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Autarca vai pedir reforço da sinalização luminosa na A25 junto a Sever do Vouga
27 Ago 2010, 10:01

A prevenção de acidentes nos troços da A25 onde aparecem mantos de nevoeiro não irá sofrer alterações em relação ao que é já feito actualmente. 

A concessionária, através da administração, já fez saber que não prevê, por sua iniciativa, reforçar os meios utilizados actualmente, como é o caso de alertas em painéis de informações a pedir moderação de velocidade, devido, nomeadamente, a condições climatéricas adversas.

É o caso da zona de Sever do Vouga / Oliveira de Frades, onde as cortinas de nevoeiro, juntamente com chuva, tornam a via mais propícia a acidentes.

Ao conhecimento do Governo Civil de Aveiro, não chegaram, nestes dias após o duplo acidente junto a Talhadas, pedidos ou sequer recomendações de aplicação de outras medidas imediatas para corrigir falhas eventualmente evidenciadas pela tragédia.

Mas pelo menos um autarca irá pedir mais sinalização para manter os automobilistas atentos.

Embora ressalvando que a transformação em auto-estrada “acabou com o ponto negro” existente naquele troço, o presidente da Câmara de Sever do Vouga, Manuel Soares, já disse que irá sensibilizar o Governo tendo em vista “o reforço da sinalização luminosa”.

Aguarda-se agora pelos resultados das investigações polícias e do Ministério das Obras Públicas e Transportes abertas logo após os sinistros para saber se além das causas resultam eventuais sugestões.

Em declarações à Antena 1, Fontes Carvalho, administrador da Ascendi, concessionária da A25, afastou falhas de sinalização e iluminação, adiantando que “todas as indicações” das causas dos choques em cadeia apontam para excesso de velocidade e mau tempo.

Os painéis pediam moderação de velocidade aos condutores, mas sistemas de telemática da auto-estrada registaram na altura dos acidentes velocidades desadequadas, com médias superiores a 100 quilómetros / hora.

“Alguém terá travado, os carros enfaixaram-se uns nos outros”, é a tese do administrador da Ascendi que vai ao encontro de indícios recolhidos no piso de uma travagem de 40 metros numa das faixas.

Elementos dos Núcleos de Investigação Criminal de Acidentes (NICA) do Destacamento de Aveiro envolvidos nos inquéritos concluíram os registos fotográficos das viaturas acidentadas e preparam-se para as inquirições de testemunhas, uma das tarefas, a par das pericias técnicas, mais demoradas da investigação.

 

A prevenção de acidentes nos troços da A25 onde aparecem mantos de nevoeiro, como é o caso da zona de Sever do Vouga / Oliveira de Frades, que juntamente com chuva tornam a via mais propícia a acidentes, se não houver cautelas dos condutores, não irá sofrer alterações em relação ao que é já feito actualmente. 
A concessionária, através da administração, já fez saber que não prevê, por sua iniciativa, reforçar os meios utilizados actualmente, como é o caso de alertas em painéis de informações a pedir moderação de velocidade, devido, nomeadamente, a condições climatéricas adversas. Mas pelo menos um autarca irá pedir mais sinalização para manter os automobiistas atentos.
 
Ao conhecimento do Governo Civil de Aveiro, também não chegaram, nestes dias após o duplo acidente junto a Talhadas, pedidos ou sequer recomendações de aplicação de outras medidas imediatas para corrigir falhas eventualmente evidenciadas pela tragédia, soube o DN.
No entanto, embora ressalvando que a transformação em auto-estrada “acabou com o ponto negro” existente naquele troço, o presidente da Câmara de Sever do Vouga, Manuel Soares, já disse que irá sensibilizar o Governo tendo em vista “o reforço da sinalização luminosa”.
Aguarda-se agora pelos resultados das investigações polícias e do Ministério das Obras Públicas e Transportes abertas logo após os sinistros para saber se além das causas resultam eventuais sugestões.
Em declarações à Antena 1, Fontes Carvalho, administrador da Ascendi, concessionária da A25, afastou falhas de sinalização e iluminação, adiantando que “todas as indicações” das causas dos choques em cadeia apontam para excesso de velocidade e mau tempo.
Os painéis pediam moderação de velocidade aos condutores, mas sistemas de telemática da auto-estrada registaram na altura dos acidentes velocidades desadequadas, com médias superiores a 100 quilómetros / hora.
“Alguém terá travado, os carros enfaixaram-se uns nos outros”, é a tese do administrador da Ascendi que vai ao encontro de indícios recolhidos no piso de uma travagem de 40 metros numa das faixas.
Elementos dos Núcleos de Investigação Criminal de Acidentes (NICA) do Destacamento de Aveiro envolvidos nos inquéritos concluíram os registos fotográficos das viaturas acidentadas e preparam-se para as inquirições de testemunhas, uma das tarefas, a par das pericias técnicas, mais demoradas da investigação.
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