
Ficou sem efeito a aquisição de 20 obras de arte da autoria do escultor Paulo Neves encomendadas pela Câmara de Vagos.
O atual executivo, a que preside Rui Cruz (PSD), deliberou pela revogação da aquisição de duas dezenas de obras de arte, em madeira, para espaço público, ao preço unitário de 5 mil euros.
Uma das derradeiras decisões da presidência de João Paulo de Sousa que já estaria acertada com o escultor desde finais de 2021, tendo o município assumido os encargos com a matéria-prima.
A nova maioria entendeu, contudo, revogar o despacho de aquisição de 10 de outubro de 2025 “em virtude dos seus pressupostos de facto assentarem numa ato nulo que os precedeu”, carecendo “em absoluto de formal legal”, por se desconhecer a existência de “qualquer procedimento” de contratação pública, como caderno de encargos e convite formal.
O artista foi notificado, entretanto, para remeter proposta “ressarcimento de danos” em dinheiro ou oferta de obras de arte criadas a partir das árvores entregues para posterior análise.
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