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Obras no Porto de Aveiro ajudam a travar erosão costeira
21 Jul 2009, 23:47
É uma das vantagens do prolongamento do molhe Norte em 200 metros, com a consequente abertura de um novo canal de navegação, enunciadas no Estudo de Impacte de Ambiental (EIA) actualmente em fase de consulta pública.

O projecto é indispensável para a entrada de navios de maior calado que actualmente recorrem aos portos de Lisboa e Leixões.

As areias a extrair durante as dragagens devem ser depositadas na zona de praia submersa da Costa Nova, entre o terceiro e o quinto esporão.

Um efeito “positivo” que ajudará também a minimizar o impacto “transitório” na movimentação das areais de Norte para Sul devido ao prolongamento do molhe, que tenderá a beneficiar durante alguns anos a praia de S. Jacinto, a Norte.

Ao nível da hidrodinâmica, para além da zona entre molhes, banco exterior e
trechos de praia adjacentes, não se prevê “qualquer alteração significativa do prisma de maré, nem dos caudais na secção da barra”.

Um “aspecto muito importante”, lê-se no EIA disponível para consulta pública até 13 de Agosto, prevendo-se que os efeitos do projecto “não se estenderão para o interior da Ria de Aveiro”.

Ficam afastadas, assim, consequências negativas, nomeadamente na salinização dos campos agrícolas do Baixo Vouga Lagunar desprotegidos pelo dique médio ou que estão mal defendidos por motas.

Inevitáveis são as “perturbações” dos trabalhos “ao nível da flora e da fauna, essencialmente no meio aquático”, podendo “implicar a destruição de espécies” numa área já intervencionada por obras idênticas.

Transportes vão causar incomodidade em de S. Jacinto

A pedra e outros materiais a usar no prolongamento do molhe serão transportados por camiões pesados pela estrada nacional 327 (Torreira – S. Jacinto), recentemente alvo de obras de alargamento, poderá gerar “incomodidade para os residentes e visitantes”.

Poderão, ainda, ocorrer interferências com a navegação no canal da Barra e com as actividades de pesca comercial e lúdica, bem como com actividades náuticas
durante as operações de dragagem e deposição dos materiais.

A reconfiguração da barra, com o prolongamento do molhe Norte e a dragagem para a profundidade de -13,20 metros permitirá receber navios com 200 metros de cumprimento que actualmente só entram em Lisboa e em Leixões, potenciando os grandes investimentos em infra-estruturas portuárias executadas em Aveiro na última década.

A obra orçada entre 20 e 30 milhões de euros deverá demorar dois anos (entre os meses de Abril e Outubro), prevendo-se a conclusão para 2011.
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