário de Coimbra, 16/09/3023).</p>
<p>Em Souselas e Brasfemes, a Cimpor quer instalar placas fotovoltaicas num espaço florestal, em vez de utilizar as suas próprias pedreiras, nomeadamente nas áreas já exploradas, ou os telhados da sua fábrica. A Junta de Freguesia de Brasfemes opôs-se, mas a Câmara Municipal de Coimbra deixou passar.</p>
<p>Os exemplos de destruição de espaços florestais sucedem-se de Condeixa a Sines, em muitos, demasiados, concelhos.</p>
<p>Em Itália o governo proibiu por Decreto-lei, e bem, a instalação de fotovoltaicas em solos agrícolas (Portal Energia, 22/05/2024). E em Portugal?</p>
<p>É urgente legislação que impeça a utilização de solos agrícolas e/ou florestais para a instalação destas placas fotovoltaicas.<br />
São um negócio, um mau negócio, em que mais uma vez as populações são ignoradas.</p>
<p>No solo, são um ATENTADO AO AMBIENTE.</p>
<p><strong> * Engenheiro florestal.</strong></p>
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		<title>Aveiro:  Câmara propõe Centro de Energias Oceânicas</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/aveiro-camara-propoe-centro-de-energias-oceanicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de manifestou &#8220;vontade de promover, em parceria com a Universidade de Aveiro, a criação de um Centro de Energias Oceânicas, dedicado ao desenvolvimento de tecnologias baseadas nas ondas, marés e vento offshore&#8221;. Luís Souto deu conta da pretensão na sessão de abertura do IV Encontro Energia e Território, que decorreu na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente da Câmara de manifestou &#8220;vontade de promover, em parceria com a Universidade de Aveiro, a criação de um Centro de Energias Oceânicas, dedicado ao desenvolvimento de tecnologias baseadas nas ondas, marés e vento offshore&#8221;.</strong></p>
<p>Luís Souto deu conta da pretensão na sessão de abertura do IV Encontro Energia e Território, que decorreu na cidade. Segundo um comunicado autárquico, o edil &#8220;destacou papel do município como referência nacional na transição energética&#8221;.</p>
<p>A sessão contou com a participação do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, e o Presidente da E-REDES, Carlos Santos. </p>
<p>No encontro, Luís Souto apresentou &#8220;as principais linhas de ação do município para os próximos anos, com enfoque em medidas inovadoras e estruturantes&#8221;,  como a criação de Comunidades de Energia Renovável, produção de energia limpa em edifícios públicos, incentivos à mobilidade sustentável (&#8220;premiando os munícipes e entidades que optem por modos de transporte mais ecológicos&#8221;), a resiliência da rede elétrica e o uso da cidade como &#8220;laboratório vivo, através da Aveiro Tech City, para testar novas soluções energéticas e ambientais&#8221;.</p>
<p>No entender do líder da edilidade aveirense, &#8220;a cidade “reúne condições únicas para liderar a transição energética e responder, com ambição e pragmatismo, aos desafios climáticos, tecnológicos e sociais do nosso tempo.&#8221; Referiu, também, que &#8220;Aveiro quer ser referência nacional em gestão energética&#8221;, aproveitando a proximidade a &#8220;uma universidade de excelência, um tecido empresarial inovador, um ecossistema tecnológico único e, sobretudo, uma vontade política firme&#8221;.</p>
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		<title>RECER e Aleluia Ceramics recorrem a biometano na laboração</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/recer-e-a-aleluia-ceramics-recorre-a-biometano-na-laboracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 23:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águeda]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Goldenergy, comercializadora portuguesa de eletricidade &#8216;100% verde&#8217;, que é o segundo maior player no fornecimento de gás natural no setor industrial, com uma quota de 26% do mercado, celebrou com as cerâmicas a RECER e a Aleluia Ceramics um contrato de fornecimento de um total de 500.000 kWh de biometano até final de 2025. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Goldenergy, comercializadora portuguesa de eletricidade &#8216;100% verde&#8217;, que é o segundo maior player no fornecimento de gás natural no setor industrial, com uma quota de 26% do mercado, celebrou com as cerâmicas a RECER e a Aleluia Ceramics um contrato de fornecimento de um total de 500.000 kWh de biometano até final de 2025.</strong></p>
<p>O fornecimento às fábricas localizadas em Oliveira do Bairro e Aveiro, respetivamente, insere-se &#8220;num acordo mais alargado&#8221;, prevendo &#8220;um total de consumo nos próximos anos de 12.000.000 kWh de biometano&#8221;.</p>
<p>As duas empresas adquirem biometano certificado com as Garantias de Origem da EEGO, a Entidade Emissora de Garantias de Origem em Portugal.</p>
<p>A produção do biometano a fornecer resulta do tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos e agropecuários em Espanha pelo Grupo Axpo (acionista suíço da Goldenergy).</p>
<p>A Goldenergy assume-se como parceira de empresas e do setor industrial, &#8220;garantindo estabilidade de preços no gás natural a médio e longo prazo, num contexto de volatilidade externa.&#8221; Já fornece biometano a outras importantes empresas nacionais, como por exemplo o grupo hoteleiro Vila Galé ou a cerâmica Primus Vitoria, esta também em Aveiro.</p>
<p>Discurso direto</p>
<p><em>&#8220;O nosso posicionamento no mercado é ajudar as empresas a acelerarem os seus processos de descarbonização, sendo que a Goldenergy lidera a transição energética com soluções rastreáveis e certificadas. O fornecimento de biometano a mais duas importantes empresas do setor nacional da cerâmica é assim mais um decisivo passo neste sentido. O crescimento da Goldenergy na área do fornecimento de biometano está em curso, sendo que já foram iniciadas negociações com mais empresas, por exemplo, do setor alimentar&#8221;<strong>&#8211; Miguel Checa, General Manager da Goldenergy.</strong></em></p>
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		<title>CERTECA introduz biometano na fábrica de Anadia</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/certeca-introdu-biometano-na-fabrica-de-anadia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 13:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anadia]]></category>
		<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CERTECA &#8211; Indústrias Cerâmicas SA (Grupo Ceragni) vai substituir 20% do consumo de gás natural fóssil da sua fábrica em Anadia por biometano. O fornecimento para assegurar a produção de pavimentos e revestimentos &#8220;mais sustentáveis&#8221; é assegurado pela REGA ENERGY, empresa de energias renováveis. O acordo celebrado por 10 anos permite o abastecimento da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A CERTECA &#8211; Indústrias Cerâmicas SA (Grupo Ceragni) vai substituir 20% do consumo de gás natural fóssil da sua fábrica em Anadia por biometano.</strong></p>
<p>O fornecimento para assegurar a produção de pavimentos e revestimentos &#8220;mais sustentáveis&#8221; é assegurado pela REGA ENERGY, empresa de energias renováveis.</p>
<p>O acordo celebrado por 10 anos permite o abastecimento da fábrica por biometano produzido em Portugal com recurso a resíduos orgânicos, maioritariamente de origem agropecuária.</p>
<p>Segundo um comunicado da REGA ENERGY, &#8220;o biometano desempenha um importante papel na descarbonização das indústrias hard to abate (setores industriais de difícil redução de emissões), pois é um gás renovável que substitui diretamente o gás natural fóssil sem necessidade de adaptação dos processos industriais.&#8221;</p>
<p>Produzido a partir de resíduos orgânicos, é &#8220;uma solução eficiente, rápida e que reduz as emissões de CO2, especialmente em indústrias que na produção exigem altas temperaturas e são grandes consumidoras de gás natural. &#8221;</p>
<p>A CERTECA concluiu em março do ano passado a instalação de um parque solar fotovoltaico nas suas instalações, evitando a emissão anual de 514 toneladas de emissões de CO2, o que corresponde à plantação de cerca de 13.191 árvores.</p>
<p><strong>Discurso direto</strong></p>
<p><em>“Na CERTECA acreditamos num futuro com uma indústria mais modernizada e sustentável. Este acordo com a REGA ENERGY constitui um importante avanço nas metas de descarbonização estabelecidas não só pela União Europeia, mas também pelas Nações Unidas. Permite também ir de encontro às escolhas cada vez mais conscientes dos nossos clientes” <strong>&#8211; Raúl Magalhães, presidente do Conselho de Administração da CERTECA.</strong> </em></p>
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		<item>
		<title>Os fabricantes chineses: concorrência desleal ou estímulo para o mercado europeu?</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/os-fabricantes-chineses-concorrencia-desleal-ou-estimulo-para-o-mercado-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 23:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MG, BYD, NIO, Xpeng… Há apenas cinco anos, eram nomes exóticos para a maioria dos condutores europeus. Hoje, os seus carros elétricos circulam pelas ruas de Lisboa, Berlim ou Paris com números de vendas que começam a preocupar seriamente os fabricantes tradicionais. Por Nacho Torres * Em 2025, a quota de mercado dos fabricantes chineses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MG, BYD, NIO, Xpeng… Há apenas cinco anos, eram nomes exóticos para a maioria dos condutores europeus. Hoje, os seus carros elétricos circulam pelas ruas de Lisboa, Berlim ou Paris com números de vendas que começam a preocupar seriamente os fabricantes tradicionais.</strong></p>
<p><strong>Por Nacho Torres *</strong></p>
<p>Em 2025, a quota de mercado dos fabricantes chineses de automóveis elétricos na Europa já ronda os 6 %, o dobro do ano anterior. O crescimento não é pontual nem anedótico: é estrutural.</p>
<p>Perante este avanço, a União Europeia reagiu. Primeiro com uma investigação formal sobre possíveis subsídios estatais aos fabricantes chineses. Depois, com a aplicação de tarifas provisórias que poderão manter-se durante anos. Mas, para além da resposta política, a questão de fundo permanece: estamos perante uma concorrência desleal que ameaça a indústria europeia ou perante um estímulo que está a obrigar a Europa a acelerar?</p>
<p>Quotas, vendas e presença real: os dados</p>
<p>Em maio de 2025, os fabricantes chineses atingiram uma quota de 5,9 % do mercado europeu de automóveis novos, segundo a JATO Dynamics. Isto representa o dobro do valor registado em 2024. Só a BYD vendeu mais carros elétricos nesse mês do que a Tesla na Europa: 7.231 unidades contra 7.165. No primeiro trimestre do ano, os fabricantes chineses somaram mais de 330.000 unidades vendidas na Europa, segundo a Rho Motion — um crescimento de 36 % em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Em mercados como o espanhol, modelos como o MG4 ou o BYD Dolphin figuram entre os mais vendidos do ano no canal particular. No Reino Unido e na Alemanha, os números são ainda mais significativos. As projeções apontam para que os fabricantes chineses possam atingir os 10 % de quota europeia já em 2026, caso não sejam impostas novas barreiras.</p>
<p>Os subsídios chineses: prova de concorrência desleal?</p>
<p>A Comissão Europeia iniciou, em outubro de 2023, uma investigação ex officio sobre possíveis subsídios ilegais do governo chinês aos seus fabricantes de automóveis elétricos. Esta ação não exigia uma queixa prévia da indústria, o que revela a gravidade da situação aos olhos de Bruxelas. Em julho de 2024, após nove meses de investigação, a Comissão confirmou a existência de apoios substanciais:</p>
<ul>
<li>Empréstimos bonificados com garantia estatal;</li>
<li>Cedência de terrenos e zonas industriais em condições vantajosas;</li>
<li>Benefícios fiscais e isenções;</li>
<li>Apoio logístico e infraestruturas subvencionadas;</li>
<li>Subsídios à investigação, desenvolvimento e exportação.</li>
</ul>
<p>Estes apoios, embora não sejam necessariamente ilegais segundo a OMC, podem ser considerados distorcionantes caso causem prejuízo à indústria europeia — como concluiu a Comissão. Por esse motivo, desde outubro de 2024 estão em vigor tarifas compensatórias entre 17 % e 35 %, conforme o fabricante:</p>
<ul>
<li>BYD: 17 %;</li>
<li>Geely (Zeekr, Polestar, Lynk &amp; Co): ~20 %;</li>
<li>SAIC (MG): até 35 %;</li>
<li>Tesla (Xangai): 7,8 %.</li>
</ul>
<p>A duração prevista destas tarifas é de cinco anos, com possibilidade de renovação. Além disso, a UE estuda a extensão das medidas a modelos produzidos em solo europeu por marcas chinesas, caso se prove que beneficiam de apoio estatal indireto.</p>
<p>A indústria europeia: tecnologia sólida, estratégia tardia</p>
<p>A Europa não está tecnologicamente atrás da China. Fabricantes como a Volkswagen, Renault, Stellantis, BMW ou Mercedes dispõem de plataformas modernas, software avançado, padrões de segurança superiores e uma experiência global de produto consolidada.</p>
<p>No entanto, existem diferenças evidentes em alguns pontos:</p>
<p>Velocidade de implementação: as marcas chinesas apostaram cedo e de forma direta nos veículos 100 % elétricos. A Europa seguiu uma transição mais gradual (MHEV, HEV, PHEV).<br />
Escala e custos industriais: a China produz a custos mais baixos, com forte integração vertical (a BYD fabrica baterias, chips, motores e plataformas), o que reduz prazos e despesas.<br />
Software e interface de utilizador: nas gamas médias, as marcas chinesas oferecem experiências digitais mais completas, com atualizações OTA mais frequentes. A Europa está a recuperar terreno, mas com atraso.<br />
Dependência de baterias: a China domina 70 % da produção global. A Europa investe na Northvolt, ACC e outras gigafábricas, mas ainda sem escala suficiente.</p>
<p>Em suma: a Europa tem capacidade, mas tardou a ativar uma estratégia integrada. Agora, corre o risco de depender tecnologicamente de terceiros se não acelerar.</p>
<p>O consumidor no centro do tabuleiro</p>
<p>Neste confronto geoeconómico, o comprador europeu é muitas vezes o elemento esquecido. Os modelos chineses chegam com preços competitivos, boa autonomia e equipamento generoso — uma oportunidade real para acelerar a eletrificação a preços acessíveis.</p>
<p>Mas surgem dúvidas legítimas:</p>
<p>Haverá pós-venda fiável e com continuidade?<br />
Será possível reparar fora dos canais oficiais?<br />
As tarifas vão impactar o preço final?</p>
<p>O dilema é evidente: como proteger a indústria europeia sem travar a transição ecológica nem penalizar o consumidor médio?</p>
<p>Conclusão: proteção, concorrência e visão estratégica</p>
<p>Os fabricantes chineses provaram que é possível construir veículos elétricos funcionais, competitivos e rentáveis. A Europa, com a sua tradição industrial, conhecimento técnico e capacidade humana, tem todas as ferramentas para competir. Mas precisa de agilidade, investimento coordenado e uma estratégia continental clara.</p>
<p>A investigação sobre os subsídios chineses não é apenas uma reação protecionista: é também um alerta. A Europa tem de decidir se quer continuar a ser um continente produtor de automóveis — ou apenas o mercado consumidor dos veículos dos outros.</p>
<p>A eletrificação não é apenas uma transição tecnológica. É uma batalha industrial, económica e estratégica. E já começou.</p>
<p><a href="https://greenfuture.pt/2025/08/05/os-fabricantes-chineses-concorrencia-desleal-ou-estimulo-para-o-mercado-europeu/" target="_blank" rel="noopener">* Artigo publicado originalmente no site Greenfuture</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de hidrogénio verde em Oliveira do Bairro</title>
		<link>https://www.noticiasdeaveiro.pt/projeto-de-hidrogenio-verde-em-oliveira-do-bairro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 08:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AveiroWorkPoint]]></category>
		<category><![CDATA[Oliveira do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrogénio]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Recuperação e Resiliência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.noticiasdeaveiro.pt/?p=130839</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um novo projeto de hidrogénio verde, envolvendo oito milhões de euros de investimento apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), vai arrancar proximamente em Oliveira do Bairro numa parceria entre a Winpower e Metalcertima (WP2X), a que também se juntou a Floene, maior distribuidor de gás em Portugal. Reconhecido como Projeto de Interesse Nacional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um novo projeto de hidrogénio verde, envolvendo oito milhões de euros de investimento apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), vai arrancar proximamente em Oliveira do Bairro numa parceria entre a Winpower e Metalcertima (WP2X), a que também se juntou a Floene, maior distribuidor de gás em Portugal.</strong></p>
<p>Reconhecido como Projeto de Interesse Nacional (PIN), surge numa região com forte tradição industrial, esperando-se, por isso, &#8220;um impcto direto na transição energética do importante cluster cerâmico local, promovendo a sua competitividade e sustentabilidade.&#8221;</p>
<p>O projeto da WP2X produzirá hidrogénio verde a partir de um eletrolisador alimentado com água residual de indústrias locais e eletricidade renovável. A Floene irá assegurar a ligação do projeto à rede de gás, permitindo a injeção anual de cerca de 19 GWh de hidrogénio verde, o equivalente a cerca de 3% da energia atualmente entregue à zona da rede de Oliveira do Bairro.</p>
<p>Entre os benefícios do projeto, são referidos &#8220;a promoção da autonomia energética local, substituição do gás natural fóssil por um gás renovável, contribuindo para a neutralidade carbónica da região, reforço da competitividade da indústria local, e promoção da mobilidade sustentável, caom potencial para abastecer frotas industriais e, no futuro, outros setores de transporte.&#8221;</p>
<ul>
<li>A construção da unidade de produção de hidrogénio verde arranca nos próximos meses, devendo estar pronta até ao final de 2026. O volume inicial estimado de produção é de 17,5 GWh por ano, que pode aumentar em função de novos utilizadores. No total, o projeto permitirá reduzir 5.724 toneladas de CO₂ equivalente por ano;</li>
<li>O projeto da WP2X foi vencedor do recente leilão de hidrogénio, um impulso decisivo para o arranque de um mercado com grande potencial e um marco estruturante para o setor energético e para a região centro do país.</li>
</ul>
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