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Livrarias abaladas pela ´guerra de descontos´ queixam-se ao Governo
04 jan 2018, 23:43

Após vários meses de insistência, um grupo de pequenos livreiros dinamizado a partir de Aveiro vai ser recebido no Ministério da Educação (ME).

A audiência, que está marcada para segunda-feira,, em Lisboa, será dominada pelos problemas causados no negócio pela oferta de manuais escolares.

Os pequenos comerciantes questionam a dualidade de critérios dos agrupamentos escolares, esperando que o Governo coloque um ponto de ordem.

Algumas escolas dão liberdade de escolha aos pais, outras preferem comprar por grosso a quem oferecer o melhor preço. O que favorece pontos de venda mais fortes e, consequentemente, em condições de oferecerem descontos maiores sobre o preço dos livros, que é fixo. O que for acima dos 10% afasta as livrarias comuns.

Depois da quebra de vendas no início do atual ano letivo, o alargamento da oferta de manuais até ao sexto ano torna o futuro de muitas casas comerciais ainda mais incerto.

"Não pedimos subsídios, simplesmente pedimos que nos deixem trabalhar como trabalhámos até agora, deixem-nos viver", afirmou José Augusto, gerente da livraria Saturno, em Oliveira do Bairro.

Está instalada uma ´guerra´ de descontos fomentada por agrupamentos que organizam concursos ou pedem orçamentos. Um ´leilão´ em que poucos podem entrar. "Isto a continuar a assim, dentro de um ano ou dois, ficam os livreiros que tiverem jogos da Santa Casa", avisa o comerciante.
 
José Augusto vai pedir aos responsáveis do ME medidas para evitar a ruína dos pequenos comerciantes, antecipando uma das reivindicações: "Criar os famosos vouchers, que devem ser entregues pelas escolas aos pais e eles compram onde entenderem, o Governo deveria agir nesse sentido", pediu.
 
A venda de manuais representa a grande fatia de receitas das pequenas livrarias que vendem por regra com uma margem de 20 por cento, mas tendo de assumir, por conta desse lucro, os encargos inerentes às encomendas, como portes ou transportes.

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09 jan 2018, 09:24 Para o ano, livros escolares são por “voucher" (RR)
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