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Aveiro / Urgências: Hospital obrigado a contratar médicos para as urgências depois de falhar recurso a empresas prestadoras de serviços
03 Nov 2013, 12:03

A administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) terá sido obrigada a contratar médicos para garantir as escolas em Aveiro e Águeda sem recurso a empresas de trabalho temporário, depois destas terem sido desclassificadas do concurso por falta de clínicos disponíveis para cumprir as tarefas.

A informação é dada pelo PCP de Aveiro considerando que o braço-de-ferro com o hospital foi "uma vitória contra a privatização do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

"O Ministério da Saúde foi obrigado a manter os actuais contratos que têm com estes trabalhadores, abrindo, inclusivamente, a porta a novas contratações de modo a que as escalas possam ser completadas. Para além de defender o serviço público e os seus postos de trabalho, estes trabalhadores conseguiram que fossem contratados mais médicos. Esta vitória deve ter repercussão a nível nacional e servir de motivação a todos os que resistem contra esta ofensiva da direita", refere um comunicado da concelhia comunista.

Para o PCP, a prestação de serviços médicos no SNS "é um passo inaceitável rumo à privatização" e "um ataque brutal aos direitos no trabalho dos médicos".

"Os médicos da urgência geral do Hospital de Aveiro e do Hospital de Águeda, agindo como um grupo coeso, solidário, em defesa do serviço público e dos seus direitos laborais, recusaram-se a integrar as empresas de trabalho temporário. Ora, como estas empresas não possuem quadros próprios, mostraram-se incapazes de apresentar uma escala para o serviço de urgência e, por isso, foram desclassificadas do concurso O Ministério da Saúde foi obrigado a manter os actuais contractos que têm com estes trabalhadores, abrindo, inclusivamente, a porta a novas contratações de modo a que as escalas possam ser completadas", relata o mesmo comunicado.

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