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Lino não pára depoimento em Aveiro
05 mai 2012, 21:49

Mário Lino vai mesmo levar até ao fim o seu depoimento como testemunha da acusação no âmbito do processo Face Oculta tal como falou ao longo do primeiro dia no tribunal de Aveiro.

Isto apesar de alertado pelo juiz presidente Raul Cordeiro que poderia remeter-se ao silêncio em matérias que o pudessem incriminar. Já na altura mostrou disponibilidade para responder a tudo.

Além de testemunha, é também visado numa das certidões extraídas que deram origem a inquéritos autónomos em que se pretende apurar se teve interferência na restruturação da Refer ou outro tratamento de favor, o que poderia indiciar corrupção ou abuso de poder.

A investigação a correr no DIAP de Aveiro partiu das declarações, em sede de inquérito do processo principal, da antiga secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, sobre as alegadas pressões sofridas por si do então ministro, ao falar em “empresas amigas do PS”, bem como junto do presidente da Refer, em favor empresário do ramo da sucata, que estava insatisfeito por ter sido arredado de contratos da empresa ferroviária.

A audiência de quinta-feira, em que respondeu ao tribunal de Aveiro todo o dia, terá continuidade a 10 de Maio, de manhã, devido a uma requerimento do Ministério Público (MP) a pedir para o ex-ministro esclarecer “divergências” na fase de instrução e agora em julgamento.
O procurador Marques Vidal não deixou passar em claro duas contradições que levaram o tribunal a iniciar a consulta da longa gravação de há um ano.

Em 2011, quando deu conta da conversa mantida no ministério com o empresário Manuel Godinho referiu ter sido posto a par do acórdão da Relação do Porto, na altura, favorável aos interesses do arguido no litígio com a Refer (o chamado processo Carril Dourado), usado como argumento a favor do restabelecimento de contratos. No tribunal de Aveiro, não deu se recordou de tal.

O MP pretende ver melhor esclarecido também  o número e datas de contactos estabelecimentos pelo ex-ministro com o presidente da Refer, para que recebesse  o prestador de serviços (empresas O2, SEF e SCI).

Luis Pardal, ouvido como testemunha em Aveiro, deu conta de dois ou três telefonemas, em Junho de 2009, tendo agendado a reunião para Agosto seguinte.

Mário Lino garantiu que o gestor se equivocou, colocando os contactos um ano antes, entre Abril e Julho, por se recordar que estava envolvido, na mesma altura, nos preparativos de um plano de desenvolvimento económico para o Oeste.

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