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Aveiro: Programa do PS é feito com realismo, "não fala em milhões quando vemos tostões" - Manuel Oliveira de Sousa
19 set 2017, 15:13

O relançamento da FARAV, a feira de artesanato da cidade, é um dos compromissos emblemáticos do PS para Aveiro (c/áudio).

Os candidatos deslocaram-se de transportes públicos para a sede de campanha, esta manhã, onde decorreu a apresentação das linhas de força a cargo do cabeça de lista, candidatos a vereadores e elementos da equipa que redigiu as propostas [ver documento nas galerias relacionadas].

"Os transportes continuam na mesma miséria", garantiu Manuel Oliveira de Sousa, cabeça de lista para a Câmara, ao fazer o "diagnóstico" do município voltando a insistir nas "ilegalidades" que atrasaram o saneamento financeiro e o aumento do IMI "contra o prometido.

O PS reafirma ser possível antecipar o fim "dos efeitos" do Programa de Ajustamento Municipal (PAM), perspetivando em 2019 a redução da factura fiscal se forem feitos pagamentos extraordinários da dívida com verbas de terrenos não estratégicos ou da liquidez gerada pelo IMI.

O candidato socialista criticou ainda o "afastamento total" da presidência da Câmara, "concentrada numa gestão unipessoal que não dá respostas".

"Quem recebe 500 mail´s por dia, ao fim do primeiro dia percebia que tem de delegar e colocar a equipa a trabalhar, se é que de equipa se tratava. Não era e o vice-presidente acabou logo por sair", afirmou.
 
Ribau Esteves, na opinião do candidato do PS, "vem agora através de cheques e de cosmética a roçar a ilegalidade, de obras e promessas de grandes investimentos, procurar, em desespero, angariar simpatia."

A maioria é acusada também de "governar Aveiro sem estratégia nenhuma". Com a população a envelhecer "investe-se em escolas com a carta educativa parada desde que o PS a elaborou."

Ou a recorrer a expedientes de exceção para "obras e mais obras" quando o Plano Diretor Municipal "continua esquecido."

A carta desportiva, num prazo de ação de uma década, é a proposta para ir mais além do que "entregar cheques a cada época".

Outra frente de críticas diz respeito à participação dos cidadãos. "Aveiro deixou de ter debate público, as únicas propostas que existem são técnicas, o que qualquer gestão unipessoal deseja: eu quero, posso e mando, ora somos totalmente avessos a isso", afirmou Manuel Oliveira de Sousa.

O candidato garante que o PS tem um "programa feito com realismo, com verdade", que "não fala em milhões quando vemos tostões." Os socialistas referem que o município perdeu inclusivamente fundos que são atribuídos para acautelar os efeitos das alterações climáticas que seriam úteis e atrasou-se na aplicação de verbas para a requalificação de zonas industriais, impondo-se a criação de "uma via verde" para o investimento local.

Propostas que surgem dos diálogos com as populações "quando outros elaboraram o programa e depois vão para a rua."

Manuel Oliveira de Sousa compromete-se com "a delegação de competências nas Juntas, porque são também município."

Em "reconstruir" Aveiro propondo uma 12 medidas, a transformar em ações concretas no dia a dia, "algumas já em 2017, porque são urgentes."

Contra "a política dos ingressos"

O candidato do PS quer "valorizar as pessoas" por contraponto ao que chama de "política de ingressos" numa referência aos balanços camarários de participação em ações culturais ou educativas.

"As pessoas não são números para preencher ingressos do Teatro Aveirense ou falar-se em milhares de participantes das AEC (Atividades de Enriquecimento Curricular) das escolas quando o que aconteceu foi uma pequena ação no estádio ou dizer que há uma miríade de participação no Museu", afirmou, comprometendo-se com "qualidade, produto cultural ao serviço de Aveiro e levar a cultura à periferia".

Mas deseja também "afirmar Aveiro" pelo seu potencial, por exemplo, nas novas tecnologias, desde a Universidade de Aveiro às empresas, que "estão manietadas nas suas capacidades de estarem ao serviço do público, porque  se faz uma  gestão de interesses, em que prevalece o eleitoralismo em função da marca da cidade que já foi de futuro e continua a andar numa BUGA que o PS colocou há 12 anos, este é um exemplo paradigmático", apontando-se como objetivo mobilizador tornar Aveiro até 2030 uma "cidade da mobilidade sustentável."

Os grandes pilares do programa do PS colocam a modernização e simplifcação administrativa num plano "transversal", permitindo, por exemplo, "dar às pessoas a possibilidade de aceder à Câmara sem ir à Câmara quando hoje nem um cartão é possível tirar", depois as medidas para "reconstruir a confiança e em terceiro fomentar contributos para o Plano Estratégico 2030 para ter um horizonte temporal para caminharmos juntos".

Discurso direto

"Em 2017, transportes é urgente, a casa das associações é urgente porque estão na rua, a carta educativa é urgente. É urgente ainda em 2017 fazer o primeiro diálogo sócio económico para rasgar o horizonte de 2030. Colocar a Universidade na cidade, que tem potencialidades, e possam ser vertindo em ações concretas no turismo, nas tecnologias, nas artes. Ainda há pouco tempo um dos projetos da Universidade de Aveiro foi realizado na Costa Nova."

"O que identificamos nas formas de financiamento a nível europeu para o município de Aveiro são 3,6 milhões e não são 40 milhões em contrato. Há milhões do PEDUCA e da CIRA. Não confundir com o investimento privado."

"Eleger o PS permite poupar 1,5 milhões de euros por ano em consultadorias externas. Sabemos como podemos chegar ao rácio da despesa que permita sair do défice excessivo."

"Na qualificação do espaço público é necessário um planeamento, seja no edificado seja na rede viária. O estádio ? É evidente temos de investir. Temos preocupação com o centro cultural de Aradas ou a solução para a lota. Agora para o disparate de um estacionamento no Rossio sem discussão pública e sem saber se temos dinheiro?. O projeto das Glicínias continua na cabeça de um só."

"Somos solidários com todos aqueles que se sentem vitimados, a vitimização ouve-se há 20 anos, vem de outros municípios. Os aveirenses estão distraídos no que é acessório, porque estão concentrados no essencial, o essencial é que a Câmara lhes virou as costas."

[declarações completas em áudio nas galerias relacionadas ou directamente  aquiaqui]

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