Estudo para “reabilitação profunda” do centro de Estarreja em consulta pública

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Centro de Estarreja (imagem Google maps).
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A Câmara de Estarreja colocou, esta quarta-feira, em consulta pública o ‘Estudo prévio para a regeneração urbanística do Centro da Cidade de Estarreja’, sendo possível enviar sugestões durante 30 dias.

Informação transmitida pelo presidente da edilidade, na noite de terça-feira, antes da apresentação pública da proposta que foi elaboradora por uma equipa coordenada pelo arquiteto Paulo Reis, dos quadros do município.

O ‘Estudo prévio para a regeneração Urbanística do Centro da Cidade de Estarreja’ prevê um conjunto de intervenções que irão decorrer em duas fases, com uma estimativa de orçamento de 4,5 milhões de euros.

“Pensamos que temos aqui uma proposta muito interessante”, afirmou o autarca Diamantino Sabina, adiantando que a Câmara irá concorrer a fundos comunitários para financiamento dos trabalhos a executar.

O plano traçado prevê que a primeira fase possa avançar para elaboração do projeto “dentro de dois a três meses”, apontando-se para a abertura de concurso da empreitada em 2024, o que poderá permitirá iniciar trabalhos ‘no terreno’ em “finais de 2024 ou início de 2025”.

Segundo explicou o presidente da Câmara, a primeira fase irá abranger os arruamentos a partir da estação ferroviária, toda a Avenida Visconde Salreu, até à chamada ‘rotunda das bateiras’ e prosseguir pela rua que serve o cineteatro até à gasolineira próxima.

Diamantino Sabina adiantou que a reabilitação do espaço público será feita “enquadrada” com outras obras novas já ‘em marcha’, como a nova rua Dr. Manuel Figueiredo, que está “prevista há décadas”, já consignada, podendo avançar dentro de duas semanas. Avançará, igualmente, uma ‘variante’ que servirá para escoar trânsito do centro da cidade, em alternativas às ruas atuais.

Para o edil, o centro de Estarreja carece de “uma reabilitação profunda”, uma vez que “urge modernizar” a zona citadina criando “novos espaços aprazíveis e com passeios mais francos e largos, esplanadas sem condicionantes, sempre reforçando a centralidade”, permitindo “melhorias na acessibilidade, conforto e segurança”.

O estudo prevê criar novos lugares de estacionamento, incluindo através de um parque subterrâneo.

Uma aposta assumida “claramente no sentido de atrair investimento imobiliário, para criar novas habitações” em Estarreja.

A dinâmica gerada pela Área de Reabilitação Urbana (ARU) no centro “trouxe frutos”, nomeadamente na Avenida Visconde Salreu, com “muitas reabilitações” e novas construções (quase meia centena de intervenções).

Apresentação ‘Estudo prévio para a regeneração da Cidade de Estarreja’ (Vídeo).

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