
“Precisamos de um pacto para a floresta e para o território com urgência”, defende Helena Freitas, professora na Universidade de Coimbra e uma das maiores referências da ecologia nacional.
Numa conversa dedicada à importância do capital natural, esta investigadora defende que os modelos de conservação da natureza devem ser projetos cada vez mais integrados, e com ligação aos territórios, e adverte que o risco de desistência da Lei do Restauro da Narureza é real, numa altura em que “é difícil fazer prevalecer a agenda da natureza”.
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