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Quercus Aveiro: Balanço ambiental de 2017 e perspetivas para novo ano
05 jan 2018, 09:29

Num contexto cada vez mais premente de alteração de comportamentos, de modo a garantir a sustentabilidade do nosso Planeta, o grande desafio passa por conseguir conciliar futuramente o crescimento económico da região e de Portugal, em todas as vertentes que o mesmo implica, com atitudes individuais e coletivas mais respeitadoras do Ambiente.

Como tem acontecido em anos anteriores, o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus faz o balanço ambiental relativo ao ano de 2017, sobretudo ao nível regional, selecionando os melhores e os piores factos, e apresentando algumas perspectivas para o ano

Os piores factos ambientais de 2017

Incêndios florestais 

O elevado número de incêndios que deflagraram no distrito de Aveiro destruiu milhares de hectares de floresta. Vastas áreas de ecossistemas valiosos nomeadamente floresta com matos, pinheiros e carvalhos foi ameaçada.

A plantação de grandes áreas de eucalipto põe em risco a sustentabilidade do ecossistema, provocando a diminuição da biodiversidade e o consumo de grandes quantidades de nutrientes e recursos hídricos. Apesar do Governo ter apresentado a compromisso político de aumento das áreas destinadas a espécies autóctones, travando a expansão da área de eucalipto, até à data não se verificou qualquer alteração no terreno. A actual monocultura do eucalipto, que se verifica em muitas áreas da nossa região, é um dos maiores fatores de risco para a propagação e elevada extensão dos incêndios que vão ocorrendo um pouco por todo o lado.

Embora as autarquias tenham a obrigação legal de elaborar e cumprir os Planos Municipais de Defesa de Florestas Contra Incêndios e os Planos Operacionais Municipais, algumas continuam a negligenciar a sua aplicação e o cumprimento das ações definidas para a defesa da floresta. 

A negligência e inação das entidades públicas não só agravam as condições que facilitam a propagação dos fogos como também provocam elevados prejuízos no futuro, com a degradação acelerada e irreversível do solo e a expansão descontrolada de espécies infestantes.

Expansão descontrolada de espécies exóticas 

É preocupante a expansão descontrolada de algumas espécies exóticas, como o jacinto-de-água, a acácia e a erva-das-pampas na região. É urgente o reforço das medidas para monitorizar e controlar este problema, dado que sem uma ação concertada contra a propagação descontrolada destas plantas invasoras, os custos ambientais e económicos serão enormes e os danos irreversíveis. Caso o controlo destas espécies invasoras não se inicie de imediato, as intervenções para controlar esta espécie irão tornar-se complexas e muito onerosas.

A Quercus tem registado também um aumento de ninhos de vespa-asiática detectados na região de Aveiro. A expansão acelerada da espécie exige um novo e enérgico plano de monitorização e combate desta espécie invasora, a qual está a pôr em causa não só o equilíbrio ecológico mas também a sobrevivência de muitas colmeias e a consequente produção de mel por parte de muitos pequenos produtores.

Descargas poluentes nos rios e ribeiras

Os recorrentes episódios de poluição, registados ao longo do ano, particularmente nos rios Águeda, Caima, Cértima, Ul e Vouga, bem como na Ria de Aveiro e na Pateira de Fermentelos, fazem com que estes ecossistemas se apresentem ano após ano, ameaçados.

Os cursos de água continuam a registar elevadas concentrações de nutrientes e cargas orgânicas, associadas sobretudo a más práticas agrícolas com uso excessivo de fertilizantes e a descargas poluentes com origem urbana e industrial. 

O desempenho das empresas de coleta e tratamento de esgoto que operam na região continua a não ser satisfatório, dado que se registam diversos casos de descargas poluentes provenientes das suas próprias infraestruturas, pondo em causa cursos de água de elevado valor ambiental, e não cumprindo os contratos de concessão e as condições contratualizadas com os seus clientes. 

A inexistência de saneamento básico em diversos pontos do distrito põe em causa a saúde pública e o ambiente. É urgente investir na expansão da rede de saneamento e de abastecimento de água.

Impacto do ruído na estrada EN109 e na ligação Travassô-Esgueira

Em 2013, a Quercus foi verificar os níveis de pressão sonora no interior da vila de Cacia, junto a uma habitação adjacente à EN109, constatando que não eram cumpridos os limites legais e as habitações eram afetadas pelas vibrações pelo trânsito de veículos pesados causando mau estado de conservação da via. Quatro anos depois de recolher indicadores preocupantes de ruído associado ao tráfego em Cacia, o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus constata que o tráfego rodoviário continua intenso, e não foi adotada qualquer medida para o seu controlo, nomeadamente no que respeita aos veículos pesados.

Sobreexploração dos recursos e captura ilegal na Ria de Aveiro 

Os bivalves, capturados nas zonas proibidas da Ria de Aveiro, são comercializados ilegalmente e constituem um grave risco para a saúde pública. A captura por meio de métodos ilegais, que utilizam artes de arrasto pelo fundo ou redes rebocadas similares que operam em contacto com o fundo, está a destruir o ecossistema e a vida estuarina na Ria de Aveiro. Além disso, a apanha selvagem de casulo, uma espécie de verme utilizado como isco para a pesca, está a pôr em risco a existência de mais de duas centenas de espécies. Quando os apanhadores revolvem o fundo da ria há muitas espécies que acabam por morrer. 

60% do território nacional em seca severa

As regiões mediterrânicas, sobretudo a Península Ibérica, têm vindo a sofrer um processo de desertificação crescente, associado à escassez de recursos hídricos. As alterações climáticas contribuem, sem dúvida, para o agudizar o problema, na medida em que assistimos já a uma diminuição da precipitação anual, um indicador de que os períodos de seca serão muito provavelmente mais frequentes no futuro e a sua incidência mais grave no sul do país, embora também o possa ser no interior.

Segundo o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, 32,6% do território nacional encontra-se em situação degradada. A aridez dos solos atinge a totalidade do interior Algarvio e do Alentejo, está a progredir para as zonas do Noroeste, tradicionalmente uma das mais pluviosas da Europa, e a aumentar nas zonas do litoral sul e montanhas do Centro. 

É urgente apostar na agricultura e na floresta menos dependente de grandes quantidades de água e privilegiando variedades autóctones, mais adaptadas ao nosso clima e mais resistentes aos futuros cenários de seca, que vão ser por certo, infelizmente cada vez mais graves e frequentes.

Podas abusivas e destruidoras

Em 2017 continuaram-se a executar podas abusivas a centenas de árvores um pouco por todo o distrito. As intervenções realizadas evidenciam uma preocupante falta de conhecimentos na área da arboricultura. Seria de esperar, de alguns municípios da região, pelo conjunto dos seus valores paisagísticos, maior competência na gestão dos seus espaços verdes.

Fiscalização insuficiente

A articulação entre a Quercus e as entidades públicas tem sido muito importante para a identificação e acompanhamento dos crimes ambientais no distrito. No entanto, é urgente dotar estes serviços de mais meios humanos e materiais necessários para o cumprimento efetivo da missão e dos objetivos definidos.

Os melhores factos ambientais de 2017 

Projeto Cabeço Santo

O Projeto Cabeço Santo continuou em 2017 a contribuir ativamente para a recuperação ecológica e paisagística de uma mancha florestal no concelho de Águeda, conseguindo aumentar a extensão da área à sua guarda. Este é um projeto único em Portugal, com uma área de intervenção de mais de 100 hectares.

Foram promovidas 30 ações de voluntariado. As iniciativas contaram com a participação de mais de 200 voluntários. Durante o ano, dinamizaram-se 9 ações de divulgação em diversos eventos nacionais, nomeadamente na Expoflorestal, assim como 6 iniciativas de carácter pedagógico e educativo em instituições de ensino da região. Durante os meses de agosto e setembro, a equipa técnica realizou diversas ações de vigilância noturna para detetar comportamentos de risco ou criminosos em zonas críticas.

O trabalho desenvolvido pelo Projeto teve grande destaque em diversos órgãos de comunicação social nacionais, nomeadamente na SIC, TVI, Porto Canal, LUSA, Renascença e TSF.

Este ano trouxe também novos parceiros e apoios, nomeadamente a INDASA S.A., que apoiou a plantação de 1000 árvores autóctones, e juntou-se assim à Câmara Municipal de Águeda, Altri, Espaço Talassa, Zoofeira, Critec e Associação Florestal do Baixo Vouga.

Eventos de promoção e valorização do património natural

O Núcleo Regional de Aveiro promoveu diversos eventos gratuitos e abertos à comunidade, nomeadamente saídas de campo no Parque Natural da Serra da Estrela, nas rotas da NaturRia e da Bioria, bem como nas salinas da Ria de Aveiro e na Pateira de Fermentelos.

Estas iniciativas permitiram a observação dos diversos ecossistemas, especialmente a paisagem ribeirinha da Ria de Aveiro, os seus sapais, juncais e caniçais, bem como os campos agrícolas que a circundam, abrangendo uma grande área de interesse para a conservação da natureza. A comemoração do EuroBirdwatch 2017 – o maior evento europeu de observação de aves – para celebrar a riqueza e beleza das aves existentes na Pateira de Fermentelos, realçou a sua importância para os ecossistemas e afirmou a Pateira como um destino privilegiado para o birdwatching.

Em março, realizou-se uma ação de plantação de árvores junto à Ecopista do Vouga, com o apoio da Câmara Municipal de Sever do Vouga, ADRA – Águas da Região de Aveiro e diversas associações e empresas locais.

Estudo de caracterização ecológica do Sítio de Interesse Comunitário do rio Vouga

Na primeira fase, foi realizado o levantamento da informação científica e técnica que permite uma real caracterização da área, com vista a identificar lacunas e oportunidades de intervenção. Após a realização de estudos no terreno, serão propostas medidas de gestão que pretendem revitalizar o rio Vouga, através de ações como a requalificação das suas margens e repovoamento. Estes são alguns dos objetivos do estudo de caracterização ecológica que o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus está a coordenar, com a colaboração da Câmara Municipal de Sever do Vouga, ADRA - Águas da Região de Aveiro e Universidade de Aveiro.

A Quercus, com o apoio da CM Sever do Vouga e da ADRA - Águas da Região de Aveiro, promoveu a realização de um estudo de caracterização ecológica do SIC Rio Vouga o qual se baseou na recolha de informação técnica existente mas dispersa. O tratamento desta informação permitiu identificar lacunas de informação e oportunidades de intervenção para a gestão dos valores naturais presentes nesta área classificada. O relatório produzido foi remetido à Câmara Municipal de Sever do Vouga tendo sido um importante contributo para a formalização de uma candidatura a fundos comunitários ...

Projeto de Valorização da Pateira de Fermentelos

Em 2017, a Quercus, a Câmara Municipal de Águeda, a Brisa e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas juntaram-se para promover um projeto de valorização e promoção da biodiversidade da Pateira de Fermentelos. Com esta parceria pretende-se implementar um programa de monitorização das populações de aves que determinaram a inclusão da Pateira de Fermentelos na Zona de Proteção Especial da Ria de Aveiro e dinamizar um programa de comunicação, de sensibilização e educação ambiental.

Intervenção com vista a manutenção preventiva numa marinha para preservar uma colónia de andorinha-do-mar

O que poderia ter sido mais um episódio igual a tantos outros que repetidamente, ano após ano, se sucedem na Ria de Aveiro foi, desta vez, muito diferente. No final de Maio detetou-se a presença de uma colónia de andorinha-do-mar numa “ilha” acidentalmente formada em sequência de uma intervenção com vista a manutenção preventiva numa marinha próxima ao Centro Municipal de Interpretação Ambiental de Aveiro. Dado o alerta do que poderia vir a suceder caso a intervenção continuasse sem ter a devida atenção e acompanhamento, logo se estabeleceu um diálogo entre o Quercus e os proprietários do projeto que se prontificaram de imediato a colaborar na preservação da colónia conduzindo-a ao sucesso, tendo aí nidificado 55 - 65 casais de andorinha-do-mar-anã, uma espécie ameaçada e protegida pela Diretiva Aves.

Numa marinha adjacente está já em processo a recriação das condições ideais com o objetivo de tentar acomodar uma nova colónia em 2018, garantindo assim a presença e o sucesso reprodutor desta espécie na área, promovendo a preservação da biodiversidade na Ria de Aveiro.

Cidadania pelo Ambiente

As parcerias estabelecidas entre o Núcleo Regional de Aveiro e várias associações regionais, nomeadamente o Colectivo de Intervenção na Defesa dos Interesses dos Cidadãos da Coutada, o Movimento Terra Queimada, a Quinta Ecológica da Moita, a Associação Charcos e Companhia, a ADACE, o Movimento CiclaAveiro, os Escoteiros de Aveiro e o Agrupamento de Escuteiros de Travassô, permitiram chamar a atenção da população e das autoridades para a importância da conservação da natureza e dos problemas de poluição.

Em novembro, criou-se a plataforma “Alvorecer Florestal” que agrupa diversas associações e movimentos com o objetivo de apoiar a causa da regeneração da floresta autóctone na região.

Início da recuperação ambiental da Barrinha de Esmoriz

A criação de uma rede de passadiços veio facilitar as acessibilidades à Barrinha, atraindo visitantes que ali procuram uma paisagem natural que foi resgatada ao abandono de várias décadas. Mas os focos de poluição existentes nos principais afluentes, em particular a Ribeira de Rio Maior e a Vala de Maceda, ainda são um problema que carece de resolução.

Fotovoltaico substitui amianto na fábrica das Porcelanas Costa Verde

Perto de 3.700 módulos fotovoltaicos substituíram uma cobertura de 20.000 m2 com Amianto na fábrica das Porcelanas Costa Verde, em Vagos, minimizando os impactes para a Saúde dos trabalhadores e promovendo as energias renováveis e as reduções de carbono. Com efeito, 87% da produção fotovoltaica será autoconsumida no edifício e a mesma central será responsável por 24% das necessidades energéticas totais. A produção de energia verde nesta central fotovoltaica permite reduzir anualmente 620 toneladas de emissões de emissões de CO2, o equivalente aproximadamente à plantação de 15.900 árvores/ano ou ao consumo anual de 490 famílias. Um bom exemplo a seguir.

Perspetivas ambientais para 2018

Autarquias podem optar por alternativas aos herbicidas nos espaços públicos

A Campanha contra os Herbicidas em Espaços Públicos desafia as autarquias a abdicar do uso de herbicidas nos espaços públicos da sua responsabilidade e em alternativa optarem por métodos não químicos, nomeadamente a monda mecânica ou térmica. São ainda poucas as autarquias que aderiram a esta Campanha, pelo que, em 2018, o Núcleo de Aveiro espera que mais autarquias sigam o exemplo da autarquia de Castelo de Paiva, da União de Freguesias de Recardães e Espinhel e da Junta de Freguesia de Couto de Esteves que na nossa região já assumiram publicamente a mudança na prática do controlo de plantas infestantes. 

Melhoria das condições da Linha do Vouga

A Quercus considera que a Linha do Vouga é uma infraestrutura com potencial para se poder tornar numa alternativa mais sustentável em termos de transporte para a região. 

O investimento de 3,7 milhões de euros, feito em 2009, na supressão e automação de mais de 50 passagens de nível, como requalificação da linha, não pode ser desperdiçado.

A Quercus defende que é urgente a melhoria das condições da linha, a modernização do material circulante e a eletrificação da linha.

Melhoria sensível das condições dunares a sul da Barra de Aveiro 

Irá ser finalmente iniciado um processo de devolução de inertes (areia) à costa a sul da Barra de Aveiro, designadamente de parte dos inertes que foram extraídos ao longo de mais de uma década e todos os que permanecem acumulados no Porto de Aveiro, que irão ser repostos diretamente no mar em frente à zona urbana da Costa Nova do Prado, o que irá iniciar um processo de minimização do processo erosivo para o qual o Porto de Aveiro tem contribuído muito ao longo destes anos, com a extração e comercialização dos mesmos.

 Infelizmente, o balanço ambiental acumulado desta operação é negativo, já que se consumiu combustíveis e emitiu gases de efeito de estufa para retirar tais inertes da Ria de Aveiro e do mar para um monte no Porto de Aveiro e agora vai-se emitir mais gases de efeito de estufa para voltar a repor tais inertes no mar, quando a operação, como sempre a Quercus defendeu, deveria ter sido a extração de tais inertes da Ria e da entrada da Barra de Aveiro, bem como da praia em S. Jacinto junto ao molhe Norte, com a sua imediata deposição a sul da Barra de Aveiro.

Aplicação das políticas públicas na floresta da região

Necessidade de serem implementadas políticas públicas de longo prazo, promotoras da gestão sustentável da floresta e do desenvolvimento rural, equilibrando a despesa de prevenção com a despesa de combate a incêndios. A Quercus espera uma alteração séria das políticas públicas para a floresta, que promovam o investimento no mundo rural, defendendo a aplicação de algumas melhorias, como a diminuição das áreas ocupadas pelo eucalipto, a gestão da paisagem florestal em mosaico, a plantação de mais espécies autóctones e a aplicação de um plano nacional para o controlo ou erradicação de espécies infestantes. Com o investimento na prevenção estar-se-á a investir no futuro e com a garantia de um maior retorno de que beneficiará toda a sociedade, travando este ciclo infernal de destruição.

Mais e melhor investimento na sensibilização para a Conservação da Natureza 

Face a um desinvestimento claro na área da conservação da natureza nos últimos anos por parte do estado central, é tempo de assumir os problemas de cariz ambiental e a conservação da natureza como prioritários. Mais investimento por exemplo na Sensibilização Ambiental a desenvolver nas Áreas Protegidas, seria um passo essencial para a mudança de comportamentos e atitudes e, dessa forma, constituiria uma oportunidade de sensibilizar e informar a população para a importância da Conservação da Natureza. O Núcleo Regional de Aveiro espera que os municípios do distrito sigam os exemplos dos investimentos e iniciativas realizadas pelas autarquias de Águeda, Arouca, Castelo de Paiva, Murtosa, Ovar e Sever do Vouga.

Aveiro, 4 de janeiro de 2018.

A Direção do Núcleo Regional de Aveiro da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza.

 

 

Para mais informações, contactar: 966 551 372 | aveiro@quercus.pt

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05 jan 2018, 09:37 Balanço da Quercus Aveiro refere incêndios nos piores factos de 2017
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