
“A Feira de Março está aqui: presente, viva, modernizada naturalmemte, cumprindo muito mais que uma tradição”. O presidente da Câmara de Aveiro elevou a secular ‘feira franca’ ao estatuto de “marca identitária” da cidade, como é o sal produzido nas marinhas milenares ou os “cânticos aveirenses” que a Tuna de Santa Joana entoou a dar solenidade à abertura da edição 590.
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Este ano, o executivo camarário, que organiza pela primeira vez no seu consulado, assumiu a feira como uma “festa da família” com descontos para as mesmas na entrada em dias dos concertos musicais (11), entre outras atividades.
Mantém-se o figurino também de “mostra empresarial, que é muito importante”, tendo sido reforçada, ainda, “a envolvência associativa”, com 37 coletividades locais presentes, “um número recorde, que é muito bom”.
“Um certame cada vez mais grandioso” é a aposta da atual maioria na Câmara que deseja “projetar a Feira de Março para ser um dos principais certames” Centro e Norte do País, ambição para a qual será útil a “futura transformação” do recinto de feiras e exposições acrescentado de um ‘multiusos’.
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