
O incêndio florestal que lavrou com intensidade desde o início da tarde no sul do concelho de Aveiro ficou dominado pelas 22:25, sem que haja registo de danos pessoais ou em bens.
+ info em https://fogos.pt/pt/fogo/20261328520/detalhe
O combate às chamas em povoamento florestal durante 10 anos chegou a mobilizar mais de 300 bombeiros no teatro de operações, apoiados por quase 90 viaturas e, a certa altura, com 10 meios aéreos.
O despacho de primeiro alerta de fogo foi dado para Eirol nas imediações da Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico da ERSUC, obrigando depois, também, a acautelar a passagem em lugares junto de habitações e outras instalações que chegou a ameaçar.
Boa parte dos meios que continuaram durante a noite empenhados no terreno (quase 300 operacionais e uma centena de viaturas) vão ocupar-se do rescaldo nas próximas horas, prevenindo reacendimentos.
As condições climatéricas, nomeadamente o vento forte que se fez sentir, dificultaram o combate às chamas durante a tarde.
O fogo atravessou a autoestrada e seguiu para Taipa / Requeixo, também no concelho de Aveiro, zonas que têm sido particularmente fustigadas durante este verão.
A A1 esteve cortada, até ao final da tarde, nos dois sentidos entre Albergaria-A-Velha e Aveiro Sul devido à proximidade das chamas e fumo intenso, congestionando o trânsito também na cidade de Aveiro (EN 109 e acesso a Águeda), bem como IC2, A25 e A17, devido ao desvio do tráfego.
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