Ferry elétrico, Aveiro.

O PCP de Aveiro diz que foi por “responsabilidade” da Câmara que “São Jacinto ficou completamente isolada em transportes coletivos” aquando da passagem da depressão Kristin.

“O ferry não navegou, as lanchas estiveram inoperacionais e pior, não circulou o transporte rodoviário entre Aveiro – São Jacinto – Aveiro, apesar dos 60 Km de distância”, critica um comunicado que retoma um problema recorrentemente denunciado.

Para os comunistas, “é particularmente inaceitável a decisão de que nem o transporte alternativo rodoviário, denominado ’13’, circular para São Jacinto. Uma decisão particularmente questionável, quando todos as outras freguesia e concelhos mantiveram a circulação de transporte.”

Além do ferry elétrico, existem duas lanchas de transporte, mas ambas não são utilizadas: “a ‘Dunas’, que serviu de propaganda eleitoral há mais de 4 anos, com um custo de cerca de 80.000€, nunca navegou e a lancha ‘Transria, que apesar construída e pensada para as más condições temporais do canal da ria, incompreensivelmente não navega por falta de investimento.”

“A indignação na população de São Jacinto espelha um sentimento de abandono e desigualdade. Independentemente da sua localização geográfica, todos os munícipes aveirenses têm direito de fruir de serviços públicos, nomeadamente, ao caso, à mobilidade”, refere o PCP para quem a maioria camarária “tem assumir as suas responsabilidades e resolver este grave problema, que periga coesão económica e social do Concelho”.

“O PCP, com a população, exige uma solução célere para estes graves problemas, que tornam impossível a mobilidade em São Jacinto”, conclui a nota.

Além do ferry elétrico, existem duas lanchas de transporte, mas ambas não são utilizadas: “a ‘Dunas’, que serviu de propaganda eleitoral há mais de 4 anos, com um custo de cerca de 80.000€, nunca navegou e a lancha ‘Transria, que apesar construída e pensada para as más condições temporais do canal da ria, incompreensivelmente não navega por falta de investimento.”

“A indignação na população de São Jacinto espelha um sentimento de abandono e desigualdade. Independentemente da sua localização geográfica, todos os munícipes aveirenses têm direito de fruir de serviços públicos, nomeadamente, ao caso, à mobilidade”, refere o PCP para quem a maioria camarária “tem assumir as suas responsabilidades e resolver este grave problema, que periga coesão económica e social do Concelho”.

“O PCP, com a população, exige uma solução célere para estes graves problemas, que tornam impossível a mobilidade em São Jacinto”, conclui a nota.

Na última reunião de Câmara, interpelado por uma intervenção vinda do público, o presidente abordou o tema dos transportes para São Jacinto destacou o desempenho do ferry, “que tem tido alguns problemas” e “limitações de segurança” para manobrar na ria em dias de mau tempo.

“Outra questão são, e aí, ainda ontem falei com a presidente da Junta, e avisamos, no bom sentido, o concessionário que é preciso colocar a Junta, concessionário, Câmara Municipal no sentido da comunicação ser muito clara e eficiente e as alternativas para quando o ferry não funcionam sejam de acordo com as necessidades da população. Temos de melhorar”, adiantou Luís Souto.

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