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Condenado por furto de capacete que tinha posto à venda online
19 abr 2017, 21:22

Indivíduo que publicitou a venda de capacete de motard furtado no Facebook foi condenado a um ano e meio de cadeia.

O arguido de 22 anos, atualmente em prisão preventiva à ordem de outro processo, beneficiará da suspensão da pena mais recente, ainda que sujeito às condições a determinar pela Direção Geral da Reinserção Social.

O tribunal deu como provado que o jovem, antigo utente do centro educativo distrital, furtou o capacete de motociclista, de gama alta, equipado com vários componentes, incluindo viseira, auricular e camara, do interior de uma moradia, na cidade de Aveiro, após escalamento do muro.

O proprietário apresentou queixa na PSP de Aveiro em julho passado. Seria justamente um agente da polícia a encontrar o capacete quando visualizava uma venda anunciada pelo perfil Facebook do agora condenado.

Para dar seguimento à investigação, a PSP localizou o suspeito no preciso momento em que estava a receber de um terceiro o equipamento furtado, tendo este contado que se limitara a guardar o mesmo algum tempo. O arguido  nunca deu qualquer explicação para a posse do capacete. E acabaria mesmo por manter o silêncio durante o julgamento.

No entanto, o coletivo de juizes, pela prova indiciária, não teve " quaisquer dúvidas" em dar a acusação de furto qualificado como provada. "Tudo converge para si", referiu a juiza presidente.

O lesado só não recuperou os componentes, mas foi ressarcido pelo seguro.

O arguido, que beneficiou de à data dos factos ter menos de 21 anos, tem já duas condenações a prisão (dois anos e um ano e três meses) ambas suspensas com prestação de trabalho temporário, por furtos e ofensas à integridade física.

O advogado de defesa entende que subsistem muitas dúvidas e falhas, pelo que irá recorrer do acórdão para o Tribunal da Relação do Porto.

(foto de arquivo)

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