Ol. de Azeméis: Teatro Municipal vai ser “palco de oportunidade” para agentes culturais do concelho

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Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis.
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A presidência da Câmara de Oliveira de Azeméis garante a disponibilização do novo Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis (TEMA), inaugurado em novembro último, para eventos das coletividades e escolas artísticas locais, apesar das dificuldades de fazer agendamentos tal o número de solicitações.

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Nas reuniões mais recentes do executivo, a vereadora Carla Rodrigues, do PSD, tem questionado a demora do município em dar resposta aos pedidos que estarão ser feitos para agendamento da utilização do principal auditório da cidade para eventos culturais.

“Não obtêm resposta da Câmara Municipal: Se podem utilizar o Teatro? Quando é que o podem utilizar? Já estão a agendar noutras salas de espetáculo. Ou seja, nós já temos o nosso Teatro e as nossas instituições continuam a não poder utilizar. O que é que se passa?”, questionou a eleita social democrata, que foi cabeça-de-lista para a Câmara nas últimas eleições autárquicas.

Na resposta, o presidente do executivo assegurou que existe diálogo com os agentes culturais, que fazem chegam muitos pedidos, mas lembrou que é preciso acertar o calendário de eventos e adequá-lo à capacidade de resposta.

“Nós estamos a procurar, numa primeira fase, conversar com quem faz cultura de qualidade há muitos anos nosso Concelho, que é o nosso movimento associativo. Vamos definir com eles um conjunto de iniciativas que têm que acontecer no Teatro Municipal”, explicou Joaquim Jorge (PS).

Segundo o edil, além de trazer cinema, teatro ou bailado, a Câmara também pretende dar espaço a “várias manifestações artísticas”, tornando o TEMA “um palco de oportunidade” para que os grupos, coletividades e associações locais possam atuar. “É isso que nós queremos que aconteça. Mas para isso tem que haver programação”, ressalvou.

A coordenação da sala foi contratualizada com Luís Portugal, conhecido por ter sido vocalista do grupo portuense Jafumega, que é programador cultural também em outros espaços, como o Cineteatro de Estarreja.

Discurso direto

“Aquilo que se pretende é que nos seja apresentada uma programação e uma dinâmica que permita que as coisas se descentralizem e se dispersem pelo território concelhio. É esse o desafio que foi lançado. É para isso que faz sentido ter um programador cultural. É para isso que nós estamos a trabalhar, para podermos ter uma oferta cultural que não se resuma exclusivamente ao Teatro Municipal ou à Galeria Tomás Costa, mas que possa acontecer em todo o território concelhio” – Joaquim Jorge, presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis.

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