Ministério Público pediu cadeia para homem que está a ser julgado no Tribunal de Albergaria-A-Velha por homicídio e posse de arma proibida.As “circunstâncias” do crime, consumado com disparos à queima roupa que alvejaram mortalmente um seu vizinho, de 50 anos, levaram, contudo, o Procurador a entender que não se verifica homicídio qualificado mas simples, apontando para pena em cúmulo jurídico entre os nove e os 11 anos de prisão efectiva..O crime ocorreu na madrugada de 9 de Agosto do ano passado, junto ao Correios Bar, situado na freguesia de Alquerubim, Albergaria-A-Velha.De acordo com a acusação, o presumível homicida aproximou-se na sua viatura ligeira do BMW onde estava a vítima, operário de construção civil, acompanhado de uma mulher, descarregou quatro balas da câmara e fugiu, entregando-se só mais tarde à polícia, confessando os factos.O Ministério Público acabou por validar a tese do arguido que em tribunal alegou ter sido “perseguido e provocado” em anteriores ocasiões pelo falecido, convencido de que manteria uma relação com a sua ex-mulher. Suspeitas que o autor dos disparos negou no julgamento.A defesa reforçou a argumentação nas alegações finais lamentando apenas que o arguído não tenha sido “mais cobardolas, fugindo” da vítima apoderada por ciúmes. O advogado relevou ainda que no fatídico encontro “a primeira coisa que faz é um tiro para o chão”.
O gestor judicial da Empresa de Trabalhadores Portuários de Aveiro não conseguiu demover os estivadores da greve que dura há dois dias e está marcada até ao final da semana.
António José Bartolomeu, conhecido relatador desportivo da Rádio Terra Nova, faleceu, esta manhã, no Hospital de Aveiro, onde deu entrada com complicações de saúde, tudo indica, decorrentes de recente intervenção cirúrgica.